terça-feira, março 03, 2015

segunda-feira, março 02, 2015

Post 4609

Foi prorrogado o prazo de entrega dos trabalhos, até dia 8 de Março para se poder participar na
Primeira colectânea da SILKSKIN EDITORA - Bad Girl - silkskineditora@gmail.com

1ª Coletânea de Contos Eróticos- SILKSKINEDITORA

(para já não me estou a ver de todo a tentar escrever um conto erótico, penso que ficaria mais ridículo por exemplo do que qualquer carta de amor, mas também não me vejo a escrever poesia e pode ser que experimente só pelo desafio)

Post 4608 Prémio de Literatura Infantil Pingo Doce

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Post 4607 (Capa da Coletânea - não sei se o meu texto será seleccionado mas a capa é bem gira, idem)

Foto de Teresa Queiroz.

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Post 4606 (Capa da Coletânea - não sei se o meu texto será seleccionado mas a capa é bem gira)



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Post 4605 Segunda-feira, 2.3.15


 

Post 4604 Domingo, 1 de Março de 2015

Em breve saída antes do jogo no Dragão entre o FCP e o Sporting surpreendeu-me o nevoeiro tão cerrado que a pouco metros já nada se via, parecia que casas, árvores, a rua e carros tinham desaparecido, e uma névoa cinzenta engolira tudo.

Post 4603 Este ano desapareceram milhões de litas.

Com a entrada da Lituânia na União Europeia foram substituídas pelos euros (fiquei a saber pela televisão).

domingo, março 01, 2015

Post 4602 Sábado, 28.2.15

No RISOTTO, risotto com camarões picante e sangria e risotto com alheira e pimentos.
(só nos falta um "bigode" para conseguirmos um menu grátis)

Post 4601 Projecto PicMe Edição 05 - Tema Viagens





Post 4600 - 27.2.15







Post 4599 27.2.15 Receita de pão-de-ló

 6 ou 7 ovos até perfazer 500gramas
depois, deveria ter fotografado 500 gramas de acúcar e 250 de farinha, mas esqueci-me...
 Unta-se a forma com manteiga e polvilha-se com farinha





Post 4598 Porto, Sexta-feira, 27.2.2015


sábado, fevereiro 28, 2015

Post 4597 Pela blogosfera

Hoje descobri um blogue Notas de Chá, cuja autora escreve muito bem e tem o dom de contar histórias, com sentido de humor, ou que nos enternecem, e nos dispõem bem.

Post 4596

Que cores vêem neste vestido? Branco e dourado ou azul e preto?
















"Se vês azul e preto, quer dizer que os ‘cones’ da retina estão a funcionar mais, e os olhos reagem a uma síntese subtractiva. Se vês branco e dourado, quer dizer que os olhos não reagem bem à luz fraca, o que faz com que os ‘bastonetes’ vejam branco e isso provoca uma menor sensibilidade à luz, causando uma síntese de cores aditiva, criando o dourado." Andy Rexford 
O vestido original é azul e preto. 
Visto aqui

quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Post 4593 Exercício prático

Vamos lá então, tentar melhorar este texto:
(também aqui)

Ei-los que partem!

No seu tempo, deu o salto. Ainda não tinha vinte anos, deixara a escola com dez anos e a quarta classe antiga. Trabalhou na terra ao lado do pai o suficiente para aceitar que assim mal sobreviviam. Tinha por lá um primo mais velho, o Zé, que mal conhecia, mas era uma referência. Seguiu de boleia até à fronteira e pagou depois a passagem. Primeiro foi trabalhar para as obras. Foi difícil. Passou frio. Não gostava da comida. Sentia falta da família. Demorou a perceber a língua. Esteve ilegal até conseguir um contrato de trabalho assinado. Era esforçado. Os patrões gostavam dele. Subiu até encarregado. Numas férias na terra acertou o casamento com a Maria. Tiveram só um filho, o Pedro. Quando o miúdo tinha dez anos, regressou de vez. O que tinha poupado deu-lhe para comprar a casa, com a venda por baixo. Esses foram os melhores anos da sua vida. Os pais ainda estavam vivos. O dinheiro ia dando para as despesas. Estava com a sua Maria, viam o filho a crescer. Quando o Pedro tinha doze anos foi para o liceu na cidade próxima. Já só vinha a casa ao fim-de-semana. Nessas alturas e nas férias, ajudava-o na loja. Um bom rapaz, que nunca lhes deu problemas. Queriam que fosse para médico. Por as médias estarem tão altas, não conseguiu, mas entrou em enfermagem. Disse-lhes que até gostava mais, era a sua vocação. Ele e a Maria queriam que o filho tivesse um curso, seria uma enxada para a vida. Entretanto, a aldeia ia ficando mais vazia e o negócio mais fraco. Os seus clientes eram cada vez mais velhos, mais ainda do que ele. Os jovens iam para a cidade ou emigravam. Fechavam-se as casas, que às vezes já só abriam no Verão, outras permaneciam como abandonadas. O negócio ia rendendo menos. Vendeu a terra herdada do pai para continuar a pagar os estudos do filho. Um dos melhores dias da sua vida foi quando o filho terminou o curso. Sentia um orgulho que não lhe cabia no peito. Só falava disso na loja, os vizinhos e clientes até já brincavam com ele. O tempo foi passado. O Pedro tentava, mas não conseguia emprego. Foi alargando a busca, mas nada. A enxada revelava-se afinal inútil. E um dia o filho veio ter com ele para a conversa que não pensara que fossem ter. Conseguira um emprego, mas lá fora. A história repete-se, Pelo menos o filho parte com melhores condições. Já de contrato assinado, bilhete de avião na Ryanair. Numa viagem de duas horas de carro acompanharam-no ao aeroporto. O voo era de noite. Tudo lhes parecia muito confuso, e demasiado rápido. Num momento, o filho estava com eles. No seguinte já partira. Ficaram, ele e a Maria, com a casa vazia e de coração apertado.

2ª Tentativa:

Ei-los que partem!
No seu tempo, Joaquim deu o salto. Ainda não tinha vinte anos, deixara a escola com dez e a quarta classe antiga. Trabalhou na terra ao lado do pai o suficiente para aceitar que assim mal sobreviviam. Tinha por lá um primo mais velho, o Zé, que mal conhecia, mas era uma referência. Seguiu de boleia até à fronteira e pagou depois a passagem. 
Primeiro foi trabalhar para as obras, um trabalho que lhe arranjou o Zé. Ficou alojado com outros portugueses num bairro de contentores e vinham buscá-los numa carrinha que os levava para a obra. Levantavam-se de noite e quando regressavam já era noite de novo. Passou muito frio e foi difícil. Sentia falta da família, não percebia a língua e não gostava da comida.  Esteve ilegal até conseguir um contrato de trabalho assinado. Com o tempo foi-se habituando, era esforçado e os patrões gostavam dele. Subiu até encarregado. 
Numas férias na terra acertou o casamento com a Maria. As famílias eram vizinhas, tinham a mesma idade e andaram na escola juntos. Conheciam-se bem e confiavam um no outro. Casaram pouco depois e tiveram só um filho, o Pedro. Quando o miúdo nasceu, estava ele lá fora, a trabalhar. Só soube à noite, quando lhe ligaram.Faziam-no para uma venda de um português, o Sr. Manuel, onde ele costumava passar ao sábado para beber um copo, e aquele guardava-lhe os recados.  Primeiro assustou-se, pensou no pior, não  lhe ocorreu que fosse pelo filho porque faltava ainda quase um mês. Ficou depois estarrecido, era pai, mas o seu filho estava longe e ia demorar até o poder ver. Pagou uns copos para celebrar, bebeu também só um pouco mais que o costume, ciente da responsabilidade que o esperava. Quando finalmente viu o filho já ele tinha dois meses. Achou-o parecido com a mãe e gostou dele, o seu filho.
Quando o miúdo tinha dez anos, regressou de vez. O que tinha poupado deu-lhe para comprar a casa, com a venda por baixo. Esses foram os melhores anos da sua vida. Os pais ainda estavam vivos. O dinheiro ia dando para as despesas. Estava com a sua Maria, viam o filho a crescer. 
Quando o Pedro tinha doze anos foi para o liceu na cidade mais próxima. Já só vinha a casa ao fim-de-semana. Nessas alturas e nas férias, ajudava os pais na loja. Um bom rapaz, que nunca lhes deu problemas. Ele e a Maria queriam que o filho tivesse um curso que seria uma enxada para a vida, queriam que fosse para médico. Por as médias estarem tão altas, entrou em enfermagem. Disse-lhes que até gostava mais, era a sua vocação.  
Entretanto, a aldeia ia ficando mais vazia e o negócio mais fraco. Os seus clientes eram cada vez mais velhos, mais ainda do que ele. Os jovens iam para a cidade ou emigravam. Fechavam-se as casas, que às vezes já só abriam no Verão, outras permaneciam como abandonadas. O negócio ia rendendo menos. Vendeu a terra herdada do pai para continuar a pagar os estudos do filho. 
Um dos melhores dias da sua vida foi quando o filho terminou o curso. Sentia um orgulho que não lhe cabia no peito. Só falava disso na loja, os vizinhos e clientes até já brincavam com ele. 
Depois, o tempo foi passando. O Pedro tentava, mas não conseguia emprego. Foi alargando a procura, mas nada. A enxada revelava-se afinal inútil. 
E um dia o filho veio ter com ele para a conversa que não pensara que fossem ter. Conseguira um emprego, mas lá fora. A história repetia-se. Pensou que pelo menos o seu filho partia com melhores condições. Já de contrato assinado, bilhete de avião na Ryanair. 
Numa viagem de duas horas de carro, ele e a Maria, acompanharam-no ao aeroporto. Durante a viagem 
pouco falou. A mulher queria confirmar com o filho que não se esquecera de nada e o Pedro queria tranquilizá-los. O voo era de noite. Tudo lhes parecia muito confuso, e demasiado rápido. Num momento, o filho estava com eles. No seguinte já partira. 
Ficaram, ele e a Maria, com a casa vazia e de coração apertado.



Post 4592 Actualização - Sobre as amendoeiras

Hoje de manhã estive a olhar com toda a atenção e consegui perceber algumas flores em duas das árvores.

Post 4591

Textos enviados para o Concurso com o tema "Ei-los que partem" podem ser agora lidos no http://editorapapel.blogspot.pt
O meu aqui: http://editorapapel.blogspot.pt/2015/02/ei-los-que-partem-4-concurso-literario_22.html

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Post 4590 Ainda os sacos (como tema para posts aqui, o imposto verde nos sacos está a ser óptimo)

No Pingo Doce apareceram com os novos sacos de papel reciclável (não averiguei ainda é se temos de os pagar...).

Post 4588

Por esta altura já deveriam ter florescido as amendoeiras da rua da casa dos meus pais, algo que também associo a Fevereiro.

Post 4587 - Terça-feira, 24.2.15



(Antúrios)

Post 4586 (post ligeiramente confuso mas estou com gripe e só terei dormido cinco horas esta noite)

Não devo ser comum, mas gosto de folhetos de publicidade - tento ficar com um, quando os distribuem em semáforos, já li os do Professor Bambo deixados no meu carro, e gosto de promoções (se o Prof Bambo em vez de oferecer ajuda gratuita, oferecesse um desconto de 50% talvez me sentisse tentada a ir a uma consulta...ou talvez não). Sou bem capaz de trazer algo que não preciso, nem pensaria adquirir, se estiver com um desconto de 75% e se vendessem autocolantes para colar na caixa de correio com "Aqui publicidade, sim!"já teria arranjado um. Tudo isto por constatações recentes quanto às grandes promoções no Continente e Pingo Doce. Se pegarmos num produto escolhido completamente ao acaso, como por exemplo o Skip Active Clean, e depois de ter agarrado o de 60 doses a ser vendido por 8,99 € em vez de 17,45 € que será o seu preço normal, quando o de 40 doses fica por 11 € e tal, e termos chegado à caixa, carregadas mas felizes com o grande desconto, para ficarmos a saber que o da promoção é de Aloe Vera ou algo assim e que alguém terá é colocado o Active Clean fora do sítio, e só por isso não o levamos, é extremamente satisfatório encontrar um supermercado diferente (Cesto Fresco) onde todos os Skip concentrados estão a ser vendidos a 8,99 € e sem ser preço de promoção. Mas depois fica a questão se neste supermercado os vendem a este preço como sendo o normal, poderei estar a levar promoção por preço normal e a pagar o dobro quando não há promoção...

Post 4585 Informação do Blogger

"A 23 de março, o Blogger deixa de permitir determinados tipos de conteúdos sexualmente explícitos. Saiba mais aqui." 
E eu - tanto quanto me lembre - nem postei um que fosse - e nem quereria, mas não gosto da ideia da oportunidade perdida...

terça-feira, fevereiro 24, 2015

Post 4584 Ainda sobre os sacos (em princípio será mesmo o último sobretudo se entretanto não me lembrar de mais nada)

Ontem estive a estrear o meu saco de ráfia oferecido pelo Continente. Resolvi duplicar a lixívia e o lava-tudo, levando dois de cada, no saco. Ora, primeiro, o saco ficou bem pesado, e segundo, não fica direito - ou eu é que não estaria direita com o peso - e não é fácil de levar. Talvez deva experimentar dois sacos de ráfia...

Post 4583 - Divulgação - Possibilidade de participar em Colectânea de Poesia


"1ª Colectânea de poesia da Papel D´Arroz
onde mora o bom gosto... regulamento ali em baixo:)
“SOM de POETAS” - Colectânea de poesia
Porque nos fazia falta o som da vossa Poesia
Novo trabalho colectivo da Papel D´Arroz Editora...
Regulamento:
- 2 poemas por Autor :
1 poema - Tema Livre
1 poema - que tenha relação com o "som da poesia..." (e vamos dar asas e som a imaginação)
- Os poemas deverão ser enviados em formato word para:
papellivros@gmail.com - refrª - som de poetas
- Os Autores deverão enviar uma pequena Biografia.
- Não existe qualquer pagamento de inscrição.
- Não existe obrigatoriedade de compra de exemplares
- os Autores podem adquirir os exemplares que entenderem sempre com um desconto de 15% sobre o P.V.P atribuído pela Editora
- Não existe qualquer obrigatoriedade em relação ao novo Acordo Ortográfico.
- Os poemas devem ser enviados até dia 10 de Abril de 2015.
- A escolha dos poemas é da responsabilidade do departamento editorial da Papel D´Arroz Editora.
- O Livro "Som de Poetas" será apresentado durante o mês de Maio de 2015.
Esperamos o Vosso SOM em POESIA"

Post 4582 Divulgação


"As palavras da cidade. Os pregões que fazem parte da nossa história e que serviram (e continuam a servir) de chamariz a muitos profissionais na relação direta e pessoal com os seus clientes. As palavras cantadas, com ritmo, cacofonias e aliterações que permanecem na nossa memória coletiva, são património vivo e imaterial de uma Lisboa que se vai construindo com base nos rostos humanos que a compõem.
 E histórias de gentes, de lugares, recriados aqui por autores que amam Lisboa e que escrevem sobre alguns dos seus símbolos eternos: o fado, as personagens mais e menos conhecidas, os mercados, os bairros, as festas populares, os poetas ou simplesmente as pedras da calçada portuguesa que todos os dias calcorreámos, quantas vezes absortos em relação à luz e beleza, únicas, desta cidade.

 31 autores escreveram sobre tudo isto e querem convidar-vos a partilhar com eles as suas palavras!

Coordenação de João Carlos Brito e Maria Eugénia Ponte"

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Post 4581 Questão

Porque será que às vezes com um único click aparecem dois comentários iguais?

Post 4580

Continuo constipada/engripada, agora com mais tosse e pronta a tomar o primeiro antibiótico que tivesse a sorte de agarrar...

Post 4578 Como nunca ter o cabelo grisalho e sem (gastar dinheiro para) o pintar!

Primeiro descobre-se um cabelo branco e rapidamente arranca-se o mesmo. 
Vigia-se atentamente o anunciado aparecimento dos quatro que virão para o funeral para lhes dar o mesmo fim (até agora devem estar escondidos os cobardes) e assim sucessivamente até que um dia poder-se-á acordar com o cabelo todo branco ou careca...

Post 4577

Pelo sitemeter descubro que o dona-redonda chegou à página 9 do Blogómetro...estou a competir com blogues parados há anos...

Post 4576

Em Fevereiro além de aniversários de pessoas excepcionalmente inteligentes e simpáticas, do dia dos namorados, do Carnaval, da Festa do Livro no Porto e da entrega dos Óscares, temos também a Correntes d' Escritas e o Fantasporto.

Post 4575 Recebido por email

domingo, fevereiro 22, 2015

Post 4573 Projecto PicMe

Devo publicar entre os dias 23 de Fevereiro e 2 de Março.

Post 4572 Recapitulando - possibilidade de participar em Colectâneas

Colectânea "Naughty Girl"
Regulamento:
1. O conto deve ser enviado para o e-mail silkskineditor@gmail.com,
colocando no assunto "Coletânea 'Naughty Girl'"
2. O conto deve ser enviado identificando o autor ou pseudónimo,
o nome completo do autor, morada, BI ou CC, e contacto telefónico.
3. O prazo limite para envio dos contos é o dia 28 de Fevereiro de 2015.
4. Os trabalhos enviados devem estar revistos, e enviados em ficheiro Word.
Os trabalhos não devem exceder 6 páginas A5.
5. O lançamento da Colectânea está prevista para o final do mês de Março, num local a designar.
6. A editora não reserva os direitos autorais dos contos enviados.
7. Todos os autores lusófonos podem participar.
8. Cada autor deve adquirir um exemplar da Colectânea.
9. A editora fixará o preço de autor, quando após a conclusão da formatação da Colectânea, sendo que o preço será sempre o preço mais justo.
10. No caso do autor ser menor de idade, terá que enviar uma autorização assinada pelo encarregado de educação. (solicitar autorização)
11. Para qualquer dúvida adicionar deve ser utilizado o e-mail: silkskineditora@gmail.com

 Ver mais aqui

A DESPEDIDA - Nova Colectânea - Papel D´Arroz Editora
A despedida mais marcante
A mais inesperada, a mais longa a mais curta…
A despedida que nunca quiseram
A despedida que nunca esquecem…
A despedida mais bonita; a mais penosa; a mais insegura
A que despedida que sempre esperaram
A Despedida que recoradam todos os dias
Porque a imaginação não tem limite – A DESPEDIDA!

Desta vez o desafio é mesmo esse, escrevam-nos, relatem-nos
A DESPEDIDA! - a vossa - AQUELA…
REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO:
A Colectânea reunirá manuscritos de autores de expressão Lusófona, maiores de 18 anos de idade.
A selecção de trabalhos enviados será efectuada pelo departamento editorial da Papel DArroz
papellivros@gmail.com
Passos para a participação:
- Cada participante deverá enviar uma breve nota de apresentação e uma foto actualizada. e-mail e contacto telefónico.
- A data limite para envio dos trabalhos para participação é o dia 1 de Março de 2015
- Os manuscritos deverão ser digitados em word, em Times New Roman, 12pp e enviados por e-mail:
papellivros@gmail.com
- Relatem-nos... A DESPEDIDA.
- Tamanho: 6 folhas A4
- Não existe qualquer pagamento de inscrição.
- Os autores seleccionados, deverão adquirir um mínimo de 3 exemplares da obra finalizada e editada. Os exemplares serão entregues na apresentação da obra ou via CTT
- Os autores poderão adquirir - mais do que o número mínimo de exemplares - sempre com desconto de 15% sobre o PVP.
- O preço de venda ao público da obra será definido pela Papel DArroz, tendo em conta o número de páginas da obra editada.
- A Papel DArroz não reserva a exclusividade dos textos editados.
Os Autores não cedem os direitos de Autora à editora, podendo utilizar o trabalho editado noutras edições que achem pertinentes
e vamos falar das vossas despedidas
E que nunca se “despeçam” da PAPEL D`ARROZ EDITORA!
Esperamos as vossas histórias.
Papel DArroz- um livro um momento
(uma editora do grupo Múltiplas Histórias)
E como já vem sendo habitual
A COLECTÂNEA – A Despedida
Andará de “mãos dadas” com o Concurso Literário “Ei-los que partem!”
Desde já
Estão todos convidados a participar
Link:
https://www.facebook.com/events/820411821381827/?ref_dashboard_filter=upcom

ing&source=1&sid_create=1105719188

Post 4571 Ainda sobre os sacos II (vou esforçar-me para que seja o último)

Enquanto não arranjo um saco de ráfia bem fixe e passo a andar com ele, comecei foi a reparar que os sacos com que ando do PingoDoce e MiniPreço nas sucessivas reutilizações estão é a ficar com um ar super amachucado e velho...