"Quem tropeça é sempre alguém que se distrai a olhar para as estrelas" Vladimir Nabokov (nome do blogue veio do livro para crianças de Virgínia de Castro e Almeida)
terça-feira, março 15, 2016
Post 5520, Sábado, 12.3.16
Jantar no El Corte Inglês, Gaia, com fotografias do Peru - de Lima, de Machu Picchu e prenda:
Inca, cultura quechua
quatro pontos cardeais
escada - serpente, puma e condor
Inca, cultura quechua
quatro pontos cardeais
escada - serpente, puma e condor
"Um dos principais símbolos da cultura é a chakana, ou cruz inca, totalmente simétrica, com um furo no meio e 3 níveis em suas laterais. As 4 pontas representam as 4 regiões do império Tawantinsuyo e o furo no meio, Cusco. Também pode ser interpretado como as 4 forças da natureza: água, fogo, ar e terra e o centro, a conexão entre todos eles. Os 3 níveis representam os 3 mundos: superior (mundo espiritual), terreno (mundo dos vivos) e inferior (mundo dos mortos), que por sua vez eram representados por animais: condor, puma e serpente, respectivamente. Esses animais também eram considerados sagrados.
A simetria também tem significado e representa a dualidade da cultura, equilíbrio, coisas opostas que dependem uma da outra, como sol e lua, dia e noite, homem e mulher etc. Essa dualidade é tão importante que aparece representada nas mais diversas ocasiões, como cerâmicas sempre feitas aos pares, a imagem da chakana pela metade cuja sombra completa seu formato, entre outros.
A chakana nem sempre aparece representada em sua totalidade, às vezes metade, às vezes apenas os 3 níveis. Aliás, tudo é feito em 3 níveis, principalmente quando tem relação direta com religião ou com a família inca."
Ver mais aqui
domingo, março 13, 2016
sexta-feira, março 11, 2016
quinta-feira, março 10, 2016
Post 5514 Sobre o conto erótico para o concurso que não cheguei a escrever
Podemos ler os contos a concurso aqui
Post 5513 - Aviso
Poderá ser o número, o "13" com que termina, mas desde ontem que no meu PC "empacou" o "l".
Agora para conseguir o "l" é necessário pressionar a tecla com muita força - porém, nesta frase, apenas precisei do "l" para me referir à letra (agora precisei para letra) e talvez possa substituí-lo pelo 1...
ou poderei começar a escrever assim: por exempo se quiser faar de um ivroPost 5512 Em breve em cidade local de trabalho

11 de Março Inauguração na Biblioteca Municipal da exposição de poesia e ilustração "Mulheres que partem"
12 de Março, 22.00 horas Espectáculo Os Poetas de Rodrigo Leão na Casa da Criatividade
Serão inauguradas outras exposições, e teremos também uma tertúlia poética, um espectáculo de Poesia performativa, "Os Monstros Embalsamados", de Paulo Condessa, uma peregrinação poética, um serão poético, e ainda: Poesia na Corda, Praça Luís Ribeiro | À Mesa com Poesia (poesia nos restaurantes com Paulo Condessa e grupos da Peregrinação Poética) | Oficinas Poéticas nas Escolas da cidade com Paulo Condessa |Poesia nas Fábricas com Paulo Condessa.
(falta uma feira do livro)
Post 5511 - 03/10 Reencontro
Era
uma miúda, com cinco anos a última vez que o viu. A ele e à sua mãe.
Cresceu
na casa dos avós com duas fotografias dela. A do casamento, de onde o avô
rasgou a figura do noivo e a da 4ª classe. Na primeira, muito pequena para lhe
perceber as feições, nem sequer percebia se estava feliz. Na segunda, uma mãe
criança que cedo se tornou mais nova do que ela.
Lembra-se
das discussões, que a deixavam assustada. E de um dia de sol em que ele a levou
com ele para o campo, só os dois. Mostrou-lhe um terreno com água, apanhou e
deu-lhe a comer uvas, as mais doces que alguma vez provou.
Na
noite em que tudo sucedeu, ela estava a dormir e felizmente não acordou. Os
avós vieram buscá-la de manhã e levaram-na para a casa deles. Não foi ao funeral.
Mais tarde, foi até à campa, em visitas que diminuíram até à anual em Novembro.
Contaram‑lhe do julgamento e da condenação. Nunca foi vê-lo à prisão. Quando ele
saiu, emigrou.
Agora
passados vinte anos regressou e quer vê-la.
Está
velho e doente. E ela sem saber o que fazer, pediu conselho ao marido, às
primas e ao Padre. Decidiu que sim. Combinou que se encontrassem na casa onde
tinham morado, somente os dois.
Chegou
primeiro. Abriu as janelas para espantar o frio húmido que se apossara do
espaço.
Sentou-se
à mesa onde jantavam os três, na cozinha onde a mãe cozinhava.
Pouco
depois ouviu-o chegar anunciado pelos passos pesados e meio arrastados. Menos
alto do que recordava, talvez da sua altura. Sentou-se na outra ponta da mesa.
Não tinha ainda sessenta anos, mas os seus, eram os olhos mais velhos que
alguma vez vira.
Trazia
algo para ela.
O
seu pai trouxe-lhe uvas.
quarta-feira, março 09, 2016
Post 5508 Segunda-feira, 29.2.16 - Enigma
Na semana restaurantweek onde é que eu estive?
(vista de lá)
(peito de pato fumado com molho de amora)
((creme de ervilhas com qualquer coisa com nata e alheira ao centro)
(bacalhau à lasca com grêlos e broa)
(novilho com molho de cebola e framboesa)
(petit gateau)
(sopa de frutos silvestres ou qualquer coisa assim)
terça-feira, março 08, 2016
Post 5505 Help
Uma amiga minha convidou-me para o baptizado da filha dela que tem 10 anos.
O que é que lhe posso oferecer?
O que é que lhe posso oferecer?
segunda-feira, março 07, 2016
sábado, março 05, 2016
sexta-feira, março 04, 2016
Post 5497 - Visto no msn (33 livros que devemos ler antes dos 30)
"Os jornalistas dos sites fizeram esta lista com base em alguns parâmetros: os seus gostos, a escolha de obras que promovessem o autoconhecimento, que ajudem a moldar uma visão do mundo que nos rodeia e que cimentem a base para uma carreira sólida.
- ‘Meditações’, de Marco Aurélio;
- ‘O Mito de Sísifo’, de Albert Camus;
- 'Crime e Castigo', de Fiódor Dostoiévsk
- ‘Anna Karenina’, de Leo Tolstói;
- ‘O Principezinho’, de Antoine de Saint-Exupéry;
- ‘O Poder do Mito’, de Joseph Campbell;
- ‘Bhagavad-Gita’;
- ‘Sidarta’, de Hermann Hesse;
- Obras completas de Jalal ad-Din Muhammad Rumi;
- ‘O Ano do Pensamento Mágico’, de Joan Didion;
- ‘O Deus das Pequenas Coisas’, de Arundhati Roy;
- ‘Fun Home’, de Alison Bechdel;
- ‘Dentes Brancos’, de Zadie Smith;
- ‘A Breve e Assombrosa Vida de Oscar Wao’, de Junot Díaz;
- ‘The Beggar Maid’, de Alice Munro;
- ‘O Estranho Mundo de Garp’, de John Irving;
- ‘Persépolis’, de Marjane Satrapi;
- ‘Between the World And Me’, de Ta-Nehisi Coates;
- ‘Primeiro Eles Mataram o Meu Pai’, de Loung Ung;
- 'The Truth', de Neil Strauss;
- ‘Iron John’, de Robert Bly;
- ‘A Chave do Sucesso’, de Malcolm Gladwell;
- ‘The Black Swan’, de Nassim Taleb;
- ‘O Milagre da Mente Alerta’, de Thich Nhat Hanh;
- ‘So Good They Can't Ignore You’, de Cal Newport;
- ‘The Intelligent Investor’, de Benjamin Graham;
- ‘Give and Take’, de Adam Grant;
- ‘The Power Broker’, de Robert A. Caro;
- ‘Fluir’, de Mihaly Csikszentmihalyi;
- ‘De Zero a Um’, de Peter Thiel;
- ‘Crossing the Unknown Sea’, de David Whyte;
- ‘Tiny Beautiful Things: Advice on Love and Life from Dear Sugar’, de Cheryl Strayed;
- ‘How Will You Measure Your Life?’, de Clayton M. Christensen."
(só li cinco)
quinta-feira, março 03, 2016
Post 5496 Livros Divulgação
Pelo Continente livros com 50% de desconto de Nora Roberts, Ken Follett e outros
quarta-feira, março 02, 2016
Post 5495 2/10 Um homem entra num bar
Um
homem entra num bar.
É
o bar do hotel onde vai pernoitar. Chegou de manhã para uma reunião que correu
bem. A empresa para que trabalha aliciou novos clientes e esteve a ultimar os
termos dos acordos. Tem voo reservado para a manhã seguinte. Chegou aos
quarenta e dois anos, sobreviveu a dois divórcios e não tem filhos. Lembra-se
que foi já há meses que terminou a última relação. Pensa que nunca viveu uma
aventura como aquelas sobre as quais ouviu histórias de colegas
O
hotel de quatro estrelas é impessoal. O bar, é escuro, com uma decoração antiga
em tons vermelhos e pretos, com luzes fracas, sombras e recantos. Há música
ambiente. Numa canção lenta um apaixonado queixa-se da ferida que o beijo
negado lhe causou. Clama não ter medo em lançar-se em novo voo pelo amor. Ao
balcão está uma mulher. Olha-a com atenção. É loura, elegante, talvez da sua
idade. A racha no seu vestido preto permite uma visão das pernas em meias
pretas de seda. Não está acompanhada, nem parece estar à espera de ninguém. Dirige-se
a ela e pergunta-lhe: “posso oferecer-lhe uma bebida?”. O olhar dos dois
dirige-se para o balcão onde à sua frente se encontra o copo ainda cheio da
bebida que ela ainda não bebeu. “Outra?” Ela responde-lhe com um sorriso breve
e ele sorri-lhe também, sentando-se no banco ao seu lado.
Começam
a conversar enquanto bebem. Ela também está alojada no hotel. Veio assistir a
uma peça e no dia seguinte irá apanhar o comboio para outra cidade. Ri-se das
piadas que ele lhe conta. Bebem os dois mais uma bebida. Ela sugere mostrar-lhe
os postais que arranjou do Teatro. Ele adere de imediato à ideia e acompanha-a até
ao quarto.
Pensa
que também irá ter uma história para contar.
Post 5494 Livros 2016 (6) História do Olho de Georges Bataille
Da Biblioteca Erótica, um livro que achei mais estranho que erótico (assim que tiver tempo vou "googlar" o autor para tentar compreender como é que pode surgir um livro assim). O narrador e a Simone passam o tempo a envolver-se, parecem-me um pouco psicopatas porque insensíveis a tudo o que não seja a sua realização sexual, mesmo que isso implique a morte de outrem.
Etiquetas:
Georges Bataille,
livros 2016
Post 5493 Também pelo blogger, os comentários duplicados...
Não quero comentar duas vezes, sobretudo a dizer exactamente o mesmo, e não "clicko" duas vezes, mas de vez em quando lá aparecem eles em duplicado...para já a forma que encontrei para os evitar é sair do blogue (às vezes esqueço-me e não é lá muito prático).
terça-feira, março 01, 2016
Post 5492
Hoje à noite quando me preparava para ver emails e passear pela blogosfera, fui buscar o meu PC e horror dos horrores, não arrancava... segui a sugestão de uma das minhas irmãs e tirei bateria e voltei a colocá-la e nada...e depois resolvi tentar de novo na variante agora sem bateria e só ligado à corrente e resultou!
Neste momento, além de estar na blogosfera, estou também a tentar copiar todos os meus documentos para pen...
Neste momento, além de estar na blogosfera, estou também a tentar copiar todos os meus documentos para pen...
Post 5491 Muito mais complicado
Do que tentar provar que não sou um robô assinalando as fotografias com carros, ou com grama, ou com água, ou com placas de rua, é:
- entrar num blogue de blogger que escreve em português mas cujo formato está noutra língua, como por exemplo, em alemão, e ter de estar a tentar adivinhar o que é que querem que eu assinale para provar que não sou um robô...
Post 5490 Ainda sobre o almoço de bloggers

Sugestão em comentário ao post sobre o almoço/encontro
- Uma sessão via Skype em pleno almoço com Macau...
Assim, poderíamos ter a participação de um blogger de Macau
e já agora também de uma blogger do Canada...
Subscrever:
Mensagens (Atom)











