Mostrar mensagens com a etiqueta Livros 2019. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Livros 2019. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, janeiro 18, 2019

Post 6977 - Livros 2019 (15) A Menina que tinha medo do escuro de Janico

A Menina que tinha medo do escuro de Janico
Resultado de imagem para A Menina que tinha medo do escuro de Janico



No site da Colibri

Sinopse:

«Esta é a história de uma menina que tinha medo do escuro. Quando acordava de noite e a luz que costumava ficar sempre acesa para ela adormecer estava apagada, o coração da menina começava a bater como se tivesse vida própria, independente, e quisesse saltar cá para fora. Era como se a vontade do seu coração fosse fugir para se esconder deixando-a ainda mais sozinha. Então, a menina apertava o corpo com os seus braços para o não deixar sair (...)».

No site da Wook
"SINOPSE
Prémio Revelação Manuel Teixeira Gomes. Durante todo o dia a menina ficou a pensar naqueles milhares de raiozinhos de luz cada trazendo um bocadinho de cor e pintando um bocadinho de todas as coisas do mundo. Não podia deixar de se espantar como é que cada um desses raios de luz, tão pequeninos sabia a cor certa que tinha que trazer para não trocar as cores todas das coisas? Como é que todos eles sabiam exactamente o bocadinho do mundo que tinham que pintar? A menina ficou à janela do seu quarto a imaginar os pequenos raios de luz a tentar atravessar aquelas nuvens todas para trazer a sua cor ao mundo. Deviam chegar bem cansados. Nessa noite a menina sonhou com o menino do outro lado do mundo. Sonhou que ele também estava a olhar para as cores do jardim da sua casa e desejou com muita força que os raios do sol na terra onde o menino vivia não tivessem encontrado nuvens e pudessem chegar à terra com toda a sua força trazendo as suas cores quentes e alegres."

quinta-feira, janeiro 17, 2019

Post 6976 - Livros 2019 (14) O Fanecas de Henrique Pinto


Wook.pt - O Fanecas

O Fanecas de Henrique Pinto

No site da wook:

"EXCERTOS
«E era, precisamente, o facto de que, a sua vida nada tinha para contar, o que o levava a sentir-se uma nulidade, ao contrário de tão grandes feitos. Gostaria de ser actor, e, quem sabe, pudesse até vir a ser realizador, apesar de ter apenas concluído o nono ano de escolaridade.
Estava ele ainda alheado e absorto nestes e noutros pensamentos, menos edificantes, quando uma voz, que ele, infelizmente, conhecia muito bem, o traz de volta, à barafunda do mercado.
– O mal cheiroso do Fanecas, por aqui!... – exclamou, em voz alta, o filho do cardiologista, Fernando Vasconcelos, o Doutor Luisinho, como lhe chamava, reverenciosa, a fina flor do bairro.
O ódio e a raiva não transbordaram, por pouco; uns instantes mais, e o Fanecas teria explodido farpas de fogo. Não era a primeira vez que o Luisinho saía com o corpo amachucado e dorido, depois de uma troca violenta de palavras. […]
Mas as coisas não podiam ficar assim. O Fanecas estava cansado de ser maltratado e humilhado. Não achava bem a pancadaria; sabia que nada iria resolver, antes pelo contrário, provocaria ainda maior animosidade entre os dois. Mas uma lição o Luisinho tinha de apanhar, e aquele era o grande dia. […]
De regresso a casa, preparava-se para ouvir a avó. Não ia resmungar, pois sabia que não tinha razão. A avó era a única pessoa certa na sua vida. Amava- -a, mas não podia continuar a não fazer nada por ela. Tinha ouvido falar que a CAIS ia abrir um centro com as mais variadas artes. Quem sabe, aí pudesse dar asas ao seu sonho de um dia vir a ser actor ou até realizador de cinema. A decisão de levar as coisas mais a sério estava tomada."

domingo, janeiro 13, 2019

Post 6973 - Livros 2019 (13) Almas ao Entardecer de Edith Wharton



Almas ao Entardecer de Edith Wharton (r)

Wook.pt - Almas ao Entardecer


Sobre a autora, no site da wook:
Edith Wharton nasceu em 1862 numa das famílias mais ricas e conceituadas de Nova Iorque. Para além de Sono Crepuscular, da sua vasta obra literária destacam-se A Idade da Inocência, Ethan Frome, Jovens Rebeldes e A Casa da Felicidade. Conhecida pela sua perspicácia e acutilância, é uma cronista excepcional e um dos nomes incontornáveis da literatura mundial. Foi a primeira mulher a ser distinguida com o Prémio Pulitzer de Ficção, a ser nomeada doutora honoris causa pela Universidade de Yale e a ser eleita para a Academia Americana de Artes e Letras. Faleceu em França, em 1937.

Na contracapa
"Edith Wharton, romancista norte-americana do século XIX, desde os primeiros títulos que se tornou deveras apreciada quer entre as classes populares, quer entre a média burguesia. Dotada de uma grande imaginação, e do poder de prender os leitores, a escritora primou sobretudo em retratar a vida americana na passagem do séc.. XIX para o séc. XX. Prova-o por exemplo, Almas ao entardecer, agora editado pela Vega. Trata-se da história de um par de enamorados americanos no estrangeiro, onde deparam com novas ideias sobre a liberdade, o amor, o poder."
De Editu Wharton, cuja obra é prolífica (quase quarenta títulos) foi levado ao cinema o romance A Idade da Inocência (Prémio Pulitzer), filme que já correu entre nós.
Uma das características de Edith Wharton é a pertinência do diálogo entre as personagens. Na verdade, a maioria dos enredos de Wharton vai-se desenvolvendo através da troca de impressões entre os principais intervenientes desta ou daquela história. É um diálogo sempre rico de potencialidades, o qual, quer por uma descrição ambiental, quer por uma observação sempre a propósito no correr do conflito, proporciona ao leitor o espaço e o tempo do que nos é contado. De não menor importância, e sem que nunca "enfastie" o leitor, é a subtileza psicológica de que Edith Wharton se serve com (se não outros) dois objectivos principais: o enriquecimento das figuras dos seus entrechos, no correr da trama, e o envolvimento do leitor, da primeira à ultima  página."

Muito bem escrito e envolvente, como é referido na contracapa, com personagens e diálogos nos quais acreditamos e que nos prendem.

Post 6972 - Livros 2019 (12) O Dia em que o Mar Desapareceu de José Carlos Barros



O Dia em que o Mar Desapareceu de José Carlos Barros

Wook.pt - O Dia em Que o Mar Desapareceu











Sinopse no site da Colibri:
"Dois homens e duas mulheres descobrem que o mar desaparece e que uma nave incandescente surge sobre o antigo leito das águas. A partir daí, ao longo de um verão, O Dia em que o Mar Desapareceu leva-nos a uma viagem pela transformação dos lugares e pela perda de memória. Entretanto um grupo de extra-terrestres parece ter uma missão impossível: descobrir por que razão os humanos desejam tanto a destruição da paisagem."

Sobre o autor no site da wook:
"José Carlos Barros nasceu em Boticas, em 1963. É licenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Évora e vive em Vila Nova de Cacela, Algarve. 
É autor dos livros de poesia Uma Abstracção InútilTodos os NáufragosTeoria do EsquecimentoPequenas Depressões (com Otília Monteiro Fernandes), As Leis do Povoamento (editado também em castelhano). Com Sete Epígonos de Tebas venceu o Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama 2009. 
Em 2003 estreou-se na prosa com O Dia em Que o Mar Desapareceu. venceu vários prémios literários (com destaque para o Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama, que lhe foi atribuído duas vezes) e os seus textos poéticos estão publicados em vários países. 
O Prazer e o Tédio é o seu primeiro romance."

O livro está bem escrito mas não gostei muito de o ler por as personagens serem tão iguais no que vêem, no que sentem, humanos de um lado e alienígenas do outro.

Post 6971 - Livros 2019 (11) An A to Z Creepy Hollow Rachel Morgan

An A to Z Creepy Hollow de Rachel Morgan

An A to Z of Creepy Hollow Fae

quinta-feira, janeiro 10, 2019

Post 6970 - Livros 2019 (10) O Conto do Vigário de Fernando Pessoa e O sem-amor ou o major sem a serotonina de António Bento



O Conto do Vigário de Fernando Pessoa e O sem-amor ou o major sem a serotonina de António Bento

Wook.pt - O Conto do Vigário seguido de o Sem-Amor ou o Major Sem a Serotonina
No site da Wook:
"SINOPSE
Em comum nestes dois contos surge a questão do abuso do álcool e do seu efeito pernicioso; no primeiro texto utilizado para ludibriar intencionalmente terceiros, que, ignorando-se vítimas da avidez e de um ardil engenhoso - o famoso Conto do Vigário -, acabam por ver-se enredados num crime sem culpados, e no segundo texto, ao mesmo tempo narrativa de ruína e redenção, o álcool é meio para ludibriar a si próprio, o sem-abrigo, ajudando-o a alhear-lhe da sua condição, não de sem-teto mas de sem-amor."
Um livro pequeno e muito bonito, com desenhos e reproduções de pinturas - o segundo texto para nos fazer pensar.

Post 6969 - Livros 2019 (9) Balada do Café Triste de Carson McCullers

Balada do Café Triste de Carson McCullers (r)

A Balada do Café Triste


Na contracapa:
"A Balada do Café Triste narra o encontro, num pequeno povoado norte-americano, de Miss Amélia, um corcunda que se afirma vagamente seu primo e um condenado, Marvin Macy, que regressa da prisão para se vingar de um repúdio antigo. A particular sensibilidade de Carson McCullers transforma magicamente este encontro de paixões numa história bela, estranha e nostálgica que termina com um combate entre Miss Amélia e MAcy no café que depois disso permanecerá para sempre triste.
Escrito em 1951, dezasseis anos antes da sua morte voluntária, este livro de Carson McCulers foi considerado por Tennessee Williams uma das obras-primas em prosa da língua inglesa. Nele, Carson McCuulers, mostra as razões as razões que levaram José Rodrigues Miguéis, tradutor de alguma das suas obras, a considerá-la o caso mais impressionante da actual literatura norte-americana."

No site da Wook, sobre o livro:
"Numa pequena povoação no Sul profundo dos Estados Unidos, Carson McCullers dá-nos a conhecer um trio de personagens pouco convencional. Miss Amelia Evans foi casada durante dez dias com Marvin Macy, o homem mais bem-parecido mas com o caráter mais instável da povoação, e desde aí tem estado sozinha à frente do seu próprio destino. Até um dia chegar à terra um anão corcunda que se afirma seu primo, roubando-lhe o coração e transformando a sua loja num café cheio de vida. Mas quando o marido rejeitado regressa ao fim de vários anos, inicia-se um estranho triângulo amoroso - e a vida no café nunca mais voltará a ser a mesma…"
E sobre a autora:
"Carson McCullers nasceu na Georgia em 1917 e começou a escrever desde muito cedo. Com apenas 23 anos publicou O Coração É Um Caçador Solitário (1940), um livro muito bem recebido pelo público e pela crítica, que foi adaptado ao cinema e ao teatro e recentemente eleito um dos 100 melhores romances do século XX. No ano seguinte, saiu Reflexos Num Olho Dourado, que viria a ser imortalizado pelo filme com o mesmo título, realizado por John Huston e protagonizado por Marlon Brando e Elizabeth Taylor. Ambos os romances encontram-se publicados pela Presença nesta coleção. A extensa bibliografia da autora inclui ainda outros títulos que ficaram célebres, como The Member of the Wedding (1946) e A Balada do Café Triste (1951). 
Carson McCullers morreu em Nova Iorque em 1967."

Sobre a autora em site do DN aqui
Carson McCullers, nascida a 19 de fevereiro de 1917, casou-se duas vezes com o mesmo homem, numa história que acabou em deceção e tragédia - ela optou por não cumprir o pacto de suicídio estabelecido entre ambos e ele, Reese McCullers, acabou mesmo por morrer num quarto de hotel parisiense, em 1953. A escritora manteve intensas e públicas paixões por outras mulheres, com destaque para a obsessão que a ligou à fotógrafa suíça Annemarie Schwarzenbach (1908-1942), mas, de acordo com as suas diferentes biógrafas, nunca consumou sexualmente nenhuma dessas atrações. Foi vítima de doenças sérias - da febre reumática ao alcoolismo -, que lhe custaram uma paralisia total do lado esquerdo do corpo, nos últimos vinte anos que viveu. Escreveu isto: "Quero ser capaz de continuar a escrever, doente ou com a saúde, até porque a minha saúde depende em absoluto de continuar a escrever. Os médicos decidiram que é preciso amputar a minha perna afetada. Só não o fizeram de imediato porque os hospitais estão cheios. É por isso que todas as noites, quando me sento a escrever, amaldiçoo os médicos por me fazerem esperar e amaldiçoo a minha perna por me doer tanto."

Li-o há muitos anos porque gostei muito de O Coração é um Caçador Solitário da mesma autora.

Na altura em que o li, ligava muito às histórias e não aderi a estes personagens, não me identifiquei com eles, nem os percebi. Desta vez, adorei o livro! Por estar tão bem escrito, pela forma como nos conta a história, o ambiente, os personagens (posso não me identificar com eles, mas acho que os percebi e posso identificar-me com as emoções).

segunda-feira, janeiro 07, 2019

Post 6965 - Livros 2019 (8) Miniaturas de Paulo Kellerman


Bertrand.pt - Miniaturas

Miniaturas de Paulo Kellerman (gostei muito deste livro, dos mini-contos com finais surpreendentes)

No site da wook: "Como o título indica, este livrinho encerra miniaturas de histórias (56). Trata-se de textos-relâmpago, mistos de conto e de anedota, mas cheios de humor e agradáveis de ler. Eis um deles, intitulado «Greve»: «Houve um dia em que as cegonhas decidiram entrar em greve, recusando-se a fazer entregas de bebés. Reivindicavam que o seu papel na sociedade fosse reconhecido e se acabasse definitivamente com a ideia, errada, de que os bebés nascem da barriga das mães. Contudo, os bebés continuaram a nascer. Então as cegonhas perceberam o que, para todos, era óbvio: já há muito tinham sido substituídas pelas mães. A partir desse dia, as cegonhas deixaram de ser os animais alegres que sempre foram; sentindo-se inúteis, começaram a desaparecer, tornando-se uma espécie em extinção».
"Paulo Kellerman nasceu em Leiria, em 1974, tendo editado, em edições artesanais e limitadas, Livro de Estórias (1999), Dicionário (2000), Sete (2000), Uma Pequena Nuvem Solitária perdida no Imenso Azul do Céu (2001), Fascículo (2002 a 2005, 75 edições), Da Vida e da Morte (2005), todas em edições de autor. Publicou Miniaturas nas Edições Colibri. Publicou, pela Deriva, "Gastar Palavras" em que ganhou o Grande Prémio Camilo Castelo Branco."

Post 6964 - Livros 2019 (7) Raízes de Simões Netto

Raízes de Simões Netto (gostei muito de como está escrito, não gostei de como termina)


Resultado de imagem para Raízes de Simões Netto


"No site da Wook
SINOPSE
Mágica é a sombra da alfarrobeira, onde se acolhe a aragem de todos os quadrantes, no abraço sussurrante de ramaria. Damião, quando na fazenda, costumava nela abrigar-se, buscando amparo no tronco protector em cuja espessura cabiam à larga seis Damiões.
E a árvore, sábia, como que dizia:
«Encosta-te aqui, meu velho».
PRÉMIO MANUEL TEIXEIRA GOMES 2000 (Menção Honrosa)"

Post 6962 - Livros 2019 (6) Bejaia de Miguel Ribeiro de Almeida


Wook.pt - Bejaia

Bejaia de Miguel Ribeiro de Almeida

Na capa:
"Miguel Ribeiro de Almeida nasceu em Seia, em 1966. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses e Ingleses) pela Faculdade de Letras de Lisboa, aí tendo também concluído o Curso de Especialização em Tradução. Participou com dois textos, na antologia de contos Mosaico (Editorial Escritor, 1997). Actualmente tenta exercer o ofício de tradutor".
Bejaia nasceu da leitura do livro de Norberto Lopes, O Exilado de Bougie, e o desejo de imaginar aquilo que Teixeira Gomes, refugiado no seu exílio argelino, poderia não ter querido dizer a esse jornalista do Diário de Lisboa que em 1939, o entrevistou. Mas resulta, também, de uma antiga preferência pela sinuosa cartografia que une o Mediterrâneo, o Magrebe e o Garbe do Andaluz."

Post 6961 - Livros 2019 (5) Acabou-se de Luísa Marques da Silva

Acabou-se de Luísa Marques da Silva


No Site da Saída de Emergência, aqui
"Luísa Marques da Silva nasceu em Lisboa a 23 de Agosto de 1971. Em 1990 começa a frequentar a licenciatura em Matemática Aplicada e Computação do Instituto Superior Técnico (IST) e entra para o grupo de teatro Esquerda Baixa, dirigido por António Feio, que vence o primeiro prémio do 10º Festival de Amadores de Teatro de Lisboa nesse mesmo ano. Termina a licenciatura em 1994 e, em 1997, conclui o mestrado em Engenharia Electrotécnica (ramo de Informática) pelo IST. Durante alguns semestres canta no Coro de Benfica, tenta aprender danças de salão, Alemão e Esperanto, e lecciona no Instituto Superior de Línguas e Administração e na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Em 2000 recebe uma menção honrosa no âmbito do Prémio Revelação Manuel Teixeira Gomes, promovido pela Câmara Municipal de Portimão, pelo conto «Acabou-se!»; este seria incluído no livro «Sete Histórias por Acontecer», publicado em 2001, que combina fantasia com ficção científica e mais umas coisas «indefiníveis». É também em 2001 que se torna investigadora no Laboratório de Sistemas de Língua Falada (L2F) do INESC-ID. Em 2004 termina o doutoramento em Engenharia Informática e de Computadores, realizado em co-tutela entre o IST e a Universidade Blaise-Pascal em França, e lecciona na Universidade Autónoma de Lisboa. Em 2005 escreve o conto «e-Medo», a sua estreia no género de terror, com o qual ganha em 2007 mais uma menção honrosa no Prémio Revelação Manuel Teixeira Gomes. Em 2006, depois de uma nova e breve passagem pela Universidade Lusófona, torna-se professora auxiliar no IST e aproveita a mais recente licença de parto para pintar, arrumar a casa e escrever dois livros. Começa ainda uma colaboração com Leonor Zamith no projecto «As Aventuras do Menino Alexandre» (http://www.leonorzamith.com). Mãe («babada») de três filhos, o seu ritmo de escrita habitual tem sido de quatro linhas por mês e, por isso, a sua carreira literária não anda muito «saudável». Ainda não conseguiu rever os livros que escreveu em 2006 porque têm mais de 25 páginas, mas ainda tem esperança."
Ler mais aqui e aqui

Na capa:
"Imagine-se que alguém consegue evitar a morte dos que lhe são queridos, pelo simples factos de não querer que estes morram.
O que acontecerá em quase 100 anos de vida comum?
Haverá paciência para a vida eterna?
E a Morte? O que é que esta terá a dizer?

Resultado de imagem para Acabou-se de Luísa Marques da Silva

Post 6960 - Livros 2019 (4) Sally de Jorge Candeias

Sally de Jorge Candeias   

Prémio Manuel Teixeira Gomes 2001 (Menção Honrosa)

No site da wook:
"SINOPSE
Sally é uma história de amor... é uma história de amor que é tudo menos convencional, nascida sem a interferência de hormonas ou feromonas num lugar estranho e mutável. É uma história de amor que, pelo menos aparentemente, é unilateral, e o objecto desse amor dá título ao conto. Sally é a mulher perfeita. Pelo menos, é essa a resposta que obteriam do Alberto Lieman se lhe perguntassem alguma coisa. Aviso: além disso tudo é também uma história de ficção científica."
Sobre o autor: Nasceu em Portimão, em 1966. Depois de passar três anos na União Soviética, a estudar (num curso que não concluiu), e mais dez em Faro, a estudar Biologia Marinha e Pescas e a trabalhar, regressou a Portimão, onde exerce a atividade de tradutor. (visto aqui)
No verso do livro "Jorge Candeiras, um jovem de trinta e muitos anos, biólogo marinho e pesqueiro por formação e jornalista por desenrascanço e, se calhar, vistas bem as coisas, vocação. Algarvio de origem e ideologia, gosta de literatura por culpa do pais e, dentro desta, de ficção científica por culpa do pai. É esta a primeira vez que publica em forma de livro, mas desde 2000 publica regularmente em forma de revista, franzise e várias subespécies de páginas web.
Resultado de imagem para Sally de Jorge Candeias

sexta-feira, janeiro 04, 2019

Post 6958 - Livros 2019 (3) O Homem da Minha Vida de Risoleta C. Pinto Pedro



O Homem da Minha Vida de Risoleta C. Pinto Pedro.


Wook.pt - O homem da minha vida
Surpreendeu-me o final. Gostei muito deste livro

Pág. 34:
"Bom, O Santo António já tem uma certa idade, o ouvido concerteza jé lhe vai faltando, deve ter tomado esta minha conversa como uma oração. Ou um pedido. Ou uma promessa."

No site da wook, sobre a autora:
Risoleta Pinto Pedro é professora da Escola Secundária artística António Arroio, e escritora. Tem diversos livros publicados na área de ficção e recebeu vários prémios nesta área e na de poesia, de que destaca o Prémio Revelação da APE. Tem feito crónica radiofónica (Quarta-Crescente, na RDP-2) e jornalística. Escreve teatro e textos para dança, música e artes plásticas. Entre as suas obras estão: A Criança Suspensa (Prémio Ferreira de Castro de ficção narrativa); O Corpo e a Tela, O Aniversário (Prémio Revelação APE/IPBL 1994); A Compreensão da Lua; O Arquitecto; Venite In Silentio; Contos de Azul e Terra, em co-autoria com Raquel Gonçalves.

quinta-feira, janeiro 03, 2019

Post 6956 - Livros 2019 (2) A Fonte de Mafamede de Fernando Évora

A Fonte de Mafamede de Fernando Évora - Prémio Manuel Teixeira Gomes- Menção honrosa 2001, Muito bem escrito e triste (a história de Ana e Bastião.

Sinopse no site da Wook:
"Neste texto o autor conduz-nos ao século XVI e a Benafátima, pequeno lugar da serra algarvia. Aqui, onde vive a jovem Ana, parecem distantes as novidades das descobertas e dos novos mundos. Contudo, da cidade virá um prior, um boticário e um escravo negro, o que irá perturbar a vida nesta povoação. Só que os novos tempos não são os do progresso, antes os da intolerância."
O autor Fernando Évora nasceu em Faro, em 1965. Tem-se afirmado como autor de contos, modalidade onde já obteve vários prémios literários. Além de alguns textos dispersos e incursões na literatura infantil, publicou uma pequena novela histórica, A fonte de Mafamede, e uma quase-fábula, Como se de uma fábula se tratasse.

"Soube que Mafamede não mais tinha regressado ao povoado. Soube também que agora se chamava aquele sítio a nascente do desorelhado e que se dizia ser a sua água venenosa, quando amor mais puro não havia eu conhecido"

A Fonte de Mafamede

terça-feira, janeiro 01, 2019

Post 6954 - Livros 2019 (1) A Lua-de-mel de Sophie Kinsella



Wook.pt - A Lua-de-MelA Lua-de-mel de Sophie Kinsella

Decepcionada por Richard não a ter pedido em casamento, Lottie, termina a relação dos dois, reencontra  Ben, um ex-namorado da adolescência, casa com ele e partem de lua-de-mel para a Ilha Grega de Ikonos.
Fliss, irmã de Lottie, quer resolver o problema deste casamento precipitado, assim como Lorcan, advogado da empresa do pai de Ben. Os dois, com o filho de Fliss, Noah, e Richard partem também para Ikonos.