"Quem tropeça é sempre alguém que se distrai a olhar para as estrelas" Vladimir Nabokov (nome do blogue veio do livro para crianças de Virgínia de Castro e Almeida)
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domingo, setembro 18, 2011
sexta-feira, julho 01, 2011
Post MMIII (ou 2003)
Fui ao teatro!
Gosto de novos hábitos ou rituais associados. Primeiro, comprar os bilhetes. Depois jantar perto. Chegar alguns minutos antes, ganhar um folheto sobre a peça (outras vezes, poderia ser também arranjar o livro) aguardar que as portas sejam abertas e ser orientada/conduzida para os lugares (o espaço é um pouquinho apertado, mas as cadeiras são confortáveis). Já sentada olhar em redor para os restantes espectadores e concluir que têm um ar culto e são diferentes do público do cinema, mesmo que o não sejam.Sobre esta peça em concreto, como consegui o livro antes, já conhecia a história e até me lembrava de algumas das frases que foram ditas. Ter-me esquecido um pouco disto, sobretudo para o final, é para mim revelador da qualidade da encenação e dos grandes desempenhos por parte dos actores. Só os ulmeiros do cenário é que não correspondiam de todo ao que mereceriam.
A peça "Desejo Sob os Ulmeiros de Eugene O'Neill foi encenada por Nuno Cardoso. António Capelo, Catarina Lacerda e Cláudio Silva desempenham os papéis de Ephraim Cabot, Abbie Putnam e Eben. Ver mais aqui ou em http://www.tnsj.pt/home/espetaculo.php?intShowID=331
quinta-feira, março 03, 2011
Teatro
Texto: Manuel Poppe
Encenação: Valdemar Santos
Interpretação: Flávio Hamilton, Inah Santos, Miguel Rosa, Odete Môsso, Pedro Carvalho, Pedro Damião
Desenho de Luz: Leunam Ordep
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Gostei muito da peça.
Ir ao teatro, para mim, é menos habitual e tudo parece ter um ritual diferente. A compra dos bilhetes antes, o jantar perto, com a expectativa do que vem a seguir e que é preciso chegar antes da hora marcada (se nos atrasarmos encontramos a porta fechada, não se pode mais entrar e não há uma segunda sessão) os pequenos grupos que se juntam à entrada. Depois lá dentro, a consciência de que é único o que assistimos, mesmo que no dia seguinte haja outra representação da mesma peça, pelos mesmos actores, não será igual.
Gostei de como os actores representaram, dando vida ao conto que já conhecia, gostei da encenação, do efeito das luzes, do ambiente que criaram.
Esta peça ainda vai estar em cena no Teatro Sá da Bandeira até 13 de Março.
quarta-feira, outubro 10, 2007
De novo o teatro
E de novo acabada de chegar vou tratar de redigir um "post" em cinco minutos para depois ir deitar-me. Cá fora vimos a parte final do "Me, My Self & My Love" o "Circus Clown" da Póvoa de Varzim (animação teatral de rua) a seguir fomos ver a "Art of Dying" com Paolo Nani (italiano) e Kristján Ingimarsson (este o mesmo de ontem). Representam uma dupla famosa de palhaços que seguimos mesmo até aos bastidores. "De repente um deles sabe que está a morrer. (...) A vida é feita de milhares e milhares de pequenos "presentes" e até que nos reste apenas um segundo de vida, temos de agradecer como se fosse o presente mais precioso" (retirado do folheto). Esta produção está nomeada para um Reumert, o óscar do teatro dinamarquê. Há uma parte em que atiram bonecos de peluche para o público que os devolve. Embora não saiba se terão devolvido todos os bonecos e me tenham dito que a graça está em atirar-lhes de volta os bonecos, pensei que se me atirassem um, gostaria de ficar com ele.
segunda-feira, outubro 08, 2007
13º Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia

Acabei quase agora mesmo de chegar a casa. Liguei o computador, respondi a comentários do anterior "post" e agora eis-me a escrever um novo post sobre donde vim... e... vim da Maia! De 5 a 14 de Outubro, no Forum da Maia está a decorrer o 13º Festival Internacional de Teatro Cómico. Foi a 1ª vez que fui e estive a assistir a "Mike Attack" de Kristján Ingimarsson. Nasceu na Islândia em 1968, emigrou para a Dinamarca em 1982 para estudar na Shool of Stage Arts e em 1998 fundou o Neander Theatre, do qual é o director artístico. Sozinho no palco, com um incrível trabalho de mímico pôs a plateia (eu inclusive, mas menos que a maioria porque sou muito reservada...) a rir e a participar. Gostei e se puder tenciono voltar uma outra noite para assistir a outro espectáculo.
domingo, julho 29, 2007
Museu, jazz e teatro
No sábado de manhã fui conhecer o Museu da Quinta de Santiago, numa visita guiada com histórias sobre a família que lá morou e sobre os quadros que estão expostos de Augusto Gomes, António Carneiro e Agostinho Salgado.
De tarde arranjei companhia para ir ao jazz no parque em Serralves. Ouvimos a orquestra de jazz de Matosinhos em parceria com o compositor John Hollenbeck e Theo Bleckmann (voz). Tocaram ao pé da casa de chá, no meio das árvores do jardim. Um sítio lindíssimo, sobretudo neste altura do ano e à medida que a tarde avançava e a sombra descia. Na primeira música reproduziam sons de pássaros e outros animais, e na penúltima, a letra era um poema de William Blake. John Hollenbeck apresentou as músicas, com algum sentido de humor e Theo Bleckmann tem uma voz especial.
Depois fomos ao teatro, à Academia Contemporânea do Espectáculo, ver a peça "Cruzadas" de Michel Azama. Prova da aptidão final dos alunos finalistas que representaram com autenticidade e força, personagens vivos e mortos, no meio de uma guerra e de uma cidade em ruínas, com crianças a matar e a morrer, sem tempo sequer para arranjar memórias.
domingo, maio 20, 2007
Peça "Conferências"

Sábado à noite fui de novo ao Forum Cultural de Ermesinde ver o último trabalho do Grupo Casca de Nós: “Conferências”. Trata-se de uma peça construída a partir de monólogos de Anton Tchekov e Raúl Brandão. No primeiro monólogo, a "conferência" de Sarah Bernardt, que declara como seu melhor desempenho, morrer. Seguiu-se a história de Nioukhine, que se apresenta como tendo vindo para levar a cabo uma “conferência” sobre os malefícios do tabaco «porque a sua mulher mandou». O último monólogo conta-nos a vida de Teles, um antigo magistrado condenado por corrupção que se afirma um sonhador mesmo quando tudo se desmorona à sua volta.
domingo, maio 06, 2007
Teatro - Peça "Boca de Fogo"
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Na sexta feira fui com umas amigas ao Forum Cultural de Ermesinde (que ainda não conhecia) ver a peça Boca de Fogo. Texto de Manuel Poppe, encenação e dramaturgia de Júnior Sampaio, pelo ENTREtanto TEATRO e a Seiva Trupe. No final foram entregues os diplomas aos actores que terminavam a acção de formação e que com grande empenho se entregaram à peça. Fixei algumas das frases que repetiam e o início (da humanidade) que me fez lembrar uma floresta escura e com sons de animais selvagens.




(fotografias tirada do Google)
sábado, abril 28, 2007
A excepção e a regra
Ontem à noite fui com um amigo a Coimbra, ver em estreia a peça de Brecht "A excepção e a regra" encenada por Julio Castronuovo, no Museu dos Transportes. É um espectáculo do 3º ano do Curso de Teatro Educação da ESEC, com a colaboração e produção de O Teatrão.
Gostei muito da peça e acho que foi a primeira vez que fui a uma estreia.


(Fotografias tiradas do Google)
Além da peça também gostei do passeio à noite por Coimbra.
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