domingo, abril 10, 2016

Post 5564 Sábado, 9.4.16






Post 5563 Sexta-feira, 8.4.16

O Conto dos Contos (Tale of Tales) de Matteo Garrone, com Salma Hayek, Vincent Cassel e Toby Jones (gostei do filme).

O Conto dos Contos

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Lo Cunto de li Cunti Overo lo Trattenemiento de Peccerille, de Giambattista Basile.

sexta-feira, abril 08, 2016

Post 5562 Encontro de bloggers

E no Domingo, desde que não me caia um piano em cima, estou a pensar em ir ao Porto, ao encontro de bloggers

-------    3º  ENCONTRO / ALMOÇO -  PORTO     --------


embora, talvez não de comboio, estou a considerar ir a pé...

Post 5561 Livros - Divulgação (post um pouco atrasado, mas na terça-feira estavam lá)

No Continente, DolceVita Porto, mesa com vários livros em "leve 2, pague 1".
(consegui não levar nenhum)

quarta-feira, abril 06, 2016

Post 5560 dona-redonda grudenta

Uma das minhas irmãs foi espreitar a dona-redonda e  o seu PC ficou colado. Não consegue desligar a janela, mesmo desligando o PC.
Como conseguir dar um chute ver-se livre da dona-redonda?

Post 5559

Saltou-me o botão da máquina fotográfica e deixei de ter zoom.
Máquina comprada em promoção com grande desconto, por 79 €, com quase dois anos. Orçamento para reparação, 84,00 €.
Como eu sou míope, talvez não precise do zoom...

Post 5558 - 07/10 - No jardim

 Escrevo um texto enquanto vejo os meus dois filhos a brincar. São ainda crianças, cinco e seis anos, Afonso e Beatriz. Na verdade só têm onze meses de diferença. São quase como gémeos. Estava ainda a amamentar a Beatriz quando fiquei de novo grávida. Primeiro pensei que havia algo de errado. O enjoo, a pressão na barriga, não associei a nova gravidez, julguei que estava doente, que ia morrer.
Mas foi bom assim, fiquei com um casalinho.
Olho para eles como se olhasse para um espelho e imagino que também me vejo a mim, a escrever. Estamos num jardim, perto de casa, eles correm na relva a brincarem ao apanha-me, eu escrevo, sentada à mesa para piqueniques, num banco de pedra. O sol ilumina a relva, ouço-os a rir, mas estou na sombra, sinto frio, e deixo de os ver, como se alguém tivesse atirado uma pedra ao seu reflexo na água.
Este momento terá existido de verdade?
Olho para as minhas mãos torcidas pela artrite, com as veias marcadas.
Estou sentada numa sala perto da janela. Algures há uma televisão em surdina. Não sei muito sobre este presente. Fogem‑me as palavras. Enervo-me quando me fazem perguntas. Uma mulher de meia-idade sentou-se à minha frente e estava a falar algo. Não a ouvi, mas percebo pelo seu olhar que espera que lhe responda. Não sei qual foi a pergunta. Ela insiste, “lembra-se de mim?”
Quero que me deixe em paz. Olho-a e respondo-lhe que sim, mas não a reconheço, embora se pareça um pouco com a minha mãe. E é essa a palavra que a ouço depois dizer, num suspiro, “oh, mãe.”
Prefiro regressar ao jardim e volto a ver os meus filhos. Chamam por mim. Decido ir ter com eles e paro de escrever.


Post 5557 - 06/10 Foi a altura certa

Foi a altura certa, mas poderia não ter sido.
Doíam-lhe as costas.
Doíam-lhe demasiado as costas para pensar.
Tinha apenas de continuar com o que estava a fazer e servir o jantar. A cara fechada sem deixar transparecer qualquer emoção. Não que ele fosse olhar para ela. Desde que as coisas aparecessem feitas seria como se não estivesse ali. Não olharia para ela nem a veria.
Colocou a comida na mesa, serviu-o e sentou-se no seu lugar, de frente para ele, ao lado da porta que dava para a cozinha.
Tudo como de costume, embora pouco comesse.
Os únicos barulhos, além dos talheres a tocar nos pratos, eram os da respiração e mastigação, pesados naquele silêncio quente e húmido de Agosto.
Esperou que ele se sentasse na poltrona de tecido rebentado como costumava fazer, a ver um qualquer programa de desporto como também sempre costumava fazer.
Foi lavando a louça para se distrair, para não pensar no que tinha decidido fazer.
Quando acabou e pôs o pano a secar, pensou é agora.
 Pegou na faca afiada antes e dirigiu-se em silêncio até à poltrona.
Como para lhe facilitar a tarefa, adormecera com a cabeça caída para trás.
Tão fácil pensou enquanto lhe passava a faca pela garganta. O sangue saltou, sujando a roupa, a poltrona, o chão. Ele abriu os olhos. Parecia espantado, depois zangado. Não disse nada. Fez um gesto como de que se ia levantar, mas já não chegou a fazê-lo. Novamente o olhar de espanto antes de se deixar cair na poltrona, agora com a cabeça para a frente.
Depois de lavar o sangue que por algum tempo ainda pingou, sentou-se e ficou à espera. Ainda lhe doíam as costas.
Esperou durante bastante tempo, em silêncio, sem ouvir mais nada, até que alguém da Polícia a levou.

Post 5556 Hoje no Google


Primeiros Jogos Olímpicos da era moderna - 120º Aniversário - Atenas 1896

segunda-feira, abril 04, 2016

Post 5555 A poupar dinheiro...

Passo pelo Pingo Doce e aproveito para comprar dois pacotes de guardanapos com um desconto cada um de 0,5 € e já que estou ali, faço depois um pequeno desvio pela Confeitaria e compro um croissant por 0.70 €

domingo, abril 03, 2016

Post 5554 Sexta-feira, 1.4.2016

Batman Vs Superman de Zack Snyder com Ben Affleck, Henry Cavill, Jesse Eise e Gal Gadot
(a minha opinião - "é mau, passei 2/3 do filme a achar que o Batman era ou estava a ser completamente idiota"; opinião de N - "não é assim tão mau")

Batman Vs Superman - A Origem da Justiça



Post 5553 Livros 2016 (9) Insurgente de Veronica Roth

Insurgente de Veronica Roth (depois de ler Divergente e ver o filme Convergente)

Wook.pt - Insurgente

Post 5552 Livros 2016 (8) Divergente de Veronica Roth

Divergente de Veronica Roth (reli-o depois de ver o filme Convergente)

Wook.pt - Divergente


sexta-feira, abril 01, 2016

Post 5551 Extra

Nave espacial aterrou em pleno DolceVita, Porto e homenzinhos verdes combinam invasão!
(consegui passar despercebida e fotografá-los)


Post 5550

Como estou com pouco tempo (e muitos livros em lista de espera) decidi alugar blogue...

Post 5549 Livros 2016 (7) Histórias que as mulheres contam de Isabel do Carmo

"Histórias que as Mulheres Contam, testemunhos reais" de Isabel do Carmo
Na contracapa:
"As histórias que aqui se contam são reais. Nada do que aqui é posto na boca destas mulheres é inventado, nem mesmo as expressões ou os comentários.
[...]  Gosto de ouvir as histórias das pessoas. E acontece que geralmente as mulheres são melhores contadoras das suas histórias pessoais do que os homens. Os homens contam outras histórias, as que se situam fora deles. Mas é difícil "sacar-lhes" a história pessoal mais íntima.
Por outro lado, todas as histórias que aqui se contam estão relacionadas com a condição feminina, conduzindo muitas vezes a situações dramáticas na vida das mulheres, que são nossas contemporâneas."

Gostei deste livro, pareceu-me às vezes que estava quase a ouvir as mulheres dos diferentes capítulos a contarem a sua história.

Histórias que as Mulheres Contam