domingo, junho 24, 2018

Post 6745 - Sábado, 23.6.18, mini-lanche e receita repetida

(dividir mini nata)
Lombinho de porco com batatas e castanhas

Post 6744 - Sexta-feira, 22.6.18 Esparregado de espinagres

Esparregado de espinafres (1ª tentativa) ao almoço
- Cozer espinafres como água, depois escoar água e salteá-los com manteiga, sal e pimenta, varinha mágica, juntar leite e farinha maizena

 Arroz de estrugido (ao jantar)
- Cebola picada, azeite, arroz, depois água e sal

Post 6743 - Quinta-feira, 21.6.18

Ervilhas com cenoura, batata, salpicão, chouriço, bacon e ovos

Post 6742 - Livros 2018 (47) Na Sombra do Perigo de J. R. Ward, Volume IX



Na Sombra da Perigo de J. R. Ward (Payne e Manello) Volume IX

Bertrand.pt - Na Sombra do Perigo

quinta-feira, junho 21, 2018

Post 6741 - Hoje no Google




Solstício de Verão

Post 6740 - Desafio de Escrita - 4/10 - Casa


Os dias sucediam-se, cinzentos e iguais. Ao frio sucedera o calor e ambos a cansavam.
 A rotina simultaneamente tranquilizava-a e incomodava-a.
Queria mais dias assim…não suportava mais a modorra em que caíra.
Contudo, tinha sido ela a fugir para ali, a refugiar-se na aldeia fantasma, como a chamavam nas povoações vizinhas.
Há muitos anos, tinham construído casas para os operários que trabalhavam na Fábrica. Perfilavam-se sombrias na rua que conduzia às Instalações Fabris, Rua Central, assim nomeada, única rua na verdade. Quando a Fábrica encerrou, nada mais havia para segurar os seus operários e famílias. 
Aquelas casas vazias como que a cercavam e vigiavam. Queria pensar que a protegiam.
O sítio ideal para alguém enjoado de qualquer contacto, mentiu a si mesma, sabendo que fora antes o medo que a trouxera ali, tão longe de todos os sítios onde tinha vivido.
Arrendou uma das casas. Uma vez por mês ia até à Venda na Vila vizinha. De resto só saía para passear Ripley, o seu cão e companheiro imaginado.
Aquele parecia um dia como os outros, diferente apenas pela chuva forte que caíra há pouco. Calhou olhar para o chão e chamar-lhe a atenção um objecto inesperado, paralelepípedo negro. Confirmou quando se aproximou. Era um telemóvel, parecido com o seu.
Olhou em redor assustada. Não viu ninguém, nada lhe pareceu diferente. De quem seria?
Por breves instantes pensou que ele poderia tê-la encontrado e tudo iria recomeçar. Pensou se ao invés de continuar a fugir, deveria enfrentá-lo.
Depois caiu em si. Se ele a tivesse descoberto seria como das outras vezes. Viria ter com ela, não lhe daria avisos, não deixaria o telemóvel no chão como armadilha ou por esquecimento.
Olhou mais atentamente para o telemóvel, confirmou que era o seu, guardou-o e seguiu para a sua casa.

Post 6739 - Quarta-feira, 20.6.18

De manhã, parece-me que está tanto calor que é certo optar por levar um vestido para cidade local de trabalho e chove...
Na hora do almoço, no pequeno restaurante a que fomos estão todos virados para a televisão, menos eu (acho muito enervante ver jogo, prefiro ouvir no final que Portugal ganhou). Senhora que nos atende tem até uma pequena bandeirinha de Portugal pintada na cara. Por lapso, a televisão está no canal errado e perdemos o início do jogo...
No centro da Praça instalaram uma televisão gigante e uma espécie de tribuna para a assistência,  com todos os lugares preenchidos e a animação de dia de festa.