domingo, janeiro 19, 2020

Post 7314 - Séries a não perder

The Witcher e Drácula


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Post 7313 - Sexta-feira, 17.1.2020

Era Uma Vez em ... Hollywood (Once Upon a Time...in Hollywood) de Quentin Tarantino, com Margot Robbie, James Marsden, Leonado DiCaprio, Brad Pii, Dakota Fanning, Tim Roth, Luke Perry, Al Pacino, Kurt Russell
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Post 7312 - Livros 2020 (4) Maid for Scandal de Anthea Lawson

Maid for Scandal de Anthea Lawson


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sexta-feira, janeiro 17, 2020

Post 7309

E ontem consegui ir a 1ª parte de

Âmbito Cultural - "Showcooking: “Jantares saudáveis para toda a família” com Mafalda Rodrigues de Almeida, no El Corte Inglês, Porto



Post 7308

O que aprendi ante-ontem (com N.):


Se quisermos  aumentar as letras que nos aparecem no ecran é possível com as teclas Ctrl e + (podemos depois diminuir com Ctrl e -)

Post 7307 - Sexta-feira, 10.1.20 - Mais um



Mais um (Plus one) de Jeff Chan e Andrew Rhymer, com Maya Erskine, Jack Quaid, Ed Begley Jr.


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Post 7306 . Campeonato de Escrita (47?) 1/10

Estaria ali há minutos ou horas?
Escurecera mas ainda conseguia ver o extenso areal à sua frente, as ondas cinzentas num vai‑vem ritmado de avanços e recuos. Ouvia-as e ao vento, a famosa nortada.
Atrás de si as suas pegadas, tão solitárias como ele se sentia.
 Sentara-se ou deixara-se cair sobre a areia e ali ficara.
Com a mão esquerda apertava com força o envelope rasgado.
No bolso das calças a carta amarfanhada. Fora impressa, processada em word, impessoal.
Mas no envelope ela escrevera o seu nome e endereço com uma caneta de tinta azul.
A letra dela.
Acreditava que a reconheceria entre mil, as vogais redondas e infantis, as consoantes finas e meio desligadas.
Houve um tempo em que tinham trocado notas. Após os encontros breves em que o tempo voava, ela deixava-lhe papeizinhos amarelos com duas ou três frases, brincadeiras ou os mais sérios: “gosto de ti”, “é bom que não me esqueças”, “vê se me escreves”. Chegou a responder-lhe, mas a brincar. Escreveu uma vez num dos papéis apenas “escrevo-te”.
As notas dela faziam-no sorrir, aqueciam-no.
Queria tê-las guardado.
Não percebeu porque é que ela mudou. O que é que ele fez de mal, ou o que deveria ter feito e não fez. Talvez simplesmente o amor que ela dizia sentir por ele se tenha gasto.
A carta fora para ela o ponto final. Os últimos assuntos a tratar, para onde enviara as prendas e roupas. Dentro do envelope vinha também o duplicado da chave da casa dele.
Ele não aceitou. Ligou-lhe, mas ela não atendeu. Não lhe respondeu aos emails e às mensagens. Tentou forçar encontros, mas interpuseram-se amigos ou colegas: “Acabou. Aceita isso.”
Ali seria o seu ponto final.
Lançou a carta à água. Depois o envelope.
Disse para si mesmo: Acabou.
E foi-se embora.

terça-feira, janeiro 14, 2020

sexta-feira, janeiro 10, 2020

Post 7303 - Desafio de Escrita dos Pássaros 17 # Luz e sombra


Luz e sombra
Para haver sombra tem de haver luz, senão cairíamos na escuridão, tão completa que nada conseguiríamos ver.
O tema fez-me pensar na pintura, em como através do sombreado se consegue o volume, a dimensão.
Desde criança que achava que conseguia desenhar alguma coisa (completamente iludida, claro). Ainda no liceu descobri uma casa na Rua Sampaio Bruno onde vendiam telas e tintas. Fui lá com a minha mãe pelo menos uma vez, outras vezes sozinha. Para se entrar, tínhamos de passar primeiro por um corredor barbearia, com duas ou três cadeiras onde o Barbeiro atendia senhores e não sei se não parava por lá também um engraxador, com a caixa de madeira com o assento para o cliente e lugar para guardar a graxa e escova.
Subíamos por degraus de madeira inclinados e lá em cima, numa sala pequena cheia de luz, estavam as telas e tintas, todas bastante caras, mesmo com o desconto de estudante.
Fui para as mais baratas e fiz alguns retratos em pastel. Depois tentei o óleo mas comprei uma única tela e pequenina. Tentei pintar um céu, mas não correu lá muito bem. Planeei pintar por cima alguma outra coisa, até hoje.
Bem mais tarde, inscrevi-me num atelier de pintura indicado por um amigo. Primeiro ficava em Leça, perto de uma Casa Museu que fui visitar. Depois mudaram-se para uma casa antiga no Marquês – também com degraus de madeira inclinados e uma sala com muita luz e cheiro a tinta.
Adorei as aulas sobretudo pelos professores e pelos colegas  - chegámos a ter um jantar com disfarces no dia das Bruxas e uma exposição pelo Natal.
Tentei pintar uma dona-redonda e não correu lá muito bem, e depois, a partir de uma fotografia, um auto-retrato, com um resultado final ligeiramente melhor (pudera, tinha a fotografia aumentada).
Talvez um destes dias volte a tentar pintar e me lembre da luz, da sombra e deste desafio.



terça-feira, janeiro 07, 2020

Post 7302 - Divulgação

Está para começar um Novo Campeonato de Escrita Criativa
Ver mais em: https://www.escritacriativa.org/campeonato-de-escrita-criativa/

Post 7301 - Livros 2020 (3) O Açougueiro de Alina Reyes

O Açougueiro de Alina Reyes


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Na contracapa:
"A contraposição entre o amor ideal e o amor físico, entre o devaneio e a realidade do desejo. Um mundo de fantasias sexuais magistralmente descritas, numa obra que rompe com os clichés tradicionais do romance erótico e constitui um exercício vibrante acerca do amor, do sexo, do quotidiano e da morte.
O primeiro romance de uma autora que promete, vencedora do prémio Pierre Louys de 1987."

Muito bem escrito.

Pág. 23: "Daniel! O meu lindo amor, o meu anjo negro. Gostaria de te dizer que te amo e que as minhas palavras fizessem um buraco, um grande buraco no teu corpo, no mundo, na massa sombria da vida. Queria esse buraco para te prender a mim (meteria lá uma boa corda como aquelas que prendem os paquetes ao cais e gemem terrivelmente no Inverno, por causa dos ventos fortes), queria esse buraco para mergulhar nele."
Pág. 48 " Então, rebentou a trovoada. O relâmpago, o trovão e a chuva. Uma chuva grossa, quente e cerrada. Levaram a mesa, à pressa, aos encontrões com gritos e risos pesados. Os plátanos começaram a agitar as folhas."

Sobre a autora, no site da Bertrand
Alina Reyes nasceu em Burges (França) em 1956.
O seu primeiro livro, "Le Boucher", ganhou o Prémio Pierre Louys em 1988 e está traduzido em mais de 25 línguas. É autora de diversas obras, entre elas, "Derrière la porte: Une aventure dont vous êtes le héros" (1994), "Poupée, anale nationale" (1998), "Corps de femme" (1999), "Ma vie douce" (2001) e "Une nuit avec Marilyn" (2002).
Publica crónicas em diversos jornais e revistas e, em 2001, realizou a curta-metragem "Métamorphoses" para a série do Canal+ "O erotismo visto pelos escritores".

domingo, janeiro 05, 2020

Post 7300 - Desafio de Escrita - Desafio dos Pássaros

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do desafio dos Pássaros, ver mais aqui:

Post 7299 - Livros 2020 (2) Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? de Sophie Kinsella

 Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? (Surprise me) de Sophie Kinsella

Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? 
Sylvie e Dan casados há dez anos, com tudo para serem felizes (casa, empregos, duas filhas) após uma consulta médica são confrontados com uma esperança de vida de mais 68 anos juntos. Para manterem acesa a chama da paixão, entre outras ideias, pensam em surpreender-se, mas segredos e um escândalo do passado levam-nos a questionarem-se sobre quem é o outro de verdade

Post 7298

23/12/2019
 Souflé de pescada

24/12/2019
 Bacalhau cozido, com ovos, batatas, cenouras, couve e grão e peru assado no forno
(eu fiz o jantar de Natal para sete)





31 de Dezembro de 2019
 Pescada assada no forno com manteiga e limão e filetes de pescada com batatas fritas e arroz de tomate e ervilhas (eu fiz o jantar para seis)

1/1/2020

Post 7297 - Pela blogosfera

Para lembrar

a Marta Elle do blogue Nota Dissonante
Se a vida te der limões faz uma limonada

ou

https://notadissonante.blogs.sapo.pt/

Tinha descoberto há pouco o seu blogue. Gostei dos quadrinhos com o Sapinho, Mr Green, e outros, e de como tornava especial o que descrevia

sexta-feira, janeiro 03, 2020

Post 7296 - Desafio de Escrita dos Pássados - Tema # 16 Sobre a vida adulta: Ainda não entendi o que é para fazer


Tema # 16
Sobre a vida adulta: Ainda não entendi o que é para fazer
Antes pensava como seria, agora há muito que já sei como foi, primeiro amor, conduzir, trabalhar, perdas.
Encontrei adultos com vinte anos e crianças com quarenta.
A vida acontece e o tema aplica-se bem a mim porque ainda não entendi o que é para fazer.
Os adultos que encontrei eram pessoas fortes e boas. Sobre a vida adulta é isso que devo tentar fazer e ser.