terça-feira, julho 25, 2017

Post 6330 - Livros 2017 (130, 131, 132 e 133) Lyon's Price de Mina Carter, Just Jelly Beans and Jealousy de Tammy Falkner, Burn for you de Stacey Kennedy e Tormenta de Conn Iggulden

Lyon's Price de Mina Carter

Just Jelly Beans and Jealousy  de Tammy Falkner

Burn for you de Stacey Kennedy
Tormenta de Conn Iggulden




No site Saraiva:
"Conn Iggulden alcançou renome mundial em 2003 com seu best-seller Os portões de Roma, primeiro volume da série O Imperador. Em 2006, já consagrado no gênero do romance histórico, Iggulden deu mostras de seu talento como ficcionista com o lançamento de Tormenta, publicado em comemoração ao Dia Internacional do Livro, em uma iniciativa para estimular a leitura. A breve e instigante narrativa conta a história de David, um homem que chegou ao fundo do poço. Vítima de provocações desde a infância, ele cresceu à sombra de seu irmão mais velho. Agora, por culpa de sua própria esposa, David sofre ameaças do implacável Denis Tanter, que está disposto a fazer de sua vida um pesadelo. Um suspense impactante, produto da escrita incomparável de Conn Iggulden."

Na wikipédia
Conn Iggulden nasceu em Londres e se formou em Inglês pela Universidade de Londres. Trabalhou como professor por sete anos até a publicação do primeiro volume da série O Imperador, cujo sucesso permitiu que passasse a viver exclusivamente da literatura. Conn é casado e tem 4 filhos.[1]
As influências na obra de Iggulden incluem Patrick O'BrianDavid GemmellBernard CornwellGeorge MacDonald FraserWilbur Smith e C. S. Forester. Ele é também um amante de poesia, e sua favorita inclui If, de Rudyard Kipling

Prendeu-me a forma como está escrito e surpreendeu-me em parte o final.

quinta-feira, julho 20, 2017

Post 6325 Desafio de escrita 9/10 Sinais

Eu sou (era?) uma rapariga de sinais.
Após vários tristes encontros com príncipes que afinal eram sapos, fui-me apercebendo da sua importância, sobretudo os que surgem no início das relações e ignoramos, para só mais tarde - quando deu para o torto - nos lembramos. Temos de ser radicais e assertivas! Se não dá, não dá!
Então conheci o André. Achei-o giro e pensei que era recíproco.
Dei-lhe o meu número e fiquei convencida que iria ligar-me no dia seguinte.
Não ligou.
Pensei, “talvez estivesse ocupado” - queria enganar-me, não atender ao sinal – “amanhã liga”.
Não ligou.
Decidi: estava arrumado. Iria esquecer-me dele.
Mas uma semana depois quando ligou, lembrava-me.
Talvez fosse verdade e tivesse mesmo perdido o meu número (mas não o tinha registado no telemóvel? Talvez o telemóvel estivesse meio avariado… ).
Marcámos um encontro para aquele dia.
Planeei chegar cinco minutos atrasada. Se ele já lá estivesse, seria um sinal que poderíamos ter uma hipótese. E se me trouxesse flores poderia ser a minha alma gémea, o meu verdadeiro e único amor.
Quando cheguei, três, quase quatro minutos, atrasada, ele não estava.
Talvez tivesse perdido o autocarro, ou talvez se tivesse enganado no caminho. Eu poderia aguardar dez minutos, mas nem mais um!
Esperei meia-hora.
Nada de André. Nem me ligou e o seu telemóvel aparecia como desligado.
Desisti. Insultei-o mentalmente e resolvi ir para casa, passando pela Sorvetaria perto para consolo e recuperação.
Andei um quarteirão e vi um aglomerado de pessoas ao lado de uma ambulância. Faltou-me o chão. Aproximei-me devagar. Ouvi os comentários à minha volta, “coitado do rapaz, parecia tão feliz”, “se não tivesse ido à florista já não apanharia com aquele carro em cima”, “hoje em dia andam todos malucos com a velocidade”.
Não queria que fosse ele, mas era. 

quarta-feira, julho 19, 2017

Post 6324 Quase em férias - Planos para quando estiver mesmo em férias (lista em construção)

- Passear;
- Não comprar mais livros e ler os que tenho;
- Optar por bons livros;
- Conseguir ler o Ulisses ou pelo menos ir um pouco além das primeiras do capítulo I e do capítulo XV;
- Tentar conhecer em pessoa alguns bloggers;  - talvez em Outubro, no almoço/encontro...


segunda-feira, julho 17, 2017

Post 6323 Pela blogosfera

Desafios a decorrerem
No blogue O Cantinho da Janita mais exactamente aqui
No blogue Jardins de Afrodite mais exactamente aqui
e um desafio super difícil no blogue Coisas da Fonte, aqui


E também um desafio a decorrer no blogue As Minhas Imagens da Elvira aqui

Post 6322 Concurso de Escrita, Divulgação - Repetição do Post 6278 para relembrar enquanto não termina o prazo...

Novo Concurso de Escrita - o prazo foi alargado até 5 de Agosto

10º Concurso - Papel D´Arroz Editora
UMA NOITE PERTURBANTE – histórias do arco da velha!
Há noites ASSIM!
Há noites com histórias do Arco da VELHA!
Há noites adormecidas no Fantástico!
Há noites ACORDADAS!
Há noites sem dormir… de SUSTO!
O que vos pedimos?
Histórias do arco da velha – fantásticas – inexplicáveis – com ou sem MEDO!
A IMAGINAÇÃO _ é VOSSA!
10º Concurso - Papel D´Arroz Editora
UMA NOITE PERTURBANTE – histórias do arco da velha!
REGULAMENTO:
- Cada Autor deverá enviar uma história sobre o tema proposto
- O trabalho enviado deverá ser em prosa – limite – até 8 páginas A4 – sem formatação – times new roman – 12 pts.
- Foto em boa definição
- Pequena biografia e/ou Bibliografia
- Data limite para o envio do vosso trabalho – 22 de Julho de 2017
- mail para envio de trabalhos – papellivros@gmail.com
- Todas as histórias serão publicadas no Blogue da Papel D´arroz Editora
- Todas as histórias enviadas – dentro das condições determinadas – serão avaliadas pelo júri :
O VENCEDOR DO 10º CONCURSO LITERÁRIO
PAPEL D´ARROZ EDITORA
UMA NOITE PERTURBANTE
terá como PRÉMIO a edição de um livro de Autor 
na Papel D´Arroz Editora – sem qualquer custo adicionado.
BOA SORTE!
AGUARDAMOS AS VOSSAS HISTÓRIAS – do arco da velha…
O cronómetro começa—AGORA!"
https://www.facebook.com/groups/talentosasolta/permalink/1370382279693870/
ou em
http://editorapapel.blogspot.pt/2017/06/convite-10-concurso-literario-uma-noite.html

Post 6321 - Antoine Blondin

Em última crónica na Revista Visão, António Lobo Antunes falou de um escritor Antoine Blondin, (que referiu como estando esquecido ou quase) e referiu algo que é dito por uma das suas personagens com que se identificou, é uma mãe que a certa altura diz que não tem fé, mas tem esperança.
Não me lembro se chegou a referiu em que livro é surge esta personagem.
Entre nós encontrei um livro dele, publicado na Colecção Miniatura da Livros do Brasil, "Um Macaco no Inverno".
Image result for livro um macaco no inverno de antoine blondin



 “A minha casa ergue-se no cruzamento de dois silêncios”, escreveu Antoine Blondin, escritor que Lobo Antunes já apontou como uma das suas grandes influências." - Bruno Vieira Amaral, aqui


Na Infopédia, aqui


"Escritor e  jornalista francês, Antoine Blondin nasceu em 1922,  na cidade de Paris, e faleceu a 7 de Junho  de 1991,  na mesma cidade.  Estudou noLycée Louis Le Grand licenciando-se
 mais tarde em Filosofia, que lecionouantes de se dedicar ao jornalismo. Com a deflagração da Segunda GuerraMundial, passou algum tempo na Alemanha, onde começou a colaborarcomo correspondente para alguns periódicos. 
Em 1949 publicou o seu primeiro livro, L'Europe Buissonière romance quearrebatou o Prémio Deux-Magots seguindo-se Les Enfants Du Bom Dieu(1952). 

Dedicando-se ao jornalismo desportivo, tornou-se numa figura bastantepopular no seu país a partir de 1954, ano em que começou a desempenharas funções de cronista da Volta à França em Bicicleta, contribuindoregularmente para o maior jornal desportivo francês, o L'Équipe até 1958.Celebrizou-se também pelos seus artigos sobre o Torneio das CincoNações.


Depois do aparecimento de L'Humeur Vagabonde em 1955, Blondinpublicou Un Singe En Hiver (1959, Um Macaco no inverno ), o seu romancemais conhecido. Alcoólico inveterado, o escritor compôs a obra numestado quase alucinado, mas tratando com uma lucidez aguda o tema doalcoolismo. No romance, Fouquet perde a mulher e a amante por causa dabebida, chegando ao ponto de tourear os automóveis que circulam naestrada de Paris. Tentando reaver a custódia da sua filha de treze anos,Fouquet procura a abstinência, mas é atraiçoado pelo delírio e pelafraternidade que une todos os dipsómanos. 
Permaneceu lendário o método que Blondin utilizava para poder trabalhar,pedindo que o encerrassem na redação ou no seu escritório para nãosucumbir à tentação de se escapulir até às tabernas, seu grande refúgio e paixão. 

Antoine Blondin foi eleito membro da Academia Francesa. Publicoutambém, entre outras obras, Monsieur Jadis (1970), Sur Le Tour De France(1979) e L'Ironie Du Sport (1988). 
Após a sua morte, passou a ser um dos autores franceses mais citados, não por escritores desportivos, como em prefácios de romances policiais e em debates culturais."