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sábado, janeiro 21, 2017

Post 6000 Livros 2017 (11) Um Homem no Jardim Zoológico de David Garnett

Um Homem no Jardim Zoológico de David Garnett
Edição Livros do Brasil, Colecção Miniatura, nº 91

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Do autor li há dias e desta mesma colecção A Mulher-Raposa e aqui, mais uma vez, temos algo estranho tratado com grande normalidade - um homem, depois de uma discussão com a namorada propõe-se ir viver, e consegue, numa jaula no Jardim Zoológico. Como no outro livr,o entre o casal há afecto, mas neste livro temos um final mais feliz.

David Garnett (Brighton, 9.3.1892 - Ontcuq, França, 17.2.1981), escritor editor britânico, membro do grupo de Bloomsbury. Obteve reconhecimento literário quando o seu romance A Mulher-Raposa (lady in to Fox no original) foi agraciado em 1922 com o prémio James Tait Black Memorial de ficção.


Pág. 22
"Em poucos dias prepararam a jaula que o havia de albergar. Ficava na secção dos antropóides e tinha, nas traseiras, um quarto dividido com tabique. parte para alcova, para para banho, Foi oficialmente admitido num Domingo à tarde e apresentado ao tratador Collins, que tinha igualmente a seu cargo o orangotango, o gibão e o chimpanzé."

segunda-feira, janeiro 09, 2017

Post 5982 Livros 2017 (6) A Mulher-Raposa de David Garnett

A Mulher-Raposa de David Garnett

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A transformação de Mrs Tebrick em raposa. 
Não nos é explicado porque aconteceu e contraditoriamente parece ser tudo tratado e analisado com grande  normalidade quanto aos sentimentos e reacções que suscita.
Lembrou-me a Metamorfose de Kafka.
Na contracapa do livro que o antecede:
"O autor de A Mulher-Raposa, David Garnett, é um dos grandes nomes da literatura inglesa contemporânea. Pertencente a uma família de escritores que é ilustre pela acção cultural desenvolvida no seu país, David Garnett não desmereceu dos seus maiores, e criou uma personalidade e um estilo inconfundíveis, A Mulher-Raposa é uma pequena obra-prima, um romance apaixonante. História Fantástica? Subtil análise psicológica de uma alucinação? Delicado romance de amor? Angústiosa tragédia? Uma narrativa contada com a maior naturalidade, com uma humaníssima  compreensão? A Mulher-Raposa é simultaneamente tudo isso. E o leitor emocionado viverá a tragédia daquele excelente homem cuja esposa bem amada se transformou...em raposa."


"Não são assim tão raros os acontecimentos maravilhosos e sobrenaturais; sucedem apenas de forma irregular. Pode haver um século sem prodígios de que se fale, para surgirem, quando menos se espera, em abundância: monstros de toda a espécie cobrem de súbito a terra, cometas iluminam os céus, eclipses aterram a Natureza, cai uma chuva de meteoros, enquanto as sereias e as ninfas tecem os seus enredos, as serpentes do mar engolem todos os barcos ao seu alcance, e terríveis cataclismos afligem a Humanidade. 
Mas o estranho caso que vou contar apareceu isolado num mundo hostil, sem apoio, sem nada de semelhante, e é esta, sem dúvida, a razão por que os homens, pouca atenção lhe deram. Porque a súbita mudança de Mrs. Tebrick em raposa é ponto assente que podemos tentar explicar como quisermos."

David Garnett (Brighton, 9.3.1892 - Ontcuq, França, 17.2.1981), escritor editor britânico, membro do grupo de Bloomsbury. Obteve reconhecimento literário quando o seu romance A Mulher-Raposa (lady in to Fox no original) foi agraciado em 1922 com o prémio James Tait Black Memorial de ficção.