segunda-feira, fevereiro 10, 2020

Post 7334 - Para receitas

- Cebola picada em azeite e vamos estrear o Wok,
Mix de cogumelos do Pingo Doce cortados em quadradinhos, um pouco de pimento vermelho cortado em quadradinhos, bacon idem, tudo para o wok, sal, pimenta, pimenta cayene, pimentão doce, e juntamos um ovo mexido;


- Peito de peru forrado com alheira sem pele, tudo para o forno com cebola, azeite, pimenta e pouco sal,

sexta-feira, fevereiro 07, 2020

Post 7333 - Desafio de escrita dos pássaros #2.2 É que isso de médicos, nunca fiando




É que isso de médicos, nunca fiando

Em casa de ferreiro espeto de pau.
 O que fará um médico quando fica doente?
Vai ver a bruxa, marca uma consulta com o Prof. Mambdu ou assalta outro médico, onde calha de o encontrar, num restaurante, no meio de um jantar romântico (agora pelo dia 14/2) no elevador ou no parque de estacionamento escuro e vazio: “Colega tem um minuto? É que estou aqui com uma dorzita…”
Desconfio que serão como cada um de nós, de todas as cores e feitios, a evitar exames e consultas há não sei quanto tempo, mas já foram anos? Ou hipocondriacamente a correrem para novas consultas: este sinal aumentou 0,000002 mm, não será de fazer alguma coisa?
Talvez também cometam o erro de ir à net quando suspeitam de algo de outra especialidade,  e saiam de lá com a convicção profunda que, ao invés de uma maleita tropical apanhada sem dúvida nas férias do ano passado. ou no anterior, quando até foram a outro Continente (não o do Hipermercado), têm é cinco ou seis doenças inoperáveis e mortais.
E como serão os seus congressos? O que é que oferecem por lá? Férias e medicamentos? Ou um cafezinho em copo de plástico e por 0,70 €?
Será que há médicos a lerem isto?
Se por acaso assim for, tenho o maior respeito pela vossa classe, até poderia ter tentado ser médica (se a ideia de memorizar nomes de doenças, químicos, e procedimentos não me assustasse e ver sangue ainda mais – até quando doava não olhava) e estou anónima - e se algum souber quem escreve neste blogue, não sou eu, algum personagem estranho abeirou-se do computador enquanto eu dormia ao lado, sem me querer ir deitar antes de escrever o texto para o Desafio - escreveu isto e enviou, - que chatice! mas o importante é lembrar: não sou eu (mas conta para o desafio).

quinta-feira, fevereiro 06, 2020

Post 7332 - Desafio de Escrita (47/19) 4/10 Uma mulher corajosa



Parecia que aquele seria um dia igual aos outros.
Anunciava-se como quente, mas estávamos perto do Verão.
De manhã cedo o trânsito era intenso. Muitos iriam para os empregos, entre carrinhas e camiões pesados que levavam e distribuíam mercadoria.
A um dos pesados, quando acelerava, rebentou um pneu e entrou em despiste.
Foi um milagre que não acertasse em nenhum outro veículo. O seu condutor também terá tentado desviar-se. Ouvimos o chiar dos travões e acabou por descair no desnível para uma ribanceira. O atrelado fez peso sobre o reboque e virou, com um estrondo forte, imobilizando-se por fim, meio de lado. Em redor apercebemo-nos que vazara combustível. Estava muito calor e via-se fumo a sair de trás.
O condutor estava ferido e não conseguia sair da cabine. Ligou-se para as Emergências, mas não sabíamos quando iriam chegar. Entretanto aquilo podia pegar fogo.
Eu tive medo, mas vi quando uma mulher magrinha saiu do seu carro e foi para lá.
Dois ou três outros condutores parecia que iam segui-la, mas nessa altura houve uma explosão no reboque atrás e estacaram.
Tinha pegado mesmo fogo, mas ela continuou.
Conseguiu soltar o condutor do cinto e puxou-o para fora. Ele estava ferido, e apoiou-se nela, deram os dois, cinco ou seis passos, e ela conseguiu aguentar com ele que parecia ter o dobro do seu tamanho. Quando estavam mais perto as pessoas em redor ajudaram-nos.
Pouco depois o fogo chegava à cabine e ao motor. Recuámos quando ouvimos a explosão. Por segundos não os tinha apanhado, por segundos não apanhou o motorista.
A ambulância chegou e reparei que o carro da senhora já lá não estava.
Com o senhor já fora de perigo, ela simplesmente tinha ido embora.
Nunca a esqueci como imagino também nunca o terá sido por aquele que salvou.

domingo, fevereiro 02, 2020

Post de Domingo de 2.2.2020

(com tantos 2 tinha de haver um post)
(a editar...)

E por aqui estiveram 20º ou 22º

sábado, fevereiro 01, 2020

Post 7330 - Divulgação -"Dica" aprendida hoje

Se por acaso tivermos uma fechadura que poderá estar com ferrugem, não é boa ideia colocarmos óleo ou sabonete que até poderá estragá-la, podemos (devemos) é usar a grafite, raspando os bicos dos lápis

sexta-feira, janeiro 31, 2020

Post 7329 - Bolo de chocolate sem farinha - Receita ainda não experimentada, mas já provada

Bolo de chocolate
- 4 ovos;
- 200 gramas de chocolate e 180 gramas de manteiga, derreter, 3 minutos´
- Forno 180º, 20, 25 minutos

Post 7328 - Desafio de Escrita dos Pássaros 2.1 - Acho que a coisa não vai correr bem

Adoro conduzir
Excepto...
Se estiver a chover muito, com má visibilidade e lençóis de água;
Se estiver tanto vento que faz com que carro estremeça;
Se estiver tanto nevoeiro que ao mesmo tempo receio bater no da frente e levar com o que vem atrás;
Se não conheço o caminho;
Se apanho com o sol de frente;
Se é de noite, e está tudo escuro;
Se levo passageiros (gosto de dar boleias mas fico muito preocupada com a sua segurança e em não fazer nenhuma asneira à frente dele(s) como subir um passeio ao estacionar);
Se no Inverno o aquecimento de carro está avariado;
Se a rádio é que avariou e não tenho música;
Se está muito trânsito e passo o tempo em pára e arranque;
Se estou engripada ou constipada ou com dor de cabeça;
Se estou atrasada;
Se tenho de andar às voltas à procura de sítio para estacionar;
Se as ruas estão cheias de pessoas, muitas delas distraídas a atravessarem sem olhar;
Fora estas pequenas situações (para já o que me lembro) adoro conduzir!

MAS

Devo admitir que nem sempre foi assim e cheguei a pensar que nunca iria ter a carta de condução.
As aulas de código e o exame escrito correram bem, os dois exames, porque entretanto com dois chumbos na condução, prescreveu o primeiro e tive de o repetir.
Mas quando ia começar as aulas de condução e deparei com o meu Instrutor pensei para mim "acho que a coisa não vai correr bem".
Calhou-me um professor com certa idade, extremamente calado e que poderia já estar cheio de dar aulas, sobretudo a uma aluna sem jeito nenhum,como eu.
Fixei a expressão que mais utilizou comigo: "Mexa-me esses braços" - como nos estacionamentos, e eu até queria mexê-los só não sabia muito bem para onde virar o volante.
A única vez em que foi mais simpático, foi quando um condutor que incrivelmente seria mais azelha do que eu, veio contra nós e nos bateu. Nessa altura fui promovida da aluna incompetente a possível testemunha. Foi um momento lindo.
Entretanto, a coisa não correu mesmo bem porque chumbei no exame, mas consegui um professor mais simpático e... chumbei de novo. E à terceira, com um instrutor intermédio na simpatia, passei! (já não deveriam querer ver-me lá de novo e passaram-me).


Post 7327 - Livros 2020 (10) Fae's Captive 4º - Beyond the Mountain de Lily Archer

Beyond the Mountain 4 de Lily Archer

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Post 7326 - Livros 2020 (9) Fae's Captive - 3 - Bite of Winter de Lily Archer

Fae's Captive 3 - Bite of Winter de Lily Archer

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Post 7325 - Livros 2020 (8) Fae's Captive 2 - Road to Winter de Lily Archer

Fae's Captive  2 - Road to Winter de Lily Archer


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Post 7324 - Livros 2020 (7) Fae´s Captive 1º Lily Archer

Fae´s Captive 1º Lily Archer

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quinta-feira, janeiro 30, 2020

Post 7323 - Desafio de Escrita (47/19) - 3/10 A mensagem - Não há estrelas no céu




Não há mais estrelas no céu.
Acordara para o que pensara ser um dia normal. Quando tomava café ouviu o som da mensagem. Não foi ver logo, pensou que seria publicidade. Tomou primeiro duche, até para acordar de vez. Luz electrica ligada, a água quente a embaciar o espelho e o vidro da janela. Ainda não nascera o sol. Desligou por instantes de contar o tempo e levou com o choque da água fria. Pensou mais uma vez que teria de substituir o esquentador. Vestiu‑se, pegou nas chaves, no telemóvel e foi ver a mensagem:
“ACABOU!” 
Era da Lia.
Teve de se sentar. Faltou-lhe o ar, à sua volta tudo ficou escuro.
Mas não iam só dar um tempo? Ela precisava de espaço para se dedicar à tese. Palavras delas. Bem que ele desconfiara que seria outra coisa. Se calhar aquele colega, sempre tão simpático, fizera-lhe a cabeça. Ela dissera-lhe que estava a ser tolo. “O Jaime é casado”. Casado, pois sim. Às tantas, deixara a mulher para ficar com a Lia.
Voltou a ler a mensagem. Tinha sido enviada às sete da manhã. Eram quase oito. Ligou-lhe e como já previa, ela não atendeu. Foi para as mensagens. Ouviu o bip e desligou.
Decidiu que ia falar com ela em pessoa. Em piloto automático meteu-se no carro em direcção ao trabalho dela. Tudo lhe parecia cinzento e indistinto. Quando chegou, o Porteiro reconheceu-o e deixou-o entrar.
Subiu com um peso no coração que o deixava por dentro gelado e agoniado. Não conseguiu não pensar que seria a última vez que subiria aquelas escadas. Não ia implorar, até porque conhecendo-a, não adiantava.
Ela viu-o e veio ter com ele. Sorria e abraçou-o.
- “Mas e a mensagem”, disse-lhe, mostrando-lhe o telemóvel.
Ela olhou: “era para o Jaime, acabei a tese.”


terça-feira, janeiro 28, 2020

Post 7322 - 2º Desafio de Escrita dos Pássaros - divulgação



42 participantes (eu incluída, espero desta vez conseguir ler todos os textos de cada tema)

3ª Face escreve aqui
Alexandra escreve aqui
Alice Barcellos escreve aqui
Ana Catarina escreve aqui
Ana de Deus escreve aqui
Ana Isabel Sampaio escreve aqui
Ana Sofia Neves escreve aqui
Biiyue escreve aqui
BlaBlaBla escreve aqui
Caracol escreve aqui
Catarina Reis escreve aqui
Charneca em Flor escreve aqui
Daniela Maciel escreve aqui
Drama escreve aqui
Fatia escreve aqui
Fátima Cordeiro escreve aqui
Flora Aka Alfa e Bárbara escrevem aqui
Gabi escreve aqui
Gonçalo Gonçalves escreve aqui
Inês Norton escreve aqui
Inês Pereira escreve aqui
Insensato escreve aqui
Isabel Silva escreve aqui
Joana Rita Sousa escreve aqui
João Lopes escreve aqui
José da Xã escreve aqui
Lara Monteiro escreve aqui
Magda escreve aqui
Maki escreve aqui
Mami escreve aqui
Maria Araújo escreve aqui
Maria escreve aqui
Mariana escreve aqui
Miss Lollipop escreve aqui
Miss X escreve aqui
Mula escreve aqui
Pedro Vorph Valknut escreve aqui
Roselia Bezerra escreve aqui
Silvana escreve aqui
Teoria do Nada escreve aqui
Tótó escreve aqui
Triptofano escreve aqui

Post 7321 - Cinema na televisão O Coro



O Coro (Boychoir) de François Girard, com Dustin Hoffman, Josh Lucas, Kathy Bates

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domingo, janeiro 26, 2020

Post 7320 - Domingo, 26 de Janeiro de 2020

Almoço a oito (eu, N, R, I, C, M, M e B) em Leça




Post 7319 - Livros 2020 (6) Na Sombra da Minha Irmã de Sarah Pekkanen



 Na Sombra da Minha Irmã de Sarah Pekkanen

Bertrand.pt - Na Sombra da Minha Irmã

Sinopse no site da Bertrand
"Lindsey e Alex são irmãs gémeas. Partilham o mesmo dia de nascimento, os mesmos genes, e ainda assim não poderiam ser mais diferentes.
Em criança, Lindsey sempre teve de lutar para evitar ser eternamente a segunda. Por isso, quando aos vinte e nove anos, depois de dedicar a sua vida ao trabalho e carreira, está finalmente prestes a obter uma grande promoção, ela acredita ter conseguido ser a primeira em algo. Mas numa noite devastadora, devido a um golpe baixo de uma colega e muito champanhe, ela perde o seu sonho.
Deixando para trás a brilhante Manhattan, ele volta para casa dos pais no Maryland, onde a aguarda uma amarga surpresa: Alex, de facto, não só se vai casar com o Sr. Perfeição, mas flerta descaradamente com o amigo de infância de Lindsey, o único que sempre preferiu a irmã menos encantadora.
É como se o mundo desabasse pela segunda vez em poucos dias; mas um novo emprego e um encontro inesperado irá permitir a Lindsey reconstruir o relacionamento com Alex e descobrir um lado de si mesma que ela nunca teria imaginado."
Ver mais aqui

sexta-feira, janeiro 24, 2020

quinta-feira, janeiro 23, 2020

Post 7317 - Desafio de Escrita 2/10 - Jardim Público




No Inverno o jardim público era um pouco assustador.
As árvores despidas erguiam os ramos em garras para os céus cinzentos e, quando havia nevoeiro, jogavam macabramente às escondidas, escondendo-se para logo depois, empurradas pelo vento, se atravessarem à frente de quem pouco antes não as via.
Por lá, apenas então passavam, além dos donos de cães e cãezinhos, todos meio gelados, os corajosos e apressados, por um atalho por eles criado – transformaram com os seus passos repetidos, um espaço que seria de relva, em carreiro ou caminho.
No Verão tudo mudava. Em vários tons de verde refulgiam árvores, arbustos e relvas, chilreavam pássaros, zumbiam abelhas e vespas.
Regressava de tarde a brigada dos reformados, substituídos quando anoitecia pelos adolescentes rebeldes, com pontas de cigarros e bebidas compradas no supermercado. Assemelhavam-se os dois grupos nos seus elementos, os que contavam histórias e os que sobretudo ouviam.
Na hora do almoço, estudantes e trabalhadores dividiam os bancos e as sombras, para desembrulharem as merendas, abrirem lancheiras ou devorarem lanches comprados quentes no Café da esquina.
Ao fim-de-semana vinham passear para lá namorados e pais com meninos pequenos, ainda sem telemóvel, para que apanhassem sol. Um deles com sete anos sérios era o Paulo, disléxico e hiperactivo, ainda não se integrara na escola, não percebia o que os pais queriam quando lhe diziam para brincar ali.
Num dia de sol apareceu por lá um cãozinho. Jovem e esperto, fugia de todos, dos reformados e adolescentes, estudantes e trabalhadores. Apesar do seu curto passado. alguns pontapés tinham-no deixado meio assustado.
No sábado seguinte, Paulo e o cãozinho, baptizado depois pelo primeiro, Rob, descobriram-se um ao outro.
Rob, pela primeira vez desde que ali chegara, confiou em alguém. Paulo conseguiu que os pais o aceitassem.
E descobriu como brincar. Com o Rob, claro.

quarta-feira, janeiro 22, 2020

Post 7316 - Cinema na televisão - Caçadora de Dragões (The Last Dragonslayer)

Caçadora de Dragões (The Last Dragonslayer) - Jennifer Strange, de Jamie Maguns Stone, argumento Tom Edge e Jasper Fforde (o autor do livro), com Adeel Aktar, Matt Berry, Danielle Bjelic
Num mundo de fantasia onde a magia está a ser destruída pela tecnologia, uma orfã descobre o seu destino.

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Post 7315 - Livros 2020 (5) História de Um Grande Amor de Julia Quinn, trilogia Bevelstoke 1

História de Um Grande Amor de Julia Quinn, trilogia Bevelstoke 1 (r)



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