terça-feira, Outubro 21, 2014

Post 4276 Livros

Começou uma nova colecção com o Público de autores de língua portuguesa, o 1º livro: Os Maias de Eça de Queirós acho que por 2,95 €, os próximos serão por 5,95 €:


Todas as Terças por apenas +5,95€. 1º vol, por apenas +2,95€.
Passados oitocentos anos sobre o mais antigo documento régio conhecido e língua portuguesa - o testamentodo terceiro rei de Portugal, Dom Afonso II - o Público comemora os oito séculos daquela que é uma grande língua, a terceira do Ocidente, em crescimento em todos os continentes, uma das mais faladas no mundo e a mais usada no Hemisfério Sul. Uma colecção inédita de 15 obras fundamentais da lusofonia. São primeiras edições fac-similadas, algumas verdadeiras pérolas de raridade. Iniciamos a colecção com um dos ícones da literatura e um dos mais emblemáticos autores da língua portuguesa, "Os Maias - Vol. I" de Eça de Queirós, publicado em 1888.



Descobri os outros títulos que vão sair aqui no blog Nesta hora

segunda-feira, Outubro 20, 2014

Post 4275 Livros 2014 (95) Nas Asas do Tempo, Outlander, vol 1. de Diana Gabaldon

Nas Asas do Tempo, Outlander, vol 1. de Diana Gabaldon (gostei do livro e parece-me incrível que a aventura possa continuar por mais seis volumes)

Nas Asas do Tempo


Post 4274 Livros



Com as revistas Tvmais e Telenovelas estão a ser vendidos livros da série Sangue Fresco da Saída de Emergência por 4,95 €.


Post 4273

Temperaturas previstas para o Porto, hoje: 19º mínima e 29º máxima.
Voltou o Verão!

quinta-feira, Outubro 16, 2014

Post 4272 Pela blogosfera

Sorteio com a possibilidade de se ganhar um miminho no blog Flor Criativa
Ver aqui

(e fiquei a saber pelo blog da Marina, Live Your Dream)

Post 4271 - Pela blogosfera



Desafio/Enigma a decorrer no blog Jardins de Afrodite
ou http://jardinsdeafrodite.blogspot.pt/ :

"Caça ao Tesouro"


,

Post 4270 a História que enviei para tentar participar na Colectânea (já a tinha escrito antes, tentei só melhorá-la)

Natal

Mariazinha não estava nada à espera daquilo. A dor de cabeça, a confusão. Sentiu‑se mais assustada com a reacção dos filhos. Fizeram-lhe perguntas a que respondeu, mas o que lhes disse não deveria ter sido a resposta certa porque ficaram ainda mais alarmados. Ainda no dia anterior tinha saído com a filha e as netas, e agora não se lembrava do que tinham comprado. Seriam prendas para as meninas? Mas que prendas? E de repente, já só se lembrava do nome da neta mais velha, da Paulinha, e não conseguia recordar o nome da mais pequenina.
Chamaram o INEM, levaram-na para o hospital. Melhorou um bocadinho. Tiraram-lhe sangue, fizeram-lhe exames e mais perguntas. Depois o Sr. Dr. explicou-lhe que tinha de ficar internada, só um dia ou dois, que tinha tido um AIT ou um AVC. Tinham-lhe dado antes um comprimido que lhe deu muito sono e a fez concordar com que o lhe diziam. Ficou ali, longe da sua casa e sem ter levado roupa, nem avisado ninguém.
De repente, o seu mundo ficou confinado ao quarto, um retângulo com quatro camas, quando lá chegou apenas duas ocupadas, com ela, três. Felizmente o comprimido que lhe deu sono, ajudou-a a atravessar a noite, com os intervalos em que a vieram picar ou medir‑lhe a tensão e ouviu ao longe gritos abafados. As suas colegas recuperavam de cirurgias. Uma vomitou durante a noite, efeito da anestesia. Esta era uma jovem alta e forte, muito despachada. Era a segunda vez que era operada a um abcesso. Na primeira, não tinha tido aquela reacção negativa à anestesia mas estava já pronta para ir embora. À outra companheira, mais da sua idade tinham-lhe tirado um peito. Esperava para saber se iniciava um tratamento ou se havia metástases. Não gostou muito dos enfermeiros da noite. Poderia ser por estar meio a dormir, mas tinham-lhe parecido muito sisudos. Talvez também estivessem com sono. Já a Srª Enfermeira do dia mostrou-me uma jóia de rapariga. Brincava com elas, dizia-lhes que precisava das camas livres, que tinham de comer tudo para irem embora, e que o soro era como uma feijoada.
A partir das dez começaram as visitas, vieram vê-la os filhos, à jovem veio vê-la a mãe, à senhora de mais idade veio de tarde o marido, também entradote.
Ela preocupou-se com os filhos, que o Zé não estivesse a prejudicar o seu trabalho para estar ali com ela, e com quem tinha a Sofia deixado as suas netas, quem ia busca‑las à escola, agora que não podia ir a avó.
Fizeram-lhe mais exames. Um médico diferente disse-lhe que teria tido um AIT ligeiro, mas que por precaução iam adiar a alta para o dia seguinte.
Foram-se embora as visitas. Voltou o silêncio pesado, assinalado pelos ruídos dos aparelhos no quarto. Custou-lhe mais esta segunda noite. Mais habituada ao espaço ou menos sedada, sentiu os gritos muito próximos. No quarto e além pelos corredores apenas luzes de presença a criarem estranhas sombras.
No dia seguinte, ainda pela manhã deram-lhe alta. Veio a Sofia com o marido buscá-la e ela a sentir-se meio trôpega, de certeza, só por causa dos quase dois dias na cama. Levaram-na de cadeira de rodas até à saída, depois agarrou-se ao braço da filha e o genro trouxe o carro para perto. Estava frio, mas soube-lhe bem o ar fresco e seco daquela manhã de Inverno.
Foram para casa, para a sua casa onde morava com a Sofia, o marido e as netas.
Quando chegaram, quando se encontrou entre as suas coisas, lembrou-se das prendas e do nome da Ritinha. As meninas vieram a correr ter com ela, já estavam em férias da escola. Lembrou-se que tinha de ajudar na cozinha, fazer o seu arroz doce, que logo a família iria estar reunida, estaria com os filhos, o genro, e as netinhas, e que era Natal.

Post 4269 Hoje

Ouvi na televisão de manhã, hoje é dia da alimentação e do pão.
Entretanto, aproveitei a hora do almoço para ir comprar barras de cereais ao Pingo Doce e por ter cartão registado oferecem-me um pão o que achei uma óptima ideia e...só há pouco é que fiz a ligação.
Espero que amanhã seja o dia da lagosta (por acaso até só provei uma vez e não gostei assim muito, ou do caviar (idem, ainda gostei menos), ou então do chocolate, pronto, muito chocolate para compensar.

Post 4268 Livros

(Post ligeiramente atrasado)
Man Booker Prize atribuído a Richard Flanagan pelo  livro "The Narrow Road to the Deep North
"inspirado na experiência de seu pai como prisioneiro dos japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. O livro conta a história de Dorrigo Evans, um cirurgião preso em um campo de trabalhos forçados do Exército japonês ao longo da estrada de ferro entre Tailândia e Birmânia, conhecida como "ferrovia da morte". "Os dois grandes temas desde a origem da literatura são amor e guerra", declarou Anthony Grayling, presidente do juri, ao entregar o prêmio em Londres. "Este é o livro que Richard Flanagan nasceu para escrever". Richard Flanagan, 53, é o terceiro australiano a conquistar o Man Booker Prize  (...) e levou 12 anos para concluir a obra." Visto aqui 
Dele tenho O Livro dos Peixes de Gould que ainda não li.

O Livro dos Peixes de Gould




Post 4266 Manuel Sérgio (Entre o Nevoeiro da Serra, Lisboa , 1961)

Manuel Sérgio (Entre o Nevoeiro da Serra, Lisboa , 1961)


"Enquanto a chuva
Escorrer da minha vidraça
E furar o telhado
Daquele farrapo de homem que além passa
Enquanto o pão
Não entrar com justiça
Lado a lado
Mão a mão
Nem Jesus vem
Andar pelos caminhos onde outros vão
Um dia
Quando for Natal
(E já não for Dezembro)
E o mundo for o espaço
Onde cabe
Um só abraço
Então
Jesus virá
E será
À flor de tudo
O redentor
Universal
(Quando o homem quiser
Será Natal)"


Lembrava-se de algumas palavras deste poema porque o aprendi com nove ou dez anos.
Encontrei-o aqui



quarta-feira, Outubro 15, 2014

Post 4265 1ª tentativa de escrever uma história de Natal

(...)

Tenho neste momento precisamente 50 minutos para escrever história...

(...)

Post 4264 Recapitulando



Foto de capa


Possibilidade de participar na Colectânea Lugares e Palavras de Natal
"A Lugar da Palavra Editora quer editar um livro memorável para este Natal. E gostaria de contar consigo! Participe!
Regulamento
1. O prazo de inscrição para participação na coletânea LUGARES E PALAVRAS DE NATAL e envio de textos decorre até 15 de outubro de 2014.
2. Os textos devem ser enviados em suporte informático (tipo word) e remetidos para editora@lugardapalavra.pt
3. Serão admitidos textos do género lírico (poemas) e narrativo (contos).
4. Cada autor poderá participar com um ou vários textos, que pode(m) ocupar até um máximo de quatro páginas, sendo que cada página corresponde a um conjunto de 1700 caracteres (incluindo espaços) ou 1400 caracteres (sem espaços), para os contos, ou 30 linhas de verso (incluindo espaços de transição de estrofe e eventuais versos demasiadamente longos).
5. A ordem de publicação obedecerá a um critério a definir, posteriormente, pela organização.
6. Os autores podem utilizar pseudónimo, embora sejam obrigados a identificar-se e o seu nome ser incluído na breve biografia a constar do livro.
7. Os autores devem enviar uma curta nota biográfica, que será publicada, com um máximo de 600 caracteres, incluindo espaços.
8. O tema de todos os textos é o Natal e/ou os valores à data associados.
9. No caso de a organização entender que o número de participantes não é suficiente para a edição do livro, os textos serão publicados on.line no site da editora Lugar da Palavra, em www.lugardapalavra.pt e enviado um exemplar em formato pdf a todos os participantes. A organização é soberana na seleção dos textos a incluir na obra.
10. A obra estará disponível em vários pontos de venda, com um preço de venda ao público (PVP) a definir em função do número de páginas, sendo certo que os autores beneficiarão de um desconto de
20% na sua aquisição diretamente à Lugar da Palavra Editora.
11. Todos os textos serão alvo de revisão, com vista a apresentar um trabalho da maior qualidade possível, comprometendo-se, obviamente, a organização a nunca desvirtuar o original do autor.
LUGARES E PALAVRAS DE NATAL regulamento
12. Os participantes disponibilizam os seus textos exclusivamente para a presente publicação, sendo- lhes, obviamente reconhecido o seu direito de autor (pelo qual assumem essa responsabilidade), mas não serão pagos quaisquer direitos patrimoniais. Ou seja: o participante envia textos da sua autoria (se já publicados, com a respetiva autorização competente) e cede-os exclusivamente para o fim em questão, não resultando da sua publicação a obrigação da editora de pagamentos de direitos patrimoniais ao autor.
13. A participação implica a aceitação de todos os termos do presente regulamento.
14. Os casos omissos serão resolvidos pela organização."
Ver mais aqui: https://www.facebook.com/LugaresEPalavrasDeNatal?fref=ts



Tenho precisamente 52 minutos para conseguir escrever uma história,,,,correcção, 51 minutos

Post 4263 Recebido por email da Fnac.pt

terça-feira, Outubro 14, 2014

Post 4262, Sexta-feira, 10.4.14 - Dracula Untold



Drácula: A História Desconhecida, (Dracula Untold) de Gary Shore, com Charlie Cox, Dominic Cooper, Luke Evans, Samantha Barks, Sarah Gadon e Zach McGowan. E talvez porque não tinha grandes expectativas, gostei do filme.
Poster do filme Drácula: A História Desconhecida

Post 4261 DolceVita - Porto invadido pela Idade do Gelo, Outubro 2014








segunda-feira, Outubro 13, 2014

Post 4259 Recebido por email da Bertrand

Post 4258 Livros ebooks em domínio público


Em busca no Google por livros e dona-redonda (porque tenho a ideia que terei criado um blogue só para listar livros). Ver mais aqui e aqui ou em http://www.luso-livros.net/

Aventuras de Dona Redonda capaA História de Dona Redonda e da sua gente capa
"Chico, ao passear um dia na sua bicicleta pelas imediações de uma floresta, encontra dois meninos a brincar. Franz (um rapaz alemão) e Dick (um rapaz inglês), são duas das muitas crianças de toda a Europa que foram mandadas, pelos pais, para Portugal durante a Segunda Guerra Mundial, pois o país posicionara-se como neutro ao conflito e apresentava-se como um local seguro a ataques armados. Completamente alheios à guerra dos pais, as crianças brincam entre si e acabam por entrar pela floresta adentro. Sem se aperceberem, entram num mundo diferente, fantástico, povoado por personagens estranhas, como dragões voadores, robôs amáveis e animais falantes. Como uma espécie de matriarca desse mundo vive aí a Dona Redonda que em companhia dos rapazes, da sua amiga Dona Maluka e de uma menina de cor chamada Zipriti, vai viver uma série de peripécia mirabolantes."
"Dona Redonda, levando a mão aos cabelos — Isto? Isto não quer dizer nada. Há gente nova muito mais velha do que eu. O que conta é por dentro.
Dick — Mas por dentro não se vê!..
Dona Redonda — É preciso termos olhos para ver o que não se vê, e ouvidos para ouvir o que não se ouve."

domingo, Outubro 12, 2014

Post 4257

Previsão no Meteo para próximos dias: chuva, chuva e chuva!

sexta-feira, Outubro 10, 2014

Post 4256 Projecto Pic-Me - Tema Portugal

Primeiro pensei que com este tema iria conseguir "n" fotografias, mas depois começou a parecer-me bem difícil (ocorria-me sobretudo ideia para o Porto, e não para Portugal) e fiquei apenas com as primeiras para publicação quase no final do prazo (para o próximo tema vou ter de me empenhar mais)
Para saber mais sobre o blog que o criou e o projecto Pic Me ver aqui e aqui




Post 4255

Assim que soube que já tinha sido anunciado o prémio Nobel da Literatura pensei logo em passar por uma livraria - queria confirmar se já tinham os livros em dele em destaque. Passei por uma Bertrand em que não tinham nem um. Livrarias e Editoras devem ter sido surpreendidas, mas pelo menos trata-se de um autor com livros já traduzidos e publicados cá.
E eu por acaso tenho a "Dora Bruder" e "No Café da Juventude Perdida", os dois da Asa.
Dora BruderNo Café da Juventude Perdida



4254 - 9.10.14

Hoje (ontem) perdi-me no caminho para cidade local de trabalho.
Quando estava quase a chegar, e seguia pela estrada, devido a um acidente, o trânsito foi desviado para a direita. Comecei a seguir os veículos à minha frente convicta que saberiam para onde ir e com a ideia de que teríamos de virar algures para a direita. Um semáforo separou-me deles. Só por minha conta e apesar de antes ter pedido informações - afinal deveria virar duas vezes à esquerda - a certa altura apercebo-me que estou a ir para uma zona residencial. A condutora que seguia atrás de mim apercebeu-se que eu não fazia a menor ideia de onde estava e inverteu a direcção. Avancei um pouco mais até me convencer que estava mesmo enganada. Inverti também a direcção, virei mais uma vez para o que seria a esquerda e milagre, consegui reencontrar a minha estrada!

quinta-feira, Outubro 09, 2014