"Quem tropeça é sempre alguém que se distrai a olhar para as estrelas" Vladimir Nabokov (nome do blogue veio do livro para crianças de Virgínia de Castro e Almeida)
terça-feira, outubro 31, 2017
sexta-feira, outubro 27, 2017
Post 6445 - E novo Concurso Literário - Divulgação
"11º CONCURSO Literário – “A CULPA”
Teresa Queiroz
Até1 de Dezembro de 2017 ! Não há "desculpa" para não participar PREMIAMOS TALENTO! Cá vos esperamos
11ª CONCURSO Literário – “A CULPA”
11ª CONCURSO Literário – “A CULPA”
- Prémio para o melhor TEXTO baseado no mote sugerido:
– Edição de um livro de Autor pela chancela da PAPEL D`ARROZ ( Grupo Múltiplas Histórias).
Atenção- é um texto a concurso. Não deveremos atribuir limites de extensão nem formatação.
Só serão aceites trabalhos em prosa.
Só serão aceites trabalhos em prosa.
Regulamento:
11º Concurso Literário da PAPEL D`ARROZ EDITORA.
Depois dos prémios já atribuídos nos nossos Concursos Literários
continuamos a acreditar que esta será a melhor forma de premiar o vosso talento, a vossa participação e toda a vossa criatividade.
continuamos a acreditar que esta será a melhor forma de premiar o vosso talento, a vossa participação e toda a vossa criatividade.
A CULPA!
Tantas vezes a culpa “morre solteira”
Tantas vezes nos atribuímos “culpas” que não nos srvem
e
Tantas vezes sabemos bem… de quem é A CULPA!
Tantas vezes a culpa “morre solteira”
Tantas vezes nos atribuímos “culpas” que não nos srvem
e
Tantas vezes sabemos bem… de quem é A CULPA!
Aqui fica o desafio
Contem-nos em forma de história - a história – duma CULPA qualquer…
Procuramos histórias de vida – de culpa e de desculpa
reias
imaginadas
vividas ou ainda por viver
felizes
menos felizes
e
com toda a arte criativa que a escrita vos permite.
reias
imaginadas
vividas ou ainda por viver
felizes
menos felizes
e
com toda a arte criativa que a escrita vos permite.
Aqui fica o desafio
A CULPA
Regulamento Concurso Literário:
Regulamento Concurso Literário:
- Cada concorrente deverá enviar um texto sobre o tema
”A CULPA”
”A CULPA”
por mail (papellivros@gmail.com).
- O texto deverá ser enviado em formato word.
- O texto deve ser enviado com correcção ortográfica.
- Uma nota de Autor (pequena biografia).
- Uma foto.
- Os vossos TEXTOS deverão ser enviadas até dia 1 de Dezembro de 2017
- Cada concorrente deverá enviar apenas um TEXTO
- Caso queiram adoptar um pseudónimo, deverão mencionar a vossa vontade no mail que enviarem com o texto a Concurso, se for o caso, quando procedermos à divulgação dos textos no Blogue, não será publicada a foto de Autor.
- Os vossos TEXTOS serão publicadas na página da PAPEL D´ARROZ e no Blogue Da PAPEL D´ARROZ EDITORA – após o dia 1 de Dezembro de 2017.
- O júri é será composto por
Teresa Maria Queiroz - (escritora)
e
pelos membros do departamento editorial do Grupo Múltiplas Histórias.
e
pelos membros do departamento editorial do Grupo Múltiplas Histórias.
- Será sempre tida em conta aceitação e os comentários a cada texto, por parte dos seguidores da página da PAPEL D`ARROZ EDITORA e do Blogue da PAPEL D´ARROZ EDITORA.
(embora não seja um parâmetro de avaliação dos textos, por parte do júri)
(embora não seja um parâmetro de avaliação dos textos, por parte do júri)
Vamos gostar e partilhar a página com todos os nossos amigos.
O autor do TEXTO vencedor irá editar o seu livro com a PAPEL D´ARROZ EDITORA (sem qualquer custo para o autor).
BEM VINDOS!
- O vencedor será notificado por mail e através dos canais de comunicação da PAPEL D´ARROZ EDITORA.
AO TRABALHO!
BOA SORTE A TODOS!
BOA SORTE A TODOS!
TMQ - CEO - Grupo Múltiplas Histórias"
Post 6444 - Possibilidade de se participar em Colectânea - Divulgação
"CORDA BAMBA Vol.II
histórias (des)equilibradas - dançando numa corda bamba...
Regulamento de participação:
- Podem participar todos os Autores de Expressão Lusófona - maiores de idade.
- Deverão enviar a vossa história - em formato word
a história enviada não deverá ultrapassar as 5 páginas de formato A4 - em times new roman - pts 12.
Só serão aceites os trabalhos enviados nestas condições.
a história enviada não deverá ultrapassar as 5 páginas de formato A4 - em times new roman - pts 12.
Só serão aceites os trabalhos enviados nestas condições.
- A história deverá ser enviada com uma primeira revisão efectuada.
Faremos a segunda revisão.
Faremos a segunda revisão.
- Deverão enviar a vossa história até dia 15 de Dezembro de 2017
(será uma edição para iniciar o ano novo!)
(será uma edição para iniciar o ano novo!)
mail para envio de histórias e contacto:
pastelariastudios@gmail.com
(todo o contacto entre editora e autores participantes será feito através deste endereço de mail)
(todo o contacto entre editora e autores participantes será feito através deste endereço de mail)
- Necessitamos que nos enviem:
- Nome de Autor ou pseudónimo
- mail e telefone para contacto
- Bibligrafia (obras em que participaram e obras individuais)
- mail e telefone para contacto
- Bibligrafia (obras em que participaram e obras individuais)
o resto... é simples
:)
Os Autores não cedem os direitos da história enviada - à editora.
Não haverá qualquer pagamento de inscrição.
Os autores participantes deverão adquirir um exemplar da obra finalizada - podendo reservar todos os exemplares que entender.
Não haverá qualquer pagamento de inscrição.
Os autores participantes deverão adquirir um exemplar da obra finalizada - podendo reservar todos os exemplares que entender.
Cá vos esperamos!
Ao trabalho... porque nos pediram prosa - com "espaço" para desenvolver uma história!
Ao trabalho... porque nos pediram prosa - com "espaço" para desenvolver uma história!
Corda Bamba - Vol. I - FOI EM 2012|
Corda bamba - Vol. II - Será editada em 2018!
6 anos depois...
:)
Corda bamba - Vol. II - Será editada em 2018!
6 anos depois...
A Edição estará a cargo de - Pastelaria Studios Editora - GMH
Para podermos organizar toda a produção desta obra - POR FAVOR - reserve o seu espaço nesta colectânea - para o mail: pastelariastudios@gmail.com -
enviando a sua história posteriormente - OBRIGADA
enviando a sua história posteriormente - OBRIGADA
TMQ - CEO - G. Múltiplas Histórias"
quinta-feira, outubro 26, 2017
quarta-feira, outubro 25, 2017
Post 6442 - Workshop de fotografia - Divulgação
No El Corte Inglês em Vila Nova de Gaia, no dia 28 de Outubro, pelas 18.30 horas
ver mais aqui
ver mais aqui
"Gabriel Soeiro Mendes especializou-se em fotografia de rua e viagem, sendo autor do blogue “Uma Foto Uma História” e vencedor do prémio do Melhor Blogue de Fotografia de Viagens três vezes consecutivas.
Irá apresentar um workshop onde falará da sua experiência em viagens."
terça-feira, outubro 24, 2017
segunda-feira, outubro 23, 2017
Post 6440 - Escrever - Divulgação
Passatempo "A tua história começa aqui". A Bertrand dá palco à tua escrita.
Ver mais aqui
Tema
"Este Natal troque o mundo digital pelo mundo real, troque os telemóveis pelas pessoas: ofereça um livro e fiquei mais perto de quem lhe toca"
sábado, outubro 21, 2017
Post sem número
Do not stand at my grave and weep
I am not there. I do not sleep.
I am a thousand winds that blow.
I am the diamond glints on snow.
I am the sunlight on ripened grain.
I am the gentle autumn rain.
When you awaken in the morning's hush
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circled flight.
I am the soft stars that shine at night.
Do not stand at my grave and cry;
I am not there. I did not die.
“Native American Prayer“:
(que será uma adaptação do poema de Mary Elizabeth Frye e não uma antiga oração dos indios na América até por não estar de acordo com as suas crenças)
I give you this one thought to keep
I am with you still
I do not sleep.
I am a thousand winds that blow,
I am the diamond glints on snow,
I am the sunlight on ripened grain,
I am the gentle autumn rain.
When you awaken in the morning’s hush,
I am the sweet uplifting rush,
of quiet birds in circled flight.
I am the soft stars that shine at night.
Do not think of me as gone
I am with you still in each new dawn.
E do comentário de MJ FALCÃO do blogue O Falcão de Jade
Emily Dickinson:
“Caíram como neve,
caíram como estrelas
ou pétalas de rosa
quando de súbito, em Junho,
o vento lhes tocou.”
“A minha única imagem do Paraíso é um grande céu azul mais azul e mais vasto do que o maior céu azul de Junho. Nele estão todos os meus amigos.”
O Quarto Ao Lado
A morte não é nada ... Eu apenas fui para o quarto ao lado. Eu sou eu, e tu és tu. Seja o que for que tenhamos sido um para o outro continuamos a ser
Chama‑me pelo meu nome de sempre, conversa comigo da forma espontânea que sempre usaste.
Não uses um tom diferente, não faças um ar forçado de solenidade ou mágoa.
Ri como sempre rimos das pequenas brincadeiras que nos divertiam aos dois.
Brinca … ri … pensa em mim … reza por mim.
Deixa o meu nome continuar a ser o nome familiar que sempre foi, deixa-o ser falado sem ênfase, sem qualquer sombra.
A vida tem todo o significado que sempre teve. É a mesma que sempre foi
Não houve nenhuma quebra de continuidade.
O que é a morte além de um pequeno acidente?
Porque deveria ficar fora do teu coração só porque estou fora da tua vista? Eu estou à tua espera, este é só um intervalo.
Algures muito próximo, logo a seguir à esquina.
Está tudo bem.
De um Sermão feito pelo Canon Henry Scott Holland no Domingo de Ramos de 1910
Para Sempre
Carlos Drummond de Andrade
Por que Deus permite
Que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite
É tempo sem hora
Luz que não apaga
Quando sopra o vento
E chuva desaba
Veludo escondido
Na pele enrugada
Água pura, ar puro
Puro pensamento
Morrer acontece
Com o que é breve e passa
Sem deixar vestígio
Mãe, na sua graça
É eternidade
Por que Deus se lembra
- Mistério profundo -
De tirá-la um dia?
Fosse eu rei do mundo
Baixava uma lei:
Mãe não morre nunca
Mãe ficará sempre
Junto de seu filho
E ele, velho embora
Será pequenino
quinta-feira, outubro 19, 2017
Post... Desafio de escrita 6/10 O Bilhete
Ana
não sabia o que a fez ver e apanhar do chão, do meio da rua, aquele bilhete meio
rasgado.
Ia
a atravessar sem ser pela passadeira, mas ciente que o pouco movimento não a
colocava em perigo – só de quando em quando passava algum carro e era quase
sempre alguém perdido, hesitante em velocidade reduzida antes de inverter a
direcção – quando o viu. Teria sido empurrado para ali pelo vento e aprisionado
pelos paralelepípedos até que uma rabanada mais forte dali o levasse ou que com
o tempo se desintegrasse e para sempre desaparecesse.
O
papel era de qualidade, pela espessura e cor, e alguém lá tinha escrito algo,
não impresso, mas manuscrito com uma letra muito bonita:
Minha querida
Não quero nem consigo dizer-te
adeus.
Diz-me se poderei ter alguma
esperança e esperarei por ti.
Se não me responderes, ir-me-ei
embora para sempre.
Nada
mais se percebia, água ou lama tinha diluído a tinta.
Nunca
o Jaime lhe tinha escrito nada manuscrito, tinham apenas trocado sms e emails,
mas não teve dúvidas que o papel era dele. Ele devia ter colocado o bilhete no
seu carro quando se tinham despedido na noite anterior. Imaginou-o a prendê-lo
no pára-brisas. Perturbada como estava, ela não reparara nele e o papel voara
até ficar preso ali. Já hesitava e se arrependia da sua decisão de terminarem,
e aquele gesto tão romântico foi decisivo. Com aquela fachada de indiferença
ele era afinal romântico e sensível.
Ligou-lhe.
Não
ficou tudo resolvido mas conseguiram retomar de onde estavam.
E
viveram mais ou menos felizes por um ano e meio até ela descobrir uma lista que
ele fizera de itens para a oficina.
A
letra não era a mesma.
quarta-feira, outubro 18, 2017
Post sem número
Do not stand at my grave and weep
I am not there. I do not sleep.
I am a thousand winds that blow.
I am the diamond glints on snow.
I am the sunlight on ripened grain.
I am the gentle autumn rain.
When you awaken in the morning's hush
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circled flight.
I am the soft stars that shine at night.
Do not stand at my grave and cry;
I am not there. I did not die.
“Native American Prayer“:
(que será uma adaptação do poema de Mary Elizabeth Frye e não uma antiga oração dos indios na América até por não estar de acordo com as suas crenças)
I give you this one thought to keep
I am with you still
I do not sleep.
I am a thousand winds that blow,
I am the diamond glints on snow,
I am the sunlight on ripened grain,
I am the gentle autumn rain.
When you awaken in the morning’s hush,
I am the sweet uplifting rush,
of quiet birds in circled flight.
I am the soft stars that shine at night.
Do not think of me as gone
I am with you still in each new dawn.
E do comentário de MJ FALCÃO do blogue O Falcão de Jade
Emily Dickinson:
“Caíram como neve,
caíram como estrelas
ou pétalas de rosa
quando de súbito, em Junho,
o vento lhes tocou.”
“A minha única imagem do Paraíso é um grande céu azul mais azul e mais vasto do que o maior céu azul de Junho. Nele estão todos os meus amigos.”
O Quarto Ao Lado
A morte não
é nada ... Eu apenas fui para o quarto
ao lado. Eu sou eu, e tu és tu. Seja o que for que tenhamos sido um para o
outro continuamos a ser
Chama‑me
pelo meu nome de sempre, conversa comigo da forma espontânea que sempre usaste.
Não uses um
tom diferente, não faças um ar forçado de solenidade ou mágoa.
Ri como sempre
rimos das pequenas brincadeiras que nos divertiam aos dois.
Brinca … ri
… pensa em mim … reza por mim.
Deixa o meu
nome continuar a ser o nome familiar que sempre foi, deixa-o ser falado sem
ênfase, sem qualquer sombra.
A vida tem
todo o significado que sempre teve. É a mesma que sempre foi
Não houve
nenhuma quebra de continuidade.
O que é a
morte além de um pequeno acidente?
Porque
deveria ficar fora do teu coração só porque estou fora da tua vista? Eu estou à
tua espera, este é só um intervalo.
Algures
muito próximo, logo a seguir à esquina.
Está tudo
bem.
.
De
um Sermão feito pelo Canon Henry Scott Holland no Domingo de Ramos de 1910
Para Sempre
Carlos Drummond de Andrade
Por que Deus permite
Que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite
É tempo sem hora
Luz que não apaga
Quando sopra o vento
E chuva desaba
Veludo escondido
Na pele enrugada
Água pura, ar puro
Puro pensamento
Morrer acontece
Com o que é breve e passa
Sem deixar vestígio
Mãe, na sua graça
É eternidade
Por que Deus se lembra
- Mistério profundo -
De tirá-la um dia?
Fosse eu rei do mundo
Baixava uma lei:
Mãe não morre nunca
Mãe ficará sempre
Junto de seu filho
E ele, velho embora
Será pequenino
Feito grão de milho
No depois
Há momentos em que não me apetece continuar,
momentos em que me sinto dormente,
momentos em que ajo, sinto com aparente normalidade,
mas é só à superfície
Não quero viver num mundo em que não estás
Post 6435 - Hoje no Google
"Para assinalar o 66º aniversário do Estúdio de Música Eletrónica WDR. conhecido como o primeiro estúdio de música moderna, tornou-se um paraíso para músicos e produtores inovadores em todo o mundo. Foi aqui que os sons sintetizados eletronicamente foram misturados para criar um género de música totalmente novo que muitos amaram e ainda amam." Visto aqui
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