segunda-feira, abril 30, 2018

Post 6665 - Domingo, 30.4.2018 - Bifes de peru com dois molhos diferentes e arroz de manteiga

Para já algo importante é recordar que talvez seja melhor no futuro não tentar tanta coisa ao mesmo tempo (e aqui ainda falta o peru cozido para Spassky)



- Numa pena, arroz lavado a cozer com água e sal por cerca de dez minutos, depois escoado e temperado com manteiga;
- Temperamos os bifes de peru com molho de limão, sal e pimenta e depois vão a fritar em frigideira com manteiga e alho picado;
- Primeiro molho, cogumelos com manteiga (e os naturais, sem ser de lata são bem melhores porque não nos atacam saltando da frigideira), ketchup e mostarda;
- Noutra panela, estrugido ou refogado (azeite, cebola) a que juntei pedaços de tomate sem pele e sementes, um pouco de polpa, sal, pimenta e água (esta foi 3ª tentativa e ainda não consegui o pretendido);

Post 6664 - Domingo, 30.4.2018


Quase lá...(ainda colou um bocadinho, mas menos)

Post 6663 - "Arroz caldoso"

Em zapping descobri no Aqui Portugal que iria decorrer em Melgaço um worshop do Arroz caldoso
A chefe e locutor falaram dos ingredientes, e resolvi experimentar, substituindo o vinho Alvarinho por vinho branco, o queijo de cabra por queijo feta, a chouriça de Melgaço pelo que tinha em casa, a carcaça de galinha por peito de frango e imaginando que tinha zimbro... (a posteriori talvez com menos vinho e outro queijo pudesse ficar melhor);
- Numa panela, cozi peito de frango, cenoura, cebola, água, sal, azeite, folha de louro (também lembrei-me agora não tinha o alho francês), também lhe deveria adicionar o zimbro que não tinha, e juntei ervilhas;
- Noutra panela o estrugido ou refogado a que juntamos a chouriça, uma chávena de arroz para fritarmos e uma chávena de vinho (talvez com o Alvarinho ficasse melhor) a que depois juntamos a calda; pelo que me lembro antes juntei um pouco de tomate triturado; e no final, o queijo, parte para derretar, outra parte esfiada por cima quando o arroz estivesse feito.





Post 6662 Blogue voltou a passar-se ou pensa que é inglês, ou norte-americano, ou australiano ou...

Fui até ao "Settings" para mudar de novo a linguagem...

Post 6661 - Quarta-feira, 26.4.2018 - Uma questão

Afinal, quanto tempo é que é preciso para cozer um ovo?


- Portanto, numa panela com água e sal, cozemos as cenouras e as batatas (entre 15 a 20 minutos), noutra panela, cozemos pedacinhos de legumes congelados - batata, cenoura, feijão e ervilhas (não contei o tempo), entretanto pensei que seriam precisos dez a doze minutos para os ovos...
- Além disso, é preciso abrir as latas de atum (o que não me parece nada fácil...ainda não domino a arte de abrir as latas), e juntamos-lhe depois a salada de tomate e queijo feta, com sal, óregãos e azeite;

domingo, abril 29, 2018

Post 6660 - Sexta-feira, 27.4.18

Vingadores - Guerra do Infinito de Anthony Russo e Joe Russo (para quem for vê-lo, no final dos créditos aparece mais uma cena e eles voltam e gostei do filme mas não de como acaba).

Resultado de imagem para cinema Vingadores - Guerra do Infinito


Post 6659 - Livros 2018 (30, 31 e 32) À Solta na Noite, O Natal de Um Predador da Noite e Dança com o Diabo de Sherrilyn Kenyon

À solta na noite de Sherrilyn Kenyon (Wren Tigarian e Marguerite)
O Natal de um Predador da Noite  de Sherrilyn Kenyon (podemos conseguir o ebook gratuito se nos registarmos no site da Saída de Emergência, aqui
e da mesma autora Dança com o Diabo (Zarek e Astrid)


Wook.pt - À Solta na NoiteResultado de imagem para o natal de um predador da noite          Resultado de imagem para sherriLYN KENYON dança com o Diabo

quinta-feira, abril 26, 2018

Post 6658 - Pela blogosfera

História Morte de um desconhecido (será um policial?) a ser publicada em capítulos no Blogue O Falcão de Jade

para já podemos ler o primeiro capitulo aqui

e o segundo aqui

quarta-feira, abril 25, 2018

Post 6657 - Era para ser Pato com laranja e castanhas

Mas não havia pato - ou mais exactamente, não havia o pato certo, arranjei um já esfiado (que ficará para outro dia) e para a receita seria preciso peito e coxas de pato, logo, foi substituído por peito de frango:
- Temperámos os peitos de frango com alho picado na altura, sal e pimenta, e um pouco do sumo de uma laranja, o restante foi para o pirex;
- Cozemos com água e sal, batatas descascadas e cortadas em quartos, que retirámos quando ainda não estavam bem cozidas (para não repetir o incidente da salada de batata) e noutra panela cozeram por um pouco mais de dois minutos as castanhas descascadas;
- Para o pirex, rodelas de cebola, pedacinhos de cenoura e o frango;
- Em pequeno recipiente à parte misturei bem azeite e um pouco mais de uma colher de pimentão (quando tentava acertar com o pimentão na colher parte caiu no recipiente), com que depois "pincelámos os peitos de frango e parte ainda para cima das batatas e castanhas, acrescentei pedacinhos de manteiga nos prévios golpes dados ao frango e reguei com vinho branco, e foi tudo para o forno a 190º durante meia hora;




Post 6656

Black Mountain

Na Wikipédia
Black Mountain College foi uma instituição estadunidense de ensino superior focada sobretudo no ensino das artes, tendo sido influenciado também pelas propostas pedagógicas de John Dewey. Foi fundada em 1933 em uma localidade próxima a Asheville, no estado da Carolina do Norte. A escola foi fechada em 1957, mas durante o seu período de funcionamento formou uma série de intelectuais e artistas de grande influência para a cultura dos EUA ao longo do século XX.

Os poetas de Black Mountain ( Black Mountain poets), também conhecidos como poetas projetivistas (projectivist poets), foram um grupo de poetas dos Estados Unidos do período pós Segunda Guerra Mundial, mais especificamente surgido nos anos de 1950,[1] sendo considerados poetas pertencentes a uma segunda onda de poetas vanguardistas ou pósmodernos, reunidos em torno do Black Mountain College, uma universidade experimental da Carolina do Norte que colocava em prática a pedagogia de John Dewey e onde atuavam como professores nomes como William Carlos Williams eJohn Cage.

Parte do campus do Black Mountain College.
Em 1950, Charles Olson publicou seu ensaio, verso projetivo. Olson procurava no poema uma forma mais adequada ao conteúdo.[2] Esta forma era para ser baseado na linha, sendo cada linha uma unidade de respiração. Ou seja, era uma poesia para ser falada, recitada, declamada. Este método é semelhante ao adottado por Allen Ginsberg e tem relação com a prosódia bop de Jack Kerouac. Este ensaio se tornou uma espécie de manifesto de fato para os poetas de Black Mountain.
Somando-se a Olson, os poetas mais associados ao grupo de Black Mountain incluem Larry Eigner, Robert Duncan, Ed Dorn, Paul Blackburn, Hilda Morley, John Wieners, Joel Oppenheimer, Denise Levertov, Jonathan Williams and Robert Creeley.
Nos anos 1950 ainda, estabeleceu-se um intercâmbio entre estes poetas e os poetas de Berkeley. Essa ligação deu-se através de Robert Duncan, que lecionou no Black Mountain College e Robert Creeley, e os poetas de San Francisco começaram a publicar poemas em revistas daquela universidade. Isto favoreceu o florecimento da chamada Renascença de São Francisco, na qual tiveram importante paticipação os poetas da Geração Beat.

Post 6655

4/9/1961 - 22/4/2018 - RG

domingo, abril 22, 2018

Post 6654 - Eu e o pão-de-ló

Devia ter saído assim:
 Mas saiu assim:
- O primeiro saiu bem;
- O segundo colou na forma, mas deve ter sido porque andei a abrir o forno várias vezes para o espreitar;
- O terceiro colou na forma, mas terá sido porque coloquei o forno a temperatura não suficientemente alta;
- O quarto colou na forma porque me enganei a regular o forno, e no início coloquei o calor só a vir de cima;
- O quinto - este - colou na forma porque estava a acabar um pacote de farinha e pareceu-me que colocar menos 40 ou 50 gramas do que o exigido pela receita não faria grande diferença...

- Estou a precisar de uma forma que não cole nos bolos!

(ainda posso descobrir que cola na forma porque não mexo a massa sempre para o mesmo lado, ou porque não uso batedeira mas apenas uma colher de pau - pelo menos e quanto a estes bolos todos, podem não parecer, mas sabem bem)

sábado, abril 21, 2018

Post 6653 - Sexta-feira, 20.4.18

DeGema, Porto, Hamburgueria artesanal

 

 


Post 6652 - Sábado, 21.4.18 Peito de peru assado no forno



- Peito de peru temperado primeiro com sumo de limão;
- Em copinho, azeite, alho, sal, pimenta, folha de louro e pimentão, bem misturado para depois ir também temperar o peito do peru - pedacinhos de manteiga nos golpes no peito do peru e vinho branco e raminhos de tomilho nos cantos; no pirex: rodelas de cebola, tirinhas de pimento vermelho e pedaços de cenoura e vai para o forno a 200º;
- Em panela cozer a batata aos quartos com água e sal, e depois foram também para o pirex;
- Arroz de manteiga - depois de lavar o arroz quatro ou cinco vezes foi para panela, quando cozido escoar bem água e juntar manteiga;

Post 6651 - 19.4.18 - Quinta-feira, 19.4.18 - Ervilhas com bacon, salpicão, chouriço e ovos (receita repetida)


Post 6650 - Terça-feira, 17.4.14 - Arroz de atum (receita repetida)


Post 6649 - Domingo, 15.4.18 Bifes de peru de cebolada - 1ª tentativa




- Bifes de peru temperados com sumo de limão, sal, pimenta e alho, fritos em frigideira com manteiga e alho, e que depois adicionei tomate triturado;
- Batado cozida para depois ser frita em azeite (não correu lá muito  por ter ficado muito cozida, virou antes salada de batata);

Post 6648 - Sábado, 14.4.18 Frango no forno com puré de batata (receita repetida)


Post 6647 - Quinta-feira, 12.4.18 - Bifes com arroz de tomate e ervilhas

- Bifes temperados com sal, pimenta e alho;
- Para o arroz, estrugido ou refogado (azeite e cebola picada), tomate triturado, um copo de arroz para três de água, ervilhas, sal e pimenta;

Post 6646 - Desafio de Escrita 10/10 - Carta rasgada


Dia ainda a começar, céu cinzento, frio húmido a tolher-lhe os movimentos.
Ainda meio a dormir, saudoso da cama quente, arrastou os pés até à paragem e estacou no final, sem olhar nem ver os demais na fila.
“Desculpe, poderia levantar o seu pé direito?”
Apesar da pergunta ser colocada por uma voz fininha, assustou-o. Não estava a contar que alguém se lhe dirigisse. Olhou para a miúda à sua frente, baixinha e bonita, talvez dezassete ou dezoito anos, talvez mesmo da sua idade.
Depois de a ver a ela, desceu mais o olhar, até ao seu pé direito. A ponta da sua bota segurava parte de uma folha de papel manuscrita. Rapidamente baixou-se para a agarrar e por baixo dessa parte, também a outra meio dobrada, só presa por um fiapo de papel,
É sua? Perguntou, segurando-a entre dois dedos, a pensar para si como parecia estúpido tratarem-se por você sendo da mesma idade.
Não, mas quero ler o que  diz.
E também ele quis ler o que dizia. Em vez de lhe dar a carta, levantou-a e começou a ler:
“Meu amor”
Ela interrompeu-o zangada, puxou o papel, provocando um rasgão diferente, perpendicular. Cada um ficou com uma parte da carta. Ele a olhá-la surpreendido, mas então a carta não era dela, certo? Ela a olhá-lo, ou antes, a fulminá-lo com os olhos semi-cerrados.
A carta é para mim.
Sempre é tua, então?
E depois?
Prova-o e dou-ta.
Tem o meu nome,
Voltou a ler “Meu amor Lúcia”
Eu sou a Lúcia. É do meu ex traidor.
Vais voltar para ele?
Sem chance!
Chegou o autocarro e entraram, cada um a segurar o seu pedaço de carta.
Lá dentro deixou-se convencer a restituir-lhe o seu, e pensou que gostaria de lhe escrever uma carta que ela quisesse guardar.