"Quem tropeça é sempre alguém que se distrai a olhar para as estrelas" Vladimir Nabokov (nome do blogue veio do livro para crianças de Virgínia de Castro e Almeida)
domingo, setembro 23, 2018
sábado, setembro 22, 2018
Post 6845 - Receitas, Setembro
5/9 ...esqueci-me do que será...1ª tenativa de massa com salmão fumado no forno?
6/9 -Batata rosti, 1ª tentativa
12/9 - pão-de-ló de 11/9 que até saiu bem
13/9 - 1ª tentativa de pataniscas de bacalhau1º - Cozer posta de bacalhau, depois tirar peles, espinhas e esfiá-lo; 1 ou 2 ovos mexidos, 50 g de farinha, 1/3 de cebola picada, salsa picada, sal, pimenta, leite - depois fritar em óleo
15/9 - bifes, com arroz de bróculos e batatas fritas (arroz de estrugido normal, deitar bróculos depois de lavados para cozerem por cinco minutos)
16/9 - lombinho de peru assado no forno (temperado primeiro com sumo de laranja)
18/9 - 2ª tentativa de croquetes e de trouxa e 1ª de filetes com arroz de tomatePara as trouxas envolver a carne igual para os croquetes (carne, bacon, chouriço e cenoura cozidos do almoço, leite, farinha de milho, casca de limão) em puré de batata (a batata cozida com noz moscada, sal, pimenta e manteiga), passar por farinha, ovo mexido e fritar (croquetes passar por farinha, ovo mexido e pão ralado)
Filetes - temperar com sumo de limão, sal e pimenta, passar por farinha e ovo mexido;
Post 6844 - Setembro
Antes, cabelos b. indecisos
Sexta-feira, 14.9.18 - Jantar a 4 em Matosinhos
Receitas para experimentar
- Polvo a cozer com uma cebola, quando esta estiver cozida, já está - água a cobrir o polvo com um pouco de sal - depois congela-se o polvo com a água da cozedura;
- 12 horas pelo menos para descongelar;
- Panela com azeite, alho esmagado, polvo, 5, 7 minutos, não pode é ferver o azeite, lume médio
- Polvo à espanhola - polvo aos bocadinhos na travessa, pimentão ou paprika, pimenta branca e pimenta cayenne;
Sexta 21.9.18 - Reencontrei a I e o L
Sábado 22.9.18 - E.
Sexta-feira, 14.9.18 - Jantar a 4 em Matosinhos
Receitas para experimentar
- Polvo a cozer com uma cebola, quando esta estiver cozida, já está - água a cobrir o polvo com um pouco de sal - depois congela-se o polvo com a água da cozedura;
- 12 horas pelo menos para descongelar;
- Panela com azeite, alho esmagado, polvo, 5, 7 minutos, não pode é ferver o azeite, lume médio
- Polvo à espanhola - polvo aos bocadinhos na travessa, pimentão ou paprika, pimenta branca e pimenta cayenne;
Sexta 21.9.18 - Reencontrei a I e o L
Sábado 22.9.18 - E.
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Para lembrar,
receita
Post 6841 - Desafio de Escrita (CNEC) 1/10 e 2/10 Eu e Nas tuas lágrimas vejo
Eu gosto de histórias de amor reais com
finais felizes. Colecciono-as, esquecendo muitas vezes os nomes ou quem eram os
intervenientes.
Lembro-me, por exemplo, de uma
apresentada nos flagrantes da vida real. A narradora tinha presenciado um
acidente de viação em que uma rapariga bonita batia com o seu carro no de um
rapaz simpático. Enervada e em lágrimas, apesar de ter sido dela a culpa,
gritava-lhe “vou fazê-lo pagar por isso”. Mais tarde a narradora ficava a saber
que iam casar e não conseguia evitar pensar que ela realmente o tinha feito
pagar por aquilo.
Havia depois um caso contado pelo
próprio interveniente. Contava como quando jovem, estando a passear num cais,
tinha sentido a vontade irresistível de empurrar para a água, uma rapariga que por
acaso também lá estava. Fê-lo a pressentir que se ela voltasse à superfície a
sorrir ia casar com ela. Ele não a conhecia e ela podia até nem saber nadar.
Mas felizmente ela sabia nadar e voltou mesmo à superfície a sorrir. Casaram e
continuavam felizes (se fosse comigo como
nado mal, ou afundava ou decididamente não emergiria a sorrir).
Ainda noutra história, um rapaz
simpático, mas que não se achava atraente, tinha ido a um baile e começava a
reparar como uma rapariga bonita desprezava todos os que iam convidá-la para
dançar. Ele resolvia fazê-lo também para a criticar ou gozar por vir para um
baile e não dançar, mas quando a abordou, ela que tinha estado sempre séria com
todos os outros, abriu-lhe um grande sorriso e aceitou logo dançar com ele.
Mais uma vez, muitos anos depois continuavam juntos e felizes.
Histórias assim fazem-nos crer que o
amor, ainda que apenas enquanto dure, é para sempre, e desejar poder sentir algumas
vezes o “nós” em vez de o somente eu.
Nas tuas lágrimas vejo as minhas.
As que chorei, as que não choro.
Passámos a linha invisível.
Sabemos que não acontece só aos outros. Sabemos como
é.
Hoje sonhei com o J. Estava a precisar de ajuda e
sem que me pedisse ia ter com ele. Estava jovem, bonito, frágil e corajoso. Tal
como era.
Fecho os olhos e vejo-o no meu sonho. Passaram
tantos anos. Se fosse possível reencontrarmo-nos, será que me reconheceria?
Quis ver sinais em coincidências.
Mas não há volta ou regressos.
Para os que ficam não é o fim. Mudamos. Rejeição,
raiva, medo, saudade, dor. Em avanços e retrocessos, às vezes em simultâneo.
Aceitar foi apenas acreditar que tinha sucedido, saber que a vida continua
(como é possível que continue como se nada tivesse sucedido quando um mundo
acaba?)
Não há nada que possamos fazer.
A dor passa a fazer parte de nós.
Antes não queria pensar que podia acontecer. Agora
não quero pensar que sucedeu.
Antes evitava funerais. Agora percebi o que as
presenças podem significar para os que ficam.
O último gesto por um amigo. Estar lá. Estar lá
apenas, ainda que em silêncio, para escutar as lágrimas da sua família, dos que
lhe eram queridos.
Por isso nas tuas lágrimas estão as minhas.
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Desafio Escrita,
Escrever,
Escrita
Post 6840 - Desafio de Escrita (0E) 7/10 e 8/10Sobre as redes sociais e Carta
Com
o Linkedin poder-se-á procurar trabalho – não sei se alguém já o conseguiu
assim.
Podemos
ser recordados dos aniversários, chamados para as partilhas e encontros – nos
quais podemos colocar “gosto” e “talvez”, do talvez vá, mas depois não vai dar
para ir.
Podemos
concordar com ideias em cartazes como: não deixes para amanhã, aproveita hoje,
quem quer arranja tempo, mas continuarmos sem o fazer.
Podemos
ter amigos que nunca encontrámos, nem vamos encontrar, que falam outras línguas,
vivem em países longínquos e alguns até nos começam a seguir.
Podemos
também partilhar fotografias nossas, tiradas por nós ou de nós mesmos, os
famosos “selfies”, ideias e citações, e contar os “likes”.
Receber
um “like” de alguém famoso e descobrir depois que afinal era um perfil falso.
Entrarmos
na roda de querer impressionar e deixar-nos iludir por quem nos quer
impressionar a nós. Ou perder-nos em discussões sem sentido.
E
sabemos agora também que por exemplo através do facebook ocultas entidades poderão
obter e lucrar com os nossos dados – para tentar influenciar-nos a adquirir ou
a votar ou a pensar.
Em
vez de simples “likes” poderá de lá advir o mal anónimo, cobarde, e gratuito, o
“bullying”. Ou a solidão de descobrir que nenhum dos duzentos, ou dos trezentos
ou dos mil e tal amigos, está disponível quando precisamos de um.
Como
em quase tudo, haverá o bom e o mau, mas se nos permite conhecer, contactar com
algo ou alguém que de outra forma não encontraríamos, só por essa oportunidade,
com discernimento e cuidado, viva as redes sociais!
Queridos
pais o prometido é devido por isso aqui vai a carta que vos disse que
escreveria.
Hoje
foi o meu primeiro dia de aulas na escola primária.
Fui
o primeiro! Já estava lá quando chegaram todos os meninos com os pais.
Alguns
olhavam para mim de frente, a maior parte fazia-o de lado. Não por estarem
intimidados, mas a querer avaliar‑me.
Quase
me senti intimidado eu, mas procurei enfrentar a situação, sorrindo-lhes. Não
obtive muitos sorrisos de volta, mas acolhi como carinho todos os que consegui.
Não
houve choros. Estes meninos vêm da pré-primária ao lado. Têm mantido a turma. O
único de novo ali, era eu. Vinte crianças, doze meninas, oito rapazes. Quando a
porta da sala se fechou – fui eu que a fechei logo a seguir a tocar a campainha
– ficaram calados a olhar para mim.
Por
instantes apenas olhei também para eles.
Depois
e como tinha sido aconselhado resolvi começar com voz e ar severos. Para que
percebam que estão ali para aprender, e para ganhar e manter a autoridade, Mais
tarde podemos brincar porque são ainda tão pequenos.
Incrível
pensar que um dia fui assim. Tive a idade deles, um percurso semelhante.
Infantário, pré-primária, escola primária.
Não
me lembro como foi o meu primeiro dia, pouco recordo da Professora. Lembro o
seu nome, as duas reguadas que me deu, o sabê-la ríspida, mas escapar
normalmente aos seus castigos por ser dos bons alunos, em comportamento e
notas.
Quero
ensinar e inspirar estes meninos. Conseguir que aprendam tudo o que está no
programa e que me vejam como um amigo e professor, o seu primeiro professor.
Se
não me lembro do primeiro dia como aluno, sei que nunca esquecerei este dia
como professor.
Obrigada
pais por terem estado sempre ao meu lado e pelo vosso amor.
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Desafio Escrita,
Escrever,
Escrita
quinta-feira, setembro 13, 2018
Post 6839 - Concurso de Escrita - Divulgação
12ª CONCURSO Literário – “Até que a vida nos separe..."

- Prémio para o melhor TEXTO baseado no mote sugerido:
– Edição de um livro de Autor pela chancela da PAPEL D`ARROZ (Grupo Múltiplas Histórias).
Atenção - é um texto a concurso. Não deveremos atribuir limites de extensão nem formatação.
Só serão aceites trabalhos em prosa.
12º Concurso Literário da PAPEL D`ARROZ EDITORA.
Depois dos prémios já atribuídos nos nossos Concursos Literários
continuamos a acreditar que esta será a melhor forma de premiar o vosso talento e toda a vossa criatividade.
ATÉ QUE A VIDA NOS SEPARE…
Porque – tantas vezes é sempre a vida, o que nos separa…
Queremos histórias de vida; de AMOR; de DESAMOR; de ESPANTO ; de DOR; de FELICIDADE!
Histórias – onde os caminhos da vida e a sua força tiveram um papel principal
Histórias de partidas - de chegadas ansiadas
Histórias de saudades…
Histórias inventadas – vividas – imaginadas – escondidas – perdidas
HISTÓRIAS DE VIDA – até que a vida nos separe
Aqui fica o desafio
ATÉ QUE A VIDA NOS SEPARE
Regulamento Concurso Literário:
- Cada concorrente deverá enviar um texto sobre o tema ”Até que a vida nos separe…”
por mail (papellivros@gmail.com).
- O texto deverá ser enviado em formato word.
- O texto deve ser enviado com correcção ortográfica.
- Uma nota de Autor (pequena biografia).
- Uma foto.
- Os vossos TEXTOS deverão ser enviadas até dia 12 de Outubro de 2018
- Cada concorrente deverá enviar apenas um TEXTO
- Caso queiram adoptar um pseudónimo, deverão mencionar a vossa vontade no mail que enviarem com o texto a Concurso, se for o caso, quando procedermos à divulgação dos textos no Blogue, não será publicada a foto de Autor.
- Os vossos TEXTOS serão publicadas na página da PAPEL D´ARROZ e no Blogue Da PAPEL D´ARROZ EDITORA – após o dia 12 de Outubro de 2018.
http://editorapapel.blogspot.pt/
- Será sempre tida em conta aceitação e os comentários a cada texto, por parte dos seguidores da página da PAPEL D`ARROZ EDITORA e do Blogue da PAPEL D´ARROZ EDITORA.
(embora não seja um parâmetro de avaliação dos textos, por parte do júri)
O autor do TEXTO vencedor irá editar o seu livro com a PAPEL D´ARROZ EDITORA (sem qualquer custo para o autor).
https://www.facebook.com/pages/Papel-DArroz/174071119462541?ref=hl
http://editorapapel.blogspot.pt/
- O vencedor será notificado por mail e através dos canais de comunicação da PAPEL D´ARROZ EDITORA."

- Prémio para o melhor TEXTO baseado no mote sugerido:
– Edição de um livro de Autor pela chancela da PAPEL D`ARROZ (Grupo Múltiplas Histórias).
Atenção - é um texto a concurso. Não deveremos atribuir limites de extensão nem formatação.
Só serão aceites trabalhos em prosa.
12º Concurso Literário da PAPEL D`ARROZ EDITORA.
Depois dos prémios já atribuídos nos nossos Concursos Literários
continuamos a acreditar que esta será a melhor forma de premiar o vosso talento e toda a vossa criatividade.
ATÉ QUE A VIDA NOS SEPARE…
Porque – tantas vezes é sempre a vida, o que nos separa…
Queremos histórias de vida; de AMOR; de DESAMOR; de ESPANTO ; de DOR; de FELICIDADE!
Histórias – onde os caminhos da vida e a sua força tiveram um papel principal
Histórias de partidas - de chegadas ansiadas
Histórias de saudades…
Histórias inventadas – vividas – imaginadas – escondidas – perdidas
HISTÓRIAS DE VIDA – até que a vida nos separe
Aqui fica o desafio
ATÉ QUE A VIDA NOS SEPARE
Regulamento Concurso Literário:
- Cada concorrente deverá enviar um texto sobre o tema ”Até que a vida nos separe…”
por mail (papellivros@gmail.com).
- O texto deverá ser enviado em formato word.
- O texto deve ser enviado com correcção ortográfica.
- Uma nota de Autor (pequena biografia).
- Uma foto.
- Os vossos TEXTOS deverão ser enviadas até dia 12 de Outubro de 2018
- Cada concorrente deverá enviar apenas um TEXTO
- Caso queiram adoptar um pseudónimo, deverão mencionar a vossa vontade no mail que enviarem com o texto a Concurso, se for o caso, quando procedermos à divulgação dos textos no Blogue, não será publicada a foto de Autor.
- Os vossos TEXTOS serão publicadas na página da PAPEL D´ARROZ e no Blogue Da PAPEL D´ARROZ EDITORA – após o dia 12 de Outubro de 2018.
http://editorapapel.blogspot.pt/
- Será sempre tida em conta aceitação e os comentários a cada texto, por parte dos seguidores da página da PAPEL D`ARROZ EDITORA e do Blogue da PAPEL D´ARROZ EDITORA.
(embora não seja um parâmetro de avaliação dos textos, por parte do júri)
O autor do TEXTO vencedor irá editar o seu livro com a PAPEL D´ARROZ EDITORA (sem qualquer custo para o autor).
https://www.facebook.com/pages/Papel-DArroz/174071119462541?ref=hl
http://editorapapel.blogspot.pt/
- O vencedor será notificado por mail e através dos canais de comunicação da PAPEL D´ARROZ EDITORA."
sábado, setembro 08, 2018
Post 6838 - Pela blogosfera
E por causa deste post no blogue Notas de Chá da Miss Smile
fui procurar o poema original e encontrei-o aqui:
fui procurar o poema original e encontrei-o aqui:
|
Post 6836 - Livros 2018 (64) Coração Negro de Naomi Novik
Coração Negro de Naomi Novik
Sinopse no Site da Wook:
«O nosso Dragão não devora as raparigas que leva, independentemente das histórias que possam ser contadas fora do nosso vale. Ouvimo-las, por vezes, de viajantes que por aqui passam. Falam como se estivéssemos a fazer sacrifícios humanos e como se ele fosse um dragão verdadeiro. Claro que isso não é verdade: ele pode ser um mago imortal, mas não deixa de ser um homem, e os nossos pais juntar-se-iam e matá-lo-iam se ele quisesse devorar uma de nós a cada dez anos. Ele protege-nos contra o Bosque e nós estamos-lhe gratos, mas não assim tão gratos.»
Agnieszka adora a sua pacata aldeia no vale, as florestas e o rio cintilante. Mas o maléfico Bosque permanece na fronteira e a sua sombra ameaçadora paira sobre a vida da jovem.
O povo depende do feiticeiro conhecido apenas por Dragão para manter os poderes de Bosque afastados. Mas o Dragão exige um terrível preço pela sua ajuda: uma jovem deve servi-lo durante dez anos, um destino quase tão terrível como perecer a Bosque.
A próxima escolha aproxima-se e Agnieszka tem medo. Todos sabem que o Dragão irá levar a bela, graciosa e corajosa Kasia, tudo aquilo que Agnieszka não é, e a sua melhor amiga no mundo. E não há forma de a salvar.
Mas Agnieszka teme as coisas erradas. Porque quando o Dragão chega, a sua escolha surpreende todos..."
Agnieszka adora a sua pacata aldeia no vale, as florestas e o rio cintilante. Mas o maléfico Bosque permanece na fronteira e a sua sombra ameaçadora paira sobre a vida da jovem.
O povo depende do feiticeiro conhecido apenas por Dragão para manter os poderes de Bosque afastados. Mas o Dragão exige um terrível preço pela sua ajuda: uma jovem deve servi-lo durante dez anos, um destino quase tão terrível como perecer a Bosque.
A próxima escolha aproxima-se e Agnieszka tem medo. Todos sabem que o Dragão irá levar a bela, graciosa e corajosa Kasia, tudo aquilo que Agnieszka não é, e a sua melhor amiga no mundo. E não há forma de a salvar.
Mas Agnieszka teme as coisas erradas. Porque quando o Dragão chega, a sua escolha surpreende todos..."
Gostei muito deste livro.
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Livros 2018,
Naomi Novik
quarta-feira, setembro 05, 2018
Post 6835 Possibilidade de se participar em Desafio de Escrita - Divulgação
Está para começar novo Campeonato de Escrita Criativa
Para saber mais ver aqui
ou em http://www.escritacriativa.org/campeonato-de-escrita-criativa/
Para saber mais ver aqui
ou em http://www.escritacriativa.org/campeonato-de-escrita-criativa/
Post 6834 - Desafio de Escrita (OE) 6/10 A viagem
Ainda faltavam vinte
dias e de manhã ele tinha ido para o trabalho quando tive de lhe ligar.
Contou-me depois que
saiu disparado. Chovia e trovejava e à sua frente só deparava com condutores
lentos. Quando chegou eu estava pronta, à sua espera.
Ele ajudou-me a sentar
no banco ao seu lado e a colocar o cinto sobre a minha enorme barriga e
pusemo-nos a caminho. Ficava perto, mas parecia que nunca mais chegávamos.
Foi então que comecei com
contracções mais fortes e o carro foi-se abaixo, sem que ele conseguisse que
voltasse a pegar.
Saiu para a rua
exasperado mas felizmente parou uma carrinha de caixa aberta. Aceitaram
levar-nos. Eu fui à frente, entre o condutor e a mulher dele, e ele atrás, à
chuva, a segurar-se de lado.
Quando chegámos quase
me carregou pelas Urgências. Porque era um hospital pequeno ou porque o
temporal levara a que grande parte dos habituais pacientes ficasse em casa,
estava quase vazia. Levaram-me para dentro. O bebé estava atravessado, não
tinha completado a volta e eu não estava a fazer a dilatação. A obstetra optou
pela cesariana. Até me levarem para a sala foi mais uma eternidade, com dores e
medo. Houve complicações, perdi a consciência, mas acabou por correr bem.
Depois trouxeram-me o
bebé. Já limpo e embrulhado num lençol parecia-me um bebé igual a tantos
outros. Até que com a minha mão segurei a sua mão minúscula.
Nessa altura percebi
que nada a partir dali seria igual porque naquele dia e após uma viagem bem
acidentada, começávamos outra, tinha nascido o nosso filho.
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Desafio Escrita,
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Post 6833
1ª Tentativa de croquetes
1ª Tentativa de pasteis de bacalhau
2ª Tentativa de croqueres
1ª Tentativa de croquetes de carne:
- Cebola picada, manteiga, raspas de cenoura, carne cozida que sobrou do almoço, bacon, chouriço, leite, farinha maizena, tomate triturado - Varinha mágica
- Formamos as bolinhas, passamos por farinha, ovo mexido, pão ralado e fritamos em óleo
1ª Tentativa de pastéis de bacalhau
- Numa panela cozemos o bacalhau (pele para cima, alho, fio de azeite, água a ferver em cima); de seguida iremos tirar a pele e espinhas e deixá-lo em pedacinhos ou desfiá-lo;
- Noutra panela cozemos o mesmo peso do bacalhau (300 g) de batatas (o dobro do peso se quisermos que fiquem mais fofinhos), com água e sal para depois o reduzirmos a puré;
- E numa terceira panela, cebola picada, azeite, ao qual juntamos o bacalhau desfiado, a batata em puré, 3 ovos mexidos, sal, pimenta, e salsa;
Formamos as bolinhas e vamos fritá-las em óleo;
2ª Tentativa de croquetes de carte (feitos de forma um pouco diferente, sem chouriço, cenoura e tomate picado)
- Numa panela, cebola e alho picados, manteiga, a carne e o bacon/toucinho cozidos que sobraram do almoço, um pouco de pimenta; Varinha mágica
- Noutra panela, cebola picada, manteiga, leite e farinha maizena (só juntar a farinha quando o lume estiver mais brando e ir mexendo) até formar um creme ao qual juntamos o conteúdo da primeira;
Formamos os croquetes, vamos passá-los por farinha, ovo mexido e pão ralado - vão para o frigorífico o congelador para ganharem mais consistência e depois vamos fritá-los em óleo
1ª Tentativa de pasteis de bacalhau
2ª Tentativa de croqueres
1ª Tentativa de croquetes de carne:
- Cebola picada, manteiga, raspas de cenoura, carne cozida que sobrou do almoço, bacon, chouriço, leite, farinha maizena, tomate triturado - Varinha mágica
- Formamos as bolinhas, passamos por farinha, ovo mexido, pão ralado e fritamos em óleo
1ª Tentativa de pastéis de bacalhau
- Numa panela cozemos o bacalhau (pele para cima, alho, fio de azeite, água a ferver em cima); de seguida iremos tirar a pele e espinhas e deixá-lo em pedacinhos ou desfiá-lo;
- Noutra panela cozemos o mesmo peso do bacalhau (300 g) de batatas (o dobro do peso se quisermos que fiquem mais fofinhos), com água e sal para depois o reduzirmos a puré;
- E numa terceira panela, cebola picada, azeite, ao qual juntamos o bacalhau desfiado, a batata em puré, 3 ovos mexidos, sal, pimenta, e salsa;
Formamos as bolinhas e vamos fritá-las em óleo;
2ª Tentativa de croquetes de carte (feitos de forma um pouco diferente, sem chouriço, cenoura e tomate picado)
- Numa panela, cebola e alho picados, manteiga, a carne e o bacon/toucinho cozidos que sobraram do almoço, um pouco de pimenta; Varinha mágica
- Noutra panela, cebola picada, manteiga, leite e farinha maizena (só juntar a farinha quando o lume estiver mais brando e ir mexendo) até formar um creme ao qual juntamos o conteúdo da primeira;
Formamos os croquetes, vamos passá-los por farinha, ovo mexido e pão ralado - vão para o frigorífico o congelador para ganharem mais consistência e depois vamos fritá-los em óleo
Post 6829
eu já não sou eu e já senti e escrevi algo parecido antes
talvez aconteça com todos, quando perdermos alguém importante
perdemos pedaços de nós
tenho alturas melhores e piores
e isso também se reflecte neste blogue, quando o deixo sozinho, não respondo a comentários na devida altura (sorry) não vou visitar ou comentar outros blogues
comecei com o dona-redonda numa altura em que algum tempo após uma perda quis que a minha vida continuasse (não que estivesse a pensar em interrompê-la), quis que fosse um espaço positivo, tem sido muito mais, pelas pessoas que conheci
agora como eu, está um pouco sem rumo
nada de novo
e este não é um post de final de blogue, até porque estando a escrever este não é um mau momento
talvez aconteça com todos, quando perdermos alguém importante
perdemos pedaços de nós
tenho alturas melhores e piores
e isso também se reflecte neste blogue, quando o deixo sozinho, não respondo a comentários na devida altura (sorry) não vou visitar ou comentar outros blogues
comecei com o dona-redonda numa altura em que algum tempo após uma perda quis que a minha vida continuasse (não que estivesse a pensar em interrompê-la), quis que fosse um espaço positivo, tem sido muito mais, pelas pessoas que conheci
agora como eu, está um pouco sem rumo
nada de novo
e este não é um post de final de blogue, até porque estando a escrever este não é um mau momento
terça-feira, setembro 04, 2018
Post 6828 - Hoje no Google
Na wikipédia
"Oskar Schlemmer foi um pintor alemão. Nasceu em Estugarda, tal como os seus cinco irmãos. Oskar Schlemmer estudou aplicado design gráfico em uma oficina de marchetaria em Stuttgart 1903-1905. Wikipédia
Nascimento: 4 de setembro de 1888, Estugarda, Alemanha
Falecimento: 13 de abril de 1943, Baden-Baden, Alemanha"
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