Alguém que eu conheço viu o Conde na rua!
"Quem tropeça é sempre alguém que se distrai a olhar para as estrelas" Vladimir Nabokov (nome do blogue veio do livro para crianças de Virgínia de Castro e Almeida)
sábado, novembro 24, 2018
terça-feira, novembro 20, 2018
Post 6899 - Domingo 18/11 e Segunda-feira 19/11
Arroz doce
- Arroz a ferver em água com um pouco de sal e pouca água que irá ser absorvida pelo arroz, juntamos leite, pau de canela, casca de limão (numa receita em revista juntavam a casca de limão logo na água em que fervia) uma colher de manteiga e açúcar (neste quase que me esquecia do açúcar e no final ficou bom).
- Arroz a ferver em água com um pouco de sal e pouca água que irá ser absorvida pelo arroz, juntamos leite, pau de canela, casca de limão (numa receita em revista juntavam a casca de limão logo na água em que fervia) uma colher de manteiga e açúcar (neste quase que me esquecia do açúcar e no final ficou bom).
- Croquetes, arroz de tomate e ervilhas, queijo feta e tomates cereja
Post 6898 - O Universo conspira contra mim
(ou então pretende que eu emagreça contra a minha vontade)
A loja onde vendem os meus chocolates preferidos fechou para obras (mas logo nesta época do ano?!!!)
E o Pingo Doce que fica mais perto de onde moro encerrou também para obras.
Assim não posso comer chocolate e vou ter que andar mais para compras de supermercado (ainda se lá vendessem os meus chocolates preferidos).
A loja onde vendem os meus chocolates preferidos fechou para obras (mas logo nesta época do ano?!!!)
E o Pingo Doce que fica mais perto de onde moro encerrou também para obras.
Assim não posso comer chocolate e vou ter que andar mais para compras de supermercado (ainda se lá vendessem os meus chocolates preferidos).
domingo, novembro 18, 2018
Post 6897 - 2ª tentativa de Aletria
(pode parecer um pouco castanha...e até ficou mesmo)
Panela com água a ferver, aletria lá para dentro por cerca de cinco minutos para cozer mas não completamente;
- Escoa-se a água e vai de novo para a panela agora com leite, casca de limão, açúcar e pau de canela...foi nesta altura que pensei que poderia ficar melhor se juntasse também uma colher de canela em pó...e começou a ficar castanha
- Tirei do lume e juntei duas gemas de ovos misturados com colher de manteiga (e continuou castanha)
apesar de ligeiramente castanha ficou boa e melhor do que a anterior porque mais doce (desta vez não medi nada, embora talvez não devesse ter junto a colher de canela...).
sábado, novembro 17, 2018
sexta-feira, novembro 16, 2018
Post 6893 - Scones, 1ª tentativa
Primeiro arranjei o Preparado ou lá o que é Scones das Especialidades da Branca de Neve e decidi que iria seguir a receita pela metade e fazer seis scones em vez de doze...
Pesei o preparado e separei metade,
Pela receita deveria agora juntar 50 gramas de margarina, resolvi ir antes para a manteiga...mas como conseguir pesar 25 gramas? Decidi que deveria ser mais ou menos duas colheres...
Teria de juntar 100 ml de leite, medidor que eu tinha começava nos 100 ml, calculei metade mas depois acabei por deitar quase todo porque parecia pouco...
Agora deveria juntar um ovo...
Dividi gema a meio (a outra metade poderia servir para pincelar os ovos) mas quando ia deitar fora metade da clara, fugiu-me a clara toda...
Misturei massa com colher de pau mas não consegui fazer seis bolas com colheres para dar a forma dos scones. logo untei pirex com manteiga e foi com a massa toda não separada para o forno, com gotas de metade da gema de ovo pro cima, por cerca de quinze minutos... e depois foi só "separar" os seis scones...
Post 6891 - Escrever
Está para começar novo Campeonato de Escrita Criativa, o 42º
Ver mais aqui
ou em https://www.pedrochagasfreitas.com/campeonato-de-escrita-criativa/

Ver mais aqui
ou em https://www.pedrochagasfreitas.com/campeonato-de-escrita-criativa/
E o meu mini-conto foi seleccionado para a Colectânea Lugares e Palavras de
Natal - Volume VII
quinta-feira, novembro 15, 2018
Post 6888 - Desafio de Escrita 10/10 - Edna
Atirou-se
para a linha quando avistou o comboio mas alguém saltou atrás dele e puxou‑o.
Afastou-se
sem ver o seu salvador ou agradecer-lhe, esbracejando para afastar os curiosos
que não pareciam humanos, mas robôs.
Assim
que se viu sozinho, parou para pensar o que fazer a seguir.
Ansiara
pela sua própria morte para se ver livre do tumulto que o perseguia.
Agora
tinha de planear outra saída, talvez não tão definitiva, mas não via qual, não
sabia o que fazer.
Antes
tinha sido um homem feliz ou pelo menos era assim que se via no passado, uma
infância e adolescência felizes, o casamento com a namorada da escola, um filho
já adulto e o divórcio porque ele a e a mulher se tinham distanciado a tal
ponto que nem discutiam.
A
cessação do seu casamento surgira-lhe como uma libertação que lhe permitiria
voltar a viver, fazer tudo o que quisesse sem ter de prestar contas a ninguém,
sem ter de pensar no que esperavam dele.
A
última vez que estivera com a ex-mulher fora no casamento do filho.
Ambos
com novos companheiros, ela com o segundo marido, ele com a namorada da altura,
a terceira ou a quarta, desde o divórcio, sentaram-se em mesas diferentes, mal
se falaram.
Até
que conhecera a Edna.
Acreditara
numa feliz coincidência, depois apaixonado, pensara que tinha sido o destino.
A
Edna era tudo o que sonhara, se tivesse sonhado alguma vez, jovem, desejável,
bem-humorada, sempre disponível e divertida com o que ele dizia.
Amou-a,
ou pensou que a amava, partilhou com ela o que tinha.
Acordou
um dia sozinho e descobriu que ela lhe levara tudo.
A
vergonha por ter sido enganado torturava-o.
A
sua vida fora poupada pela intervenção de um estranho, talvez devesse almejar
outro caminho.
Antes
de morrer, decidiu então, vingar-se-ia.
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domingo, novembro 11, 2018
Post 6884 - Desafio de Escrita 9/10 - Era uma vez
No fim queriam que voltasse tudo ao princípio.
Como um conto de fadas.
Durante o resto das suas vidas
Viveriam felizes para sempre.
Enquanto durou, o seu amor foi eterno.
Apaixonaram-se.
Descobriram afinidades e diferenças que os fascinaram.
Antes ela andava meio perdida.
A princesa que não era loura, nem bela, nem prendada.
O príncipe que não sabia que o era, até que a conheceu.
Nunca mataria dragões, mas gostaria de os fotografar.
Ele, não tinha um cavalo branco, estava a pagar ainda um
Corsa preto
Primeiro, ele achou-a orgulhosa, ela achou-o convencido.
Quando se conheceram, detestaram-se um ao outro.
Foram forçados a conviver por razões de trabalho.
Porque contratados pela mesma empresa.
Pouco a pouco descobriram que os animava verem-se
simplesmente.
Interessavam-se pelo que fazia o outro.
Uma história de amor como muitas outras.
Encontrarem-se.
Foi suficiente.
Um príncipe e uma princesa.
E tudo começou com:
Era uma vez.
E ler depois do final para o início...
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sábado, novembro 10, 2018
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