True de Laurann Dohner (r)
"Quem tropeça é sempre alguém que se distrai a olhar para as estrelas" Vladimir Nabokov (nome do blogue veio do livro para crianças de Virgínia de Castro e Almeida)
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quinta-feira, fevereiro 14, 2019
sábado, fevereiro 09, 2019
Post 6990 - Livros 2019 (23) Obsidian de Laurann Dohner
Obsidian de Laurann Dohner (r)
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domingo, dezembro 30, 2018
Post 6950 - Livros 2018 (99,100 e 101) To claim his girl de Sam Crescent , Taunting Krell de Laurann Dohner (r) e A Paixão de Wilde de Eloisa James
To claim his girl de Sam Crescent
Taunting Krell de Laurann Dohner (r)
A Paixão de Wilde de Eloisa James
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domingo, dezembro 02, 2018
Post 6920 - Livros 2018 (86, 87 e 88) Hot Secrets e The Italian de Lisa Marie Rice, Slade de Laurann Dohner
Hot Secrets e The Italian de Lisa Marie Rice
Slade de Laurann Dohner (r)
Slade de Laurann Dohner (r)
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quinta-feira, junho 28, 2018
Post 6749 - Livros 2018 (48 e 49) Tiger de Laurann Dohner (r) e À luz da meia noite de Sherrilyn Kenyon (r)
Tiger de Laurann Dohner (r)
À luz da meia noite de Sherrilyn Kenyon (r)
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sábado, março 31, 2018
Post 6618 - Livros 2018 (10 e 11) - Propositioning Mr. Raine de Laurann Dohner e Corpo da Sombra de José Antunes
Propositioning Mr. Raine de Laurann Dohner e
Corpo da Sombra de José Antunes
No site da wook:
SINOPSE
Colecção Comemorativa dos 15 anos da Associação e da Revista CAIS, a Revista que Desperta Consciências e Ajuda os Sem-Abrigo.
15 Anos, 15 Livros Ilustrados, 15 Autores
No âmbito das comemorações do 15º aniversário da CAIS, 15 autores lusófonos cederam gentilmente 15 contos, e todos foram ilustrados por alunos da Escola Ar.Co.
Fundada em 1994, a CAIS é uma Associação de Solidariedade Social sem fins lucrativos, reconhecida como pessoa colectiva de utilidade pública.
Tem como missão contribuir para o melhoramento global das condições de vida de pessoas sem casa/lar, social e economicamente vulneráveis, em situação de privação, exclusão e risco.
A primeira criação desta associação foi a Revista CAIS. O seu principal objectivo é despertar os leitores e a opinião pública em geral, para as problemáticas sociais relacionadas com os sem-abrigo e com outras formas de exclusão.
As vendas revertem para os vendedores (70%). É distribuída por instituições de cariz social em todo o país, que seleccionam, entre os seus utentes, os vendedores CAIS.
15 Anos, 15 Livros Ilustrados, 15 Autores
No âmbito das comemorações do 15º aniversário da CAIS, 15 autores lusófonos cederam gentilmente 15 contos, e todos foram ilustrados por alunos da Escola Ar.Co.
Fundada em 1994, a CAIS é uma Associação de Solidariedade Social sem fins lucrativos, reconhecida como pessoa colectiva de utilidade pública.
Tem como missão contribuir para o melhoramento global das condições de vida de pessoas sem casa/lar, social e economicamente vulneráveis, em situação de privação, exclusão e risco.
A primeira criação desta associação foi a Revista CAIS. O seu principal objectivo é despertar os leitores e a opinião pública em geral, para as problemáticas sociais relacionadas com os sem-abrigo e com outras formas de exclusão.
As vendas revertem para os vendedores (70%). É distribuída por instituições de cariz social em todo o país, que seleccionam, entre os seus utentes, os vendedores CAIS.
«O senhor do terceiro andar deve bem precisar de uma camisola como esta. Ainda ontem o vi, descendo as escadas, todo enrugadinho de frio, só podia ser, pelo modo como enovelava as mãos e espremia o ar nos lábios, pena que a traça tenha mordido o rebordo da gola, por isso a deitaram ao lixo!, mas ninguém se vai aperceber do estrago, os homens não se dão conta de tais ninharias e o facto é que o vizinho há-de sentir-se outro com ela vestida."
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quinta-feira, março 29, 2018
Post 6612 - Livros 2018 (7, 8 e 9) Stepbrother fallen de Aya Fukunishie e Something wicked de Laurann Dohner
Stepbrother fallen de Aya Fukunishi e
Something wicked de Laurann Dohner
Loving Deviant de Laurann Dohner
Something wicked de Laurann Dohner
Loving Deviant de Laurann Dohner
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sábado, junho 10, 2017
Post 6252 Livros 2017 (114, 115 e 116) Um sonho de amor de Maggie Cox, Veso de Laurann Dohner e O Acordo de Elle Kennedy (*)
Um sonho de amor de Maggie Cox
Veso de Laurann Dohner
O Acordo de Elle Kennedy (*)
Veso de Laurann Dohner
O Acordo de Elle Kennedy (*)
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Maggie Cox
quinta-feira, maio 11, 2017
Post 6203 - Livros 2017 (79, 80, 81, 82 e 83) Claws and Fangs de Laurann Dohner The Higlander´s Desire de Margo Maguire Mr and Mrs e Shielding Lilly de Alexa Riley e Divina por Sangue de P.C. Cast
Claws and Fangs de Laurann Dohner
The Higlander´s Desire de Margo Maguire
Mr and Mrs de Alexa Riley
Shielding Lilly de Alexa Riley
Divina por Sangue de P. C. Cast

The Higlander´s Desire de Margo Maguire
Mr and Mrs de Alexa Riley
Shielding Lilly de Alexa Riley
Divina por Sangue de P. C. Cast
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domingo, abril 23, 2017
Post 6169 Livros 2017 (69 e 70) Commanding The Tides, Lords of the Abyss de Michelle M. Pillow e Melting Iron de Laurann Dohner
Commanding The Tides, Lords of the Abyss de Michelle M. Pillow
e Melting Iron de Laurann Dohner
e Melting Iron de Laurann Dohner
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quinta-feira, abril 20, 2017
Post 6159 Livros 2017 (64, 65 e 66) Kissing Steel de Laurann Dohner, Wolf Whisperer de Charlene Hartnady e Billion Dollar Bear de Catherine Vale
Kissing Steel de Laurann Dohner, Wolf Whisperer de Charlene Hartnady e Billion Doilar Bear de Catherine Vale
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segunda-feira, abril 17, 2017
Post 6151 Livros 2017 (59, 60, 61, 62 e 63) S. Awakenings The Waltz, The Tango e The Last Dance de Angelica Chase, Stealing Coal de Laurann Donher e A Mulher que Tentou Matar o Bebé da Vizinha de Liudmila Petruchévskaia
S. Awakenings The Waltz, The Tango e The Last Dance de Angelica Chase, Stealing Coal de Laurann Dohner e A Mulher que Tentou Matar o Bebé da Vizinha de Liudmila Petruchévskaia.
Na contracapa:
"Uma mulher dá por si a tapar um buraco a meio da noite numa floresta; uma família tranca-se no quarto de forma a combater uma estranha epidemia; um feiticeiro castiga duas belas bailarinas transformando-as numa grotesca performer circense; um coronel é avisado para que não levante o véu da face da sua falecida esposa; e um perturbado pai consegue ressuscitar a filha devorando corações humanos nos seus sonhos.
São contos de humor negro, repletos de vingança, mortes perturbantes e melancolia.
Liudmila Petruschévskaia nasceu a 26 de Maio de 1938 em Moscovo.
A sua escrita desconcertante levou a Publishers Weekly a considerá-la "uma das melhores escritoras vivas da Rússia".
Entrevista em 1993 por Sally Laird, tradutora para inglês do seu romance Hora: Noite, Petruchévskaia afirmou: "A Rússia é uma terra de mulheres que contam as suas histórias oralmente, sem necessidade de inventar. São narradoras extremamente talentosas. Sou apenas uma sua ouvinte."
A sua obra inclui os romances Hora: Noite (1992) e O Primeiro, ambos presentes na short-list do Russian Booker Prize, algumas peças teatrais e ainda Amor Imortal, uma colecção de contos e monólogos. Desde finais de 1980 que as suas peças, histórias e romances têm sido publicados em mais de trinta línguas. Em 2003 recebeu o Pushkin Prize para a literatura russa, atribuído pela Fundação Alfred Toepfer. Em 2003 foi-lhe atribuído o Russian State Prize for Arts, em 2005 o Stanislvsky Award e em 2006 o Triumph Prize.
Uma antologia de contos, A Mulher que Tentou Matar o Bebé da Vizinha foi publicada nos Estados Unidos em Outubro de 2009, tornando-se dois meses mais trade um bestseller do New York Times Book Review, Em 2010 venceu o World Fantasy Award, na categoria de colecção de contos.
Em finais de 1960, Petruchévskaia começou uma carreira como cantora, criando novas letras para as suas músicas favoritas, e actuando em Moscovo, em clubes noturnos e na Casa da Música. Recentemente começou a compor as suas próprias canções.
Petruchévskaia é também conhecida como uma artista visual. Os seus retratos, nus e naturezas-mortas têm sido expostos na Galeria Tretyakov, no Museu Pushkin de Belas Artes, no Museu Estatal de Literatura e em várias galerias privadas.
Em 1979 foi co-autora do cenário de um dos mais influentes filmes de animação russos - Contar Contos.
No site da Bertrand
EXCERTO
Durante a guerra, um coronel recebeu carta da mulher em que ela lhe dizia ter muitas saudades e lhe pedia que a fosse ver porque tinha medo de se finar sem estar com ele pela última vez. O coronel solicitou a licença e, como tinha sido condecorado havia pouco, conseguiu três dias. Foi de avião, mas, uma hora antes da sua chegada, a esposa faleceu. O homem chorou, fez o funeral da mulher, tomou o comboio para regressar, mas de repente descobriu que perdera o cartão de membro do partido. Revolveu todas as suas coisas, tornou à estação donde partira, tudo isso com grandes dificuldades, mas não encontrou nada e acabou por voltar para casa. Ali adormeceu e, de noite, sonhou com a mulher que lhe disse que o cartão do partido estava no seu caixão, do lado esquerdo, tendo caído quando o coronel a beijara. Avisou-o também de que não devia levantar-lhe o véu da cara.
Pág. 126
"O novo pai levava a criança, a mulher levava a roupa. Iam andando e, pelo caminho, esqueceram-se do lugar onde se dera o seu encontro, esqueceram-se também do nome da estação. Lembravam-se apenas de que tinha sido uma noite muito difícil, um caminho longo, uns tempos penosos de solidão, mas que agora lhes nacera um filho e tinham encontrado o que procuravam."
Gostei muito deste livro de pequenas histórias, muito diferentes umas das outras, mas que têm em comum a grande imaginação da sua autora e o fantástico, como contos de fadas, mas não conhecidos.
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sábado, abril 15, 2017
Post 6148 Livros 2017 (51, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 58) His Perfect Mate, Seducing Stag, Taunting Krell, Tempting Rever, Redeeming Zorus, de Laurann Dohner, Assalto ao Castelo/Storming the Castle de Eloisa James, Spell of the Highlander de Karen Marie Moning e Her Highland Rogue de Leanne Burroughs
His Perfect Mate, Seducing Stag, Taunting Krell, Tempting Rever, Redeeming Zorus, de Laurann Dohner, Assalto ao Castelo/Storming the Castle de Eloisa James, Spell of the Highlander de Karen Marie Moning e Her Highland Rogue de Leanne Burroughs
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terça-feira, março 28, 2017
Post 6117 - Livros 2017 (45, 46, 47, 48, 49 e 50) Abismo e outros contos de Jean Meckert, Growling for Mine e Paid For de Alexa Riley, Claimed de Laurann Dohner, Boomtown - Freebirds de Lani Lynn Vale e Tiger de Laurann Dohner
Abismo e outros Contos de Jean Meckert
Novas Espécies, Tiger de Laurann Dohner
Boomtown - Freebirds Lani Lynn Vale
Claimed de Laurann Dohner
Growling for Mine e Paid For de Alexa Riley
Novas Espécies, Tiger de Laurann Dohner
Boomtown - Freebirds Lani Lynn Vale
Claimed de Laurann Dohner
Growling for Mine e Paid For de Alexa Riley
Na contracapa:
"Jean Meckert (1910-1995) é uma figura rebelde das letras francesas e autor de uma vasta obra que se reparte por romances policiais (sob o pseudónimo Jean Amila), peças de teatro e guiões. Conheceu precocemente o desespero, e guardará da sua infância a repulsa pelo ensino religioso e a memória da fome. Apaixonado pela literatura, mas forçado a deitar a mão a todo o tipo de trabalhos precários, é no fim dos dias de trabalho extenuante que se dedica à escrita. Autor prolífico, guardou em cadernos escolares diversos contos inéditos, entre os quais os três que compõem este livro. Foi mobilizado em 1939, e a experiência da guerra viria a despertar nele um profundo antimilitarismo. A consgração chegaria em 1941 com Les Coups, obra aclamada por André Gide e Queneau, entre outros."
"Tenho a carapaça dura, já vi muita coisa. Mas, de repente, dei-me conta da minha responsabilidade nesta história. E talvez seja desde esse dia que sei o que é odiar, talvez seja esse dia que assinala o modo como consegui recompor-me,aquele em que encontrei uma força interior, uma razão de ser: a luta, a luta implacável contra a sociedade actual, contra este regime abominável, abjecto, que me fez matar um homem, por trezentos francos."
Prefácio do editor francês:
"Em "O Bom Samaritano, conto inédito do jovem Jean Meckert, um das personagens alistou-se no exército porque estava desempregado e "morrer de fome". São realidades dolorosas vividas pelo próprio autor nos anos 30, depois de uma infância já de si bastante penosa.
Nascido em Paris a 24 de Novembro de 1910, Jean Meckert foi separado da família e enviado, em 1920, para o asilo Lambrechets, uma instituição de origem protestante situada em Courbevoie. Meckert guardará desses quatro anos de orfanato uma repulsa pelo ensino religioso, a memória da fome e do frio, bem como um profundo sentimento de humilhação e de abandono.
Bom aluno, obtém o diploma do ensino primário e entre como aprendiz para uma empresa de construção de motores eléctricos. Após ter trabalhado algum tempo na fábrica, ingressa, em 1927, já como empregado de escritório, no Crédit Lyonnais, onde a mãe trabalhava como empregada de limpeza.
Vítima da crise de 1919, Jean Meckert perde o emprego e passa a alternar desemprego com pequenos trabalhos eventuais. Para escapar a esta vida de miséria, em Novembro de 1930 alista-se no exército por um período de dezoito meses. Colocado no campo de Satory, em Versalhes, será punido com várias penas de prisão por ausências injustificadas, mas ainda assim promovido ao posto de cabo pelo comandante da 5ª Companhia de Engenharia, responsável pelas infra-estruturas ferroviárias e pelas pontes.
De regresso à vida civil, em Maio de 1932, volta a cair numa situação de pobreza: "Era a época do grande desemprego dos anos 30", escreveria ele, "Já não havia trabalho, era preciso fazer tudo e mais alguma coisa para sobreviver". Meckert deitará assim a mão a todo o tipo de trabalhos, inclusivamente o de vendedor ambulante ao portão da fábrica da Renault.
O quarto de hotel sórdido onde vive então, em Belleville, torna-se a sua "última trincheira", o refúgio onde escreveria narrativas inspiradas na sua própria existência, designadamente três "contos" que copiaria cuidadosamente, em 1935, para um caderno escolar: "Um Crime", "O Bom Samaritano" e "Abismo". Três textos de juventude que pronunciam a obra futura, e em particular Les Coups, romance publicado pela Editora Gallimard em 1941, sob o conselho entusiasta de Raymond Queneau."
Pág. 29
"Lá fora, o ar gélido era capaz de atravessar três pares de mitenes. A sentinela quase dava cabo da guarita a bater os pés para se aquecer. Pela nossa parte, estávamos todos à volta do fogão, com pena do homem."
Pág. 47
"Estava com ar de nem o poder ver.
Então o chefe do posto, o matador de negros, dirigiu-se a ele com o cenho mais carregado do que nunca.
- O que se passou é que deixaste cair o capacete - disse-lhe ele baixinho.
- Como assim?! - exclamou o cabo, desconcertado.
- Já disse: caiu ao chão - continuou o sargento, olhando-o bem nos olhos.
- Mas...!
- Vamos, não estás a perceber.
- Há uma testemunha!
- Eu dou-lhe uma palavrinha.
- Mas...!
- Vá lá, não te armes em mauzão. Senão vais ter chatices de outra maneira. Entendido?
A seguir o sargento voltou para o seu canto, pousou no banco o púcaro, o litro do vinho que não tinha acabado, pão branco da messe e uma lata de patê que tirou do bornal.
- Vamos, come! - disse ele ao vagabundo.
Depois foi de novo deitar-se na enxerga."
Três contos muito diferentes (o meu preferido foi o segundo) em que o narrador é personagem sobretudo no primeiro e no terceiro, tem uma actuação reprovável com consequências trágicas no primeiro (Um crime) presencia um acto admirável e surpreendente pela pessoa que o pratica, em O Bom Samaritano, e cai numa degradação claustrofóbica da qual consegue sair depois de um acto do maior desespero (O Abismo).
Muito bem escrito.
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terça-feira, março 21, 2017
Post 6100 - Livros 2017 (41, 42, 43 e 44 ) Nunca me deixes de Kazuo Ishiguro, Naughty Boss de Whitney G. e New Species, True e Brawn de Laurann Dohner
Nunca me deixes de Kazuo Ishiguro, Naughty Boss de Whitney G. e New Species, True e Brawn de Laurann Dohner
Sinopse no site da Wook
"SINOPSE
Kazuo Ishiguro foi elogiado no Sunday Times por «ampliar as possibilidades da ficção». Em "Nunca Me Deixes", que se encontra certamente entre as suas melhores obras, conta-nos uma extraordinária história de amor, perda e verdades escondidas.
Kathy, Ruth e Tommy cresceram em Hailsham - um colégio interno idílico situado algures na província inglesa. Foram educados com esmero, cuidadosamente protegidos do mundo exterior e levados a crer que eram especiais. Mas o que os espera para além dos muros de Hailsham? Qual é, de facto, a sua razão de ser?
Só vários anos mais tarde, Kathy, agora uma jovem mulher de 31 anos, se permite ceder aos apelos da memória. O que se segue é a perturbadora história de como Kathy, Ruth e Tommy enfrentam aos poucos a verdade sobre uma infância aparentemente feliz — e sobre o futuro que lhes está destinado.
Nunca Me Deixes é um romance profundamente comovedor, atravessado por uma percepção singular da fragilidade da vida humana."
(achei-o bem escrito, previsível e triste)
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quinta-feira, março 16, 2017
Post 6090 Livros 2017 (36, 37, 38, 39 e 40) Novas Espécies de Laurann Dohner,Smiley, Números, Justice e Fury e Lumberjak de Jenika Snow
Novas Espécies de Laurann Dohner, Smiley, Números, Justice e Fury
e Lumberjak (lenhador) de Jenika Snow
e Lumberjak (lenhador) de Jenika Snow
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sábado, março 11, 2017
Post 6083 Livros 2016 (32, 33, 34 e 35) Um Instante de Amor de Milena Agus e Novas Espécies de Laurann Dohner, Moon, Slade e Valiant
Um Instante de Amor de Milena Agus
(capa do livro actualmente à venda / capa da minha edição)
Na capa e contracapa:
(capa do livro actualmente à venda / capa da minha edição)
Na capa e contracapa:
"Um instante de Amor conta-nos a história de uma mulher extraordinária que viveu em Cagliari, na Sardenha, durante a Segunda Guerra Mundial. A rigidez e os preconceitos do meio onde nasceu não se compadecem com a sua natureza sonhadora e a romântica, e embora seja extremamente bonita os homens estranham-na, e o amor teima em fazer-se esperar. Atormentada pelo desejo que um casamento de conveniência não aplacou, reinventa a sua própria vida, num rasgo de erotismo e poesia, belo e assombroso como o próprio romance que deslumbrou a Itália e a França e veio confirmar Milena Agus como uma voz única, deliciosamente irreverente, da actual narrativa italiana.
Milena Agus vive em Cagliari, na Sardenha, onde ensina Italiano e História num instituto técnico. Um Instante de Amor foi o romance que a tornou conhecida, viu os seus direitos serem vendidos para países como a França, Alemanha, Espanha, Holanda, Argentina e Israel, e arrebatou uma série de prémios - Prémio Forte Village 2007, Prémio Santa Marinella 2007, Premio Elsa Morante 2007, Zerilli-Marimò/City of Rome Literaty Prize 2008, e finalista dos prémios Strega e Campiello em 2007, entre outros.
Escreveu também Coração de Manteiga publicado pela Alfaguara
Pág. 63
A Floresta Montes, uma das poucas florestas primitivas da Sardenha, porque as suas azinheiras seculares nunca foram cortadas, estava imersa em silêncio e numa neve macia e branca que lhes chegava aos joelhos. Assim, o avô não tardou a encharcar os sapatos e as calças, mas continuava a andar em silêncio, sem parar.
E andava ao ritmo dos outros. A avó, durante um bom troço de caminho, caminhava à frente como se não tivesse marido nem filho, mas depois, quando lá em baixo no vale aparecera o lago de Oladi, gelado, como vindo do mundo da fantasia naquela imensa solidão, parara à espera deles.
"Olhem! Olham que bonito!"
Gostei deste livro pelas personagens, pelas descrições e pelo final que me surpreendeu e me fez rever as ideias que tinha construído sobre o passado da avó e do Veterano.
Gostei deste livro pelas personagens, pelas descrições e pelo final que me surpreendeu e me fez rever as ideias que tinha construído sobre o passado da avó e do Veterano.
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Livros 2017,
Milena Agus
segunda-feira, março 06, 2017
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