terça-feira, abril 30, 2019

Post 7065 - E está para começar novo Campeonato de Escrita - Divulgação

Ainda não me inscrevi e o prazo terminará amanhã (tenho de decidir se o vou fazer como forma de me obrigar a escrever)
Saber mais aqui

Post 7064 - Receita de frango com cerveja e sopa de cebola sem fotografia

Frango com cerveja e sopa de cebola no tacho/panela
Cortamos os peitos de frango em pedaços e vamos colocá-los a marinar na cerveja branca, sopa de cebola, pimentão, piri-piri, alho laminado, sal, sumo de limão, sal, folha de louro e ramo de salsa durante algum tempo (deveria ser uma hora mas não foi). Tiramos os pedaços da marinada e vão para o tacho com azeite para ficarem dourados dos dois lados, juntamos a marinada e acrescentamos água se preciso, ficando por lá em lume médio cerca de quarenta minutos - para servir com arroz branco e/ou batatas fritas 

sábado, abril 27, 2019

Post 7063 - Sexta-feira, 26/4 e Sábado 27/4

Vingadores: Ultimato (Avengers: Endgame)de Joe Russo, Anthony Russo, com Robert Downey Jr, Chris Evans, Mark Ruffalo (não gostei de como termina, gostei do Thor).

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Sábado, almoço com oito no Convívio (e com lápis prenda)

Post 7062 - Livros 2019 (52) Poema do Manto de António Barahona e Ka'b ibn Zuhayr

Poema do Manto de António Barahona e Ka'b ibn Zuhayr 

Wook.pt - Poema do Manto

No site da wook
"SINOPSE
"A transcriação do "Poema do Manto" efectuou-se a partir da tradução à letra do original em árabe, levada a termo com a ajuda das traduções orais portuguesa e inglesa do, então (1989), nosso Professor de Árabe Clássico e Jurisprudência Islâmica, Sheikh Umarmia Badrudin Kashia (a quem agradecemos, saüdoso), e em confronto com a versão inglesa de A. Guillaume, in "The Life of Muhammad (Siratu Rassulillah)" de Ibn Is'aq, reproduzida in The Holy Verses, de Majid Ali Khan. Por sua vez, a transcrição foi aljamiada (mudada em caracteres arábicos) com base no único tratado de Aljamia existente em vernáculo: "Textos em Aljamia Portuguesa", estudo filológico e histórico, por David Lopes, Imprensa Nacional, 1940.Acatámos no geral e no essencial as regras da Aljamia, em estreita conexão com a caligrafia e leitura alcorânicas do Árabe Clássico vocalizado, mas introduzimos, nalguns casos, as nossas próprias regras, não fixas, a fim de conseguir maior proximidade fonética entre as duas linguagens portuguesas: a românica, ou latina, e a arabizada, a qual não se escreve desde o século XVI.[…]"O Poema do Manto" nasceu do arrependimento do seu Autor, Ka'b ibn Zuhayr, que costumava satirizar o Profeta Muhammad e os Muçulmanos.Condenado à morte pelo Mensageiro de Deus, abraçou o Islame, aconselhado por seu irmão, que entretanto se convertera, Bujair ibn Zuhayr, outro grande poeta da época; e compôs uma ode, para expressar, de viva voz, o seu arrependimento e pedir perdão ao Profeta. A ode tornou-se célebre sob o título "Poema do Manto", "Qassidatul-Burdah", porque, a dado passo, quase no fim da composição, quando Ka'b ibn Zuhayr recitou o verso: "ígnea espada indiana, uma espada de Deus", Muhammad ofereceu-lhe, juntamente com o perdão, o seu manto de lã."
António Barahona"

sexta-feira, abril 26, 2019

Post 7061 Frango à brás agora com fotografia (espero que a minha boa sorte a cozinhar não tenha terminado) e para lembrar para sempre que o ovo é no fim!

Queria tentar fazer frango à brás
Logo por azar (vou culpar a Net onde vi a receita ou N. que poderia ter chegado mais cedo a casa e ter-me impedido de deitar o ovo antes das batatas - ainda mais porque N nunca tendo cozinhado este prato, quando o prova acerta logo) fui ver a receita no único site que estará errado!

Estive a seguir tudo direitinho, piquei a cebola, o alho, foram para tacho com azeite, seguiu-se o alho francês em meias luas (deveriam ser meias luas mas alho francês não colaborou e não ficaram assim muito meias ou luas), e pouco depois o peito de frango antes cozido em água com sal e desfiado.
E aqui, no site dizia que era para deitar também os ovos meio mexidos...
Mas não era :(
Primeiro, devemos deixar o frango alourar, depois deitar as batatas (batata palha), o tempero, sal, pimenta, salsa picada e só no final os ovos!


Post sem número



Pimenta e ouro - https://pimentaeouro.blogs.sapo.pt/
João Gomes Gonçalves
19.7.1935 -  25.7.2018 (pouco depois de ter completado 83 anos)

Frase favorita no seu perfil no sapo blogs
"Pára, escuta e olha Decide depois. Dentro de quatro paredes as coisas, as vezes, não são o que parecem.A minha oficina é modesta e não tem ambições: a vida também é feita de coisas pequenas.Vezes mil desmaio e caio e mil e uma me levanto e ando."

Gostava de ter podido conhecê-lo em pessoa.

quinta-feira, abril 25, 2019

Post 7059 - Saberá alguém como fazer o "sim, sim maridinho"?

Quando morre alguém nosso o mundo fica terrivelmente vazio.
Sinto a sua falta nos dias e momentos cinzentos e nos que antes seriam felizes.

Entretanto, eu que muito raramente o fazia, comecei a cozinhar, quase todos os dias da semana, para entre três a seis pessoas, uma vez, sete pessoas (eu incluída). O mais incrível, é que normalmente até sai bem e estou a gostar de o fazer.
Parece-me que há algo mágico em como misturando vários ingredientes obtemos resultados tão diferentes, sinto uma ligação à minha mãe e à minha avó materna  quando tento fazer os pratos que elas faziam (como o frango de fricassé e a mousse de chocolate da minha avó).
Gosto também de tentar receitas de amigos, de revistas, da televisão, do google e de inventar.

Uma vez quando estava com a minha avó, ela fez biscoitos de limão (ainda não tentei).
Uma outra vez, ela fez um doce com uma história, o "sim, sim maridinho". Na história o marido chegava a casa meio aborrecido, a mulher servia-lhe o jantar e ele perguntava pelo doce, aí ela corria para a cozinha e rapidamente fazia este "sim, sim maridinho" que o deixava feliz a ele e a ela (uma história do passado, hoje em dia, o melhor seria ele fazer o jantar e o doce).

Já tentei encontrar a receita deste doce na net mas não consegui. Só me lembro que levaria limão, raspa ou sumo. Alguém por aí saberá como se faz? (também pode ter sido inventado pela minha avó).

quarta-feira, abril 24, 2019

Post 7058 (recebido por email)


Post 7057 - Desafio de Escrita 10/10 - Luz


Era muito tarde e tinha algum sono, mas resolvera não se deitar ainda.
Depois das boas-noites ensonadas dos filhos e meio preocupada da mulher com o "vê lá não te deites muito tarde que amanhã tens sono!", dos sons da água a correr e risos enquanto os filhos escovavam os dentes, e de portas a fecharem-se, outros barulhos fizeram-se ouvir. Ruídos dos quais nem se apercebia durante o dia, como o do frigorífico, meio intermitente, e o do ponteiro dos minutos no relógio da sala.
O tempo agora era seu para fazer o que quisesse: trabalhar num processo que ainda não era urgente, ou ler o livro que começara para largar quase de seguida.
De repente, veio-lhe à memória a Luz.
Há tanto tempo que não pensava nela.
Enquanto namoraram no liceu não a levara muito a sério. Aproximara-se dela porque estava aborrecido. Vira‑se sem namorada ao terminar com a anterior porque ela ia morar para Lisboa. Demasiado longe para se poderem encontrar e já pouco ou nada apaixonados.
Calhara olhar para a Luz e até que ela não era feia, com cabelos escuros e olhos claros.
Perguntara-lhe se não gostava de ninguém e ela ficara perturbada, meio corada.
Disse-lhe que ela era bonita e que já gostava dela há algum tempo. Aí ela olhara para ele com um ar meio frágil e incrédulo que quase conseguia ver agora.
Pobre Luz. Pelos vistos, ela é que já gostava dele há muito tempo. Não tinha defesas, nem experiência e ele era muito jovem e irreflectido.
Lembrou-se do pavor que sentira quando ela lhe contou que estava grávida. Olhara para ela e achara-a feia, com o nariz vermelho e os olhos de choro. Fugira.
Soubera depois que ela tinha feito um aborto e aquilo correu mal. Ficara estéril.
Nunca mais se falaram.

Post 7056 - Livros 2019 (51) Na Sombra da Paixão de J. R. Ward

Na Sombra da Paixão de J. R. Ward XI

Wook.pt - Na Sombra da Paixão

domingo, abril 21, 2019

Post 7055 - Sexta-feira, 19.4.19 - Shazam

Shazam! de David E. Sandberg, com Zachary Levi, Lovuna Yavari, Mchelle Borth, Mark Strong, Djimon Hounsou, Asher Angel (gostei muito mais deste filme que do Hellboy).



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Post 7054 - Livros 2019 (50) Com os Olhos do Coração de Amie Knight

Com os Olhos do Coração de Amie Knight

inspiradaporlivros post

Post 7053 - Livros 2019 (49) O Príncipe Corvo de Elizabeth Hoyt



O Príncipe Corvo de Elizabeth Hoyt (r)

Wook.pt - O Príncipe Corvo   

Post 7052 - Livros 2019 (48) A Delicadeza de David Foenkinos

A Delicadeza de David Foenkinos (r)

A Delicadeza by David Foenkinos  
Sinopse no site da Wook
"Nathalie e François podiam ser personagens de um conto de fadas. Mas um dia o destino desfere um duro golpe, quando François é atropelado e morre pouco depois. Para Nathalie, a dor é insuportável e parece prolongar-se eternamente. Até que, num momento irrefletido, Nathalie surpreende Markus, um colega de trabalho, com um longo e intenso beijo… "

segunda-feira, abril 15, 2019

Post 7051 - Livros 2019 (47) Longe da vista, perto do coração de Jean-Laurent Caillaud


Wook.pt - Longe da Vista, Perto do Coração

Longe da vista, perto do coração de Jean-Laurent Caillaud
Título original: Se Croiser Sans Se Voir

No site da wook"
"Sinopse
Uma história de amor, de solidariedade, companheirismo e paixão!
«Vós, que passais hoje diante deste prédio, lembrai-vos de Frederico. Ele morreu por vós. No dia 21 de Agosto de 1943, os Alemães alvejaram-no pelas costas. Tinha 19 anos. Era um jovem, o ser mais extraordinário do mundo! Era o meu melhor amigo. Depois da guerra, ele queria dar a volta ao mundo. Mas não pôde.»
Afixada numa placa comemorativa na Avenida Saint-Michel, a mensagem de um desconhecido intriga as pessoas que por aí passam… Longe da vista, porque nunca se encontrarão, mas bem perto do coração, porque se aprendem a conhecer, várias pessoas — Luís, o desconhecido, Ema, uma jovem do bairro, Paulo e Maria Clara, um jovem casal de estudantes universitários, Jaime, um coronel na reforma, Heinz, um turista alemão, e Floriano, um jovem estudante do 3.º ano - trocam entre si algumas mensagens. O seu diálogo transforma-se numa verdadeira cadeia humana de solidariedade, de companheirismo e de amizade. 
Com a ajuda do seu namorado, Ema tenta juntar as peças do puzzle, unindo, desta forma, vidas que se cruzaram no passado, mas que os cruéis desígnios do destino ousaram separar. 
Uma narrativa tão simples quanto comovente! 
Uma história sempre actual que nos lembra o quanto é importante que haja «países onde homens nas suas camas vivem sonhos».
E sobre o autor, também no site da wook:
"Jean-Laurent Caillaud, de 37 anos, vive em Suresnes. É redactor-chefe de uma revista imobiliária. Já trabalhou como cronista judicial, e depois na imprensa feminina e num jornal diário. É um amante incondicional de Paris e dos seus habitantes, tanto os presentes como os passados."
Aqui temos mesmo cartas, ao contrário do livro anterior em que apesar do título os capítulos me pareceram mais de um diário, e um dos tempos das narrativa é o mesmo, mas na Paris ocupada. Neste livro são-nos dadas todas as respostas.
"Perdoai-me este pessimismo, mas já vivi muito para ousar acreditar que os homens não cometerão no futuro os erros do passado. A Resistência não acabou com a Libertação. Ela está em cada um de nós." Frase numa carta de Florence Deboise-Lavergne, fls. 74.

Post 7050 - Livros 2019 (46) Cartas da Alemanha de Hermann Braun

Cartas da Alemanha de Hermann Braun
Bertrand.pt - Cartas da Alemanha

Este livro deixou-me com uma data de questões sem resposta Não consegui encontrar  o título original ou informação quer sobre o livro, quer sobre o autor em todas as buscas que empreendi (e até tentei em alemão, de que não pesco quase nada, depois do inglês).
Nos sites das livrarias aqui em Portugal surge apenas um enxerto que não me parece que de forma alguma forma o defina.
Está dividido em pequenos capítulos que não parecem cartas, mas mais um diário.
Spoiler: Não nos diz o que aconteceu à autora, não nos diz como é que o filho encontrou o pai. O filho será o Hermann Braun? Mas então não deveria chamar-se Ian? Será tudo inventado, até nome do autor?

Na capa e contracapa:
"O livro que vai ler coloca uma série de questões inquietantes, surgindo numa época em que a natalidade em Portugal atingiu os números mais baixos desde que há registo.
De uma actualidade premente, este livro é um grito de alerta na sua projecção do passado sobre o presente e sobre o futuro.
Hermann Braun nasceu em plena II Guerra, quando o regime consolidava as hierarquias, as organizações militares e invadia a Europa com as suas tropas.
Ainda criança, ouviu a propaganda, os discursos empolgados, a violência das palavras que reteve na memória. Daí a importância que dá à função da palavra e do discurso na orientação das multidões."
Sinopse no site da wook:
"Conversei largamente com a Inga e perguntei-lhe: se engravidasses durante um período de opressão como o que estamos a viver deixavas a criança nascer? A Inga não respondeu e eu entendi o seu silêncio como a resposta de todas as mulheres naquelas circunstâncias."

Fls. 7, "Carta Primeira
Lembro-me como se fosse hoje. Estava um dia lindo de  Primavera. Tinha viajado com a minha irmã Inga para Bremen e o bater ritmado do comboio criava em mim uma sensação estranha, como se abalasse qualquer coisa no meu interior. As tímidas folhagens das árvores passavam velozes para trás e sentia-me envolvida por uma sonolência que me tomava o corpo. Apesar de tudo me parecer novo, a imagem do Ian aparecia entre as árvores, o meu querido Ian, que tivera de ficar em Stutgart no cumprimento das suas obrigações militares."

O Pósfacio é escrito por Armando Moreno (pelo Google, médico e escritor português que nasceu no Porto a 19.12.1932, poderá ser ele o Hermann Braun?).

Post 7049 - Post atrasado

Poesia à mesa em cidade local de trabalho

Poesia à Mesa

 Ondjaki, Adília Lopes, Sidónio Muralha, Ana Paula Inácio, o Carlos Tê, e Almeida Garrett


Ondjaki
"O tomate avermelha mundos.
o cheiro da terra perdoa constipações.
folha é parede verde
para sol chegar.
flor é uma outra narina da abelha.
alcunha de qualquer jardim
é biolabirinto."

Ana Paula Inácio
"gira o copo, copo, copo
lá.
Mas a boca que recebera o copo ilegítimo
gostaria do seu sabor
e retoma o copo
ilegítimo
gira o copo, copo, copo
cá."

Adília Lpes
"Preciso
de solidão
como de pão
Preciso
de pão
como de pão"

Carlos Tê
"- vai um quarto de café, litro e
meio de feijão
Dois nacos de orelheira, uma barra
de sabão Clarim
Um cartucho de amendoim e
também canela em pau
E já que é para a costaneira pode
ser um bacalhau."

Sidónio Muralha
"Não come carne nem peixe
Mesmo que o deixe...
Nem trinca chocolates e bolos
Como os cães tolos...
Nem come sopinha
Por mais que lha dê..."

Almeida Garrett
"Deixa do cálix divino
Uma gota só libar...
Deixa, é néctar peregrino,
Mel que eu não sei fabricar..."

domingo, abril 14, 2019

Post 7048 - Sexta-feira, 12.4.19

Hellboy de Neil Marshall com David Harbour, Milla Jovovich, Ian McSahne (a músíca é boa, o filme, não).

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Post 7047 - Desafio de Escrita 9/10


A Ilha dos corações partidos 
Há muitos anos atrás, quando a natureza confiava no homem e facilmente lhe oferecia abrigo e comida, todos apenas se ocupavam na tarefa de ser felizes. Alguns seguiam os seus próprios prazeres, outros resolviam apaixonar-se e viver em função de um outro. Havia no entanto uns poucos que afirmavam ter o coração despedaçado. Numa languidez e melancolia pecaminosa ou numa intranquilidade nervosa aborreciam os demais que não os compreendiam. Não percebiam porque criavam problemas que não existiam. 
E o que não percebiam, temiam.
Por medo resolveram que esses poucos deveriam ser exilados numa ilha cujo acesso difícil somente era possível em alguns dias do ano, quando o vento acalmava e a maré subia, permitindo que os barcos não se despedaçassem nos rochedos.
Dito e feito, mal era observado o problema e depois de deixarem passar uns poucos dias para terem a certeza que estava em causa o mal condenado e não uma dor de barriga, eram remetidos para a ilha, sem apelo nem agravo.
Esta até então desabitada passou a ser conhecida pela Ilha dos corações partidos.
Ora, não obstante todos os cuidados, o número de afectados aumentava de dia para dia e alguns até pareciam ansiar pela condenação ao exílio.
Entre os imunes estavam os mais velhos, mais avisados e experientes. Até que um dia repararam que entre eles já não cresciam crianças. Temeram então o pior e julgaram-se os últimos homens da terra porque os da ilha apenas poderiam ter morrido de inanição.
Quando apenas restava um, meio enlouquecido pela solidão, resolveu ir até à Ilha para aí morrer.
Com dificuldade contornou os rochedos e quando se aproximava julgou ser vítima de uma alucinação porque ouviu risos.
Quando finalmente chegou à praia foi rodeado por crianças, jovens, velhos, homens e mulheres, aparentemente nem infelizes ou felizes, contudo vivos.

Post 7046 - Livros 2019 (45) Na Sombra da Vida, Irmandade da Adaga Negra - Volume X, de J. R. Ward

Na Sombra da Vida, Irmandade da Adaga Negra - Volume X, de J. R. Ward

Wook.pt - Na Sombra da Vida

segunda-feira, abril 08, 2019

Post 7045 - livro

12º Concurso Literário
Até que a vida nos separe

Nenhuma descrição de foto disponível.


Post 7044 - Cinema na televisão - Só as borboletas são livres


Só as borboletas são livres de Milton Katselas
Based on the Broadway play, Butterflies Are Free de Leonard Gershe 
"The film stars Edward Albert as a self-reliant, sightless young man  Dob Baker who becomes the object of affection for kooky Goldie Hawn/Jill. Hawn makes love to Albert then tries to help him break free from the smothering influence of his mother, children's-story writer Eileen Heckart."
Resultado de imagem para cinema Based on the Broadway play, Butterflies Are Free


Post 7043 - Sexta-feira, 5.4.19, Sábado, 6 e Segunda-feira, 8.4.19

Jantar a cinco na Taberna do Caloiro
 Sábado, 6.4.19 (experimentar tapioca)
Segunda-feira, 8.4.19

Post 7042 - Livros 2019 (44) Amor Imenso de Penelope Ward

Amor Imenso de Penelope Ward


Amor Imenso, livro de Penelope Ward

Post 7041 - Receitas - Apontamentos

Arroz de lulas
- Estrugido - cebola e alho picados, azeite, lulas lavadas e cortadas, vinho branco, tomate triturado, pimento vermelho, água, sal, pimenta, óregãos, arroz

Caldo Verde
- Azeite, bacon, depois cebola, batata, água e sal, varinha mágica, couve

- Carapaus assados no Forno
- Temperados com sal, pimenta, alho picado, pimentão doce e azeite

- Sardinhas fritas
- Quando compradas na peixaria, pedir para tirar cabeça e tripa, lavá-las, temperar com sal, passar por farinha, fritar em óleo bem quente

- Arroz à pescador
- Estrugido - cebola e alho picados, azeite, lulas lavadas e cortadas, vinho branco, tomate triturado, pimento vermelho, água, sal, pimenta, coentros picados/óregãos, camarões, misto de berbigão, ameijoas e mexilhão, arroz, salmão, e pescada.


 Arroz de lulas
Caldo verde
Sardinhas fritas e carapaus assado no forno
Arroz à pescador 


Post 7040 - Desafio de Escrita 8/10

Hoje vou passar no exame de condução! À terceira será de vez!
O exame de código foi fácil. Os dois, porque entretanto o primeiro caducou ou perdeu a validade e tive de o repetir. Tínhamos um grande professor que até nos ensinou como ultrapassar a situação impossível dos quatro veículos que chegam ao mesmo tempo ao cruzamento, cada um na sua via, sem sinais ou semáforos.
Já passar na condução tem-se revelado uma verdadeira odisseia.
Quando comecei as aulas práticas surgiu-me um instrutor torre e silencioso. A expressão que mais vezes me dirigia era “Mexa-me esses braços!” Quando ele o dizia eu só pensava como seria bom se ficando imóvel me tornasse invisível e tentava mexer os braços alguma coisa, nomeadamente para virar o volante. Com ele fartei-me de fazer mudanças de direcção enquanto pensava para mim própria que quando tivesse a carta nunca mais voltaria a fazê-las nem que para isso tivesse de andar quilómetros.
A única vez em que foi mais simpático, quase normal, aconteceu quando um condutor mais aselha do que eu, mas que em princípio já teria a carta de condução, veio embater no veículo em que seguíamos. Ele saiu lá para fora a berrar com o outro e nessa altura ter-me-á visto como uma testemunha do seu lado, ao invés da aluna inapta e que não mexia suficientemente os braços.
Na última aula antes do exame ele tinha por hábito pegar num jornal para demonstrar como já confiava no instruendo. Também decidiu fazê-lo comigo. Quando o vi pegar no jornal fiquei tão emocionada que passei um sinal vermelho…e ele reparou.
Antes da segunda tentativa mudei de professor. Afinal na primeira vez poderia ter falhado porque o professor não era simpático, certo? Errado. Com professor mais simpático, chumbei de novo.
Mas hoje vai ser diferente…espero…

Post 7039 - Sexta-feira, 29.3.19

Depois de jantar a dois em Leça
Puzzle de Marc Turtletaub com Kelly Macdonald (Agnes) e Irrfan Khan
O Quebra-Cabeça

Post 7038 - Livros 2019 (43) Bom demais para ser verdade de Kristan Higgins

Bom demais para ser verdade de Kristan Higgins (e neste livro a irmã do meio é a heroína, mas a mais nova parece uma princesa e a mais velha a Nicole Kidman...).

Wook.pt - Bom Demais para Ser Verdade


Post 7037 - Livro

12º Concurso Literário
Até que a vida nos separe...

Post 7036 - Livros 2019 (42) Na Sombra do Perigo de J. R. Ward

Na Sombra do Perigo de J. R. Ward (Manello e Payne) IX R.

Wook.pt - Na Sombra do Perigo


Post 7035 - Desafio de Escrita 7/10 - Diálogo


- O meu nome é Barak Obama!
- O meu é Fernando Pessoa…saberá o Senhor porque estamos aqui neste jardim?
-  Eu vim para aqui para mudar o mundo!
- Só aqui estamos os dois, parece-me que é bem tarde, e esta neblina que nos envolve torna tudo difuso como um sonho…como se propõe fazê-lo?
- Com as minhas ideias, claro! Eu já fui, serei ainda? Um dos homens mais poderosos do mundo!
- Se é assim, porque não vos conheço? Pelo vosso nome, sereis árabe?
- Claro que não! Fui o Presidente dos Estados Unidos da América!
- Sendo assim, não deveríamos estar a falar em inglês? Perante vós não sou ninguém, tenho feito traduções, tenho escritos numa arca, mas ninguém praticamente me conhece…não consigo lembrar-me de como vim para aqui ou sequer do que fiz ontem…
- Realmente é estranho não estar mais ninguém aqui…Mais estranho ainda não me reconhecerdes. Estarei a sonhar?
- O sonho deverá ser meu porque estamos a falar em português, a não ser….
- A não ser?
- Poderei ter enlouquecido ou… já ter morrido e ser por isso que não sei como cheguei aqui, mas saberei então agora que no depois é ainda possível sonharmos…
- Mas porque haveria de sonhar comigo, connosco, neste jardim?
- Talvez o eco das vossas ideias tenha chegado até mim, talvez também quisesse mudar o mundo…
- Acredito que estou vivo, e não estou louco, e seja isto ou não um sonho, devo descobrir a razão para este encontro…sois então português e desconhecido, podereis estar louco ou morto…
- Ou a sonhar…talvez a razão seja essa, se um desconhecido morto puder ser escutado pelo homem mais poderoso do mundo, uma única pessoa pode fazer a diferença e qualquer um de nós deve importar…


Post 7034 - Livros 2019 (41) Na Sombra do Destino de J.R. Ward

Na Sombra do Destino de J.R. Ward VIII (John e Xhex)


Wook.pt - Na Sombra do Destino

Post 7033 - Livros 2019 (40) Na Sombra da Vingança

Na Sombra da Vingança de J. R. Ward, VII (Rehvenge e Ehlena)

Wook.pt - Na Sombra da Vingança