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domingo, janeiro 29, 2017

Post 6017 - Livros 2017 (17) A Sonsa de Georges Simenon

A Sonsa de Georges Simenon (La Marie Du Port)
Nº 107 da Colecção Miniatura, Livros do  Brasil, 1959
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No site da wook:
"Escritor belga de expressão francesa (Liège, 1903 ­ Lausana, 1989), deve a sua celebridade a romances (na sua grande maioria policiais) de foro psicossociológico. De entre as cerca de duas centenas de obras editadas, é de destacar o ciclo das investigações do Comissário Maigret (iniciado em 1932), os romances Les Fiançailles de M. Hire (1933), La Marie du port (1938), Les Inconnus dans la maison (1940), Le Voyageur de la Toussaint (1941), Trois Chambres à Manhattan (1946), La neige était sale (1948) e a autobiografia Mémoires intimes (1981)."
 in babelio,com, aqui
"Résumé :
A Port-en-Bessin, Marie, jeune femme de dix-sept ans, vient de perdre son père. Sa soeur Odile vient avec Henri Chatelard, son. amant, assister à l'enterrement. Celui-ci s'éprend de Marie et, pour la voir, achète un bateau dont il va chaque jour s'occuper. Que lui importe ensuite tout le reste, maintenant qu'il est pris entre la vie du port et l'amour de Marie ?...
Source : Gallimard (1938)
Jules Le Flem, pêcheur à Port-en-Bessin, vient de mourir : il laisse cinq orphelins. Le jour de l'enterrement, toute la famille est réunie. Même Odile, la fille aînée, est venue de Cherbourg où elle vit avec son amant, Chatelard, propriétaire d'un café et d'un cinéma. La proche famille discute du sort des orphelins et se partage les trois plus jeunes enfants, tandis que Marie s'engage comme serveuse au café de la Marine. Dans l'après-midi de ce même jour, Chatelard, qui a accompagné Odile, achète en vente publique « la Jeanne », le bateau de Via, un pêcheur malchanceux. L'achat de ce bateau va obliger Chatelard à de fréquentes apparitions à Port-en-Bessin et surtout au café de la Marine où il voit vivre Marie. Celle-ci le trouble d'abord par sa nature renfermée et son impassibilité, puis finit par le subjuguer tout à fait. Mais Marie a un amoureux de son âge, Marcel, le fils de Viau : humilié par son père qui le traite en gamin et excédé par l'empressement de Chatelard auprès de Marie, il tente de tuer celui-ci d'un coup de feu. Il le manque, mais Chatelard, en lui donnant une correction, le blesse sérieusement. Pour ne pas ébruiter l'affaire, il ramène Marcel chez lui où Odile se chargera de le soigner. Avec la complicité de cette dernière, Chatelard attire Marie à Cherbourg, dans le but inavoué d'en faire sa maîtresse. Or, non seulement il n'arrive pas à ses fins, mais il découvre Odile dans les bras de Marcel. Ce dernier événement précipite les choses : Marie, qui plus que jamais mérite son surnom de sournoise, par ses manigances, va faire comprendre à Chatelard à quelles conditions il peut l'avoir : l'épouser, devenir patron pêcheur, lui faire construire la maison de ses rêves à Port-en-Bessin. Après un long combat intérieur, Chatelard se décide et « marche ». Quant à Odile, elle ira à Paris...
Source : Tout Simenon (éditeur Omnibus) Lieu d'écriture : Hôtel de l'Europe, Port-en-Bessin (Calvados) octobre 1937"

Para 2017 além da decisão de ler livros melhores (mas continuando a ler livros cor-de-rosa) também decidi superar o número de livro do ano passado (até para justificar as novas aquisições), comprar menos livros enquanto não leio mais alguns do que já tenho, terminar alguns livros cuja leitura interrompi (ou porque não estavam a interessar-me como o Ulisses ou porque queria continuar na história) e voltar a reler livros que já tinha lido (sendo que quanto a alguns, recordava pouco, às vezes quase só de que tinha gostado de os ler). Li A Sonsa há alguns anos. Gostei muito de o  ler e ainda me lembrava bem da história, mas, ao ler Bairro Negro do mesmo autor, estando A Sonsa mesmo ali ao lado, resolvi reler apenas o final, passei para o meio e depois para o início. Gostei muito deste livro, mais do que de Bairro Negro, pela história, pelos personagens e  pelo final.

Post 6016 - Livros 2017 (16) Bairro Negro de Georges Simenon

Bairro Negro de Georges Simenon
Nº 89 da Colecção Miniatura, Livros do Brasil
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Em https://books.google.pt
"Neste livro de 1936  - Quartier Nègre, encontramos Germaine e o seu marido Dupuche desembarcando de um navio no Canal do Panamá e se deparando com uma recepção de pessoas negras, o que causa certo espanto inicial, estão em lua de mel e em transição rumo a Guayaquil.
Já na cidade tentam receber certa quantia em troca de uma carta de crédito e não encontram fundos no Banco.
Dupuche está em transição de carreira para assumir a directoria de uma empresa naquela cidade e à medida que o tempo vai passando, a sua situação vai-se complicando naquele local.
Ao ponto de ter de ficar na cidade e com opções restritas de vida" (não seria assim que resumiria o livro)

Na wikipédia:
Georges Joseph Christian Simenon (13/2/1903 - liège, Belgium/ 4/9/1989, Lausanne, Switzerland) was a Belgian writer. A prolific author who published nearly 500 novels and numerous short works, Simenon is best known as the creator of the fictional detective Jules Maigret.

Pág. 7
"Queriam ver a cidade. Era quase meio-dia. Enganaram-se, certamente, no caminho, porque enfiaram quase logo num bairro triste e sórdido, onde casas de madeira ladeavam os passeios atravancados de negros. O sol caía a pino. Mulheres dormiam nas soleiras das portas. Germaine achou que aquilo cheirava mal e olhou com inquietação à sua volta."

Gosto muito dos livros deste autor, que criou o Inspector Maigret. Mas além dos policiais, escreveu também romances como este Bairro Negro em que nos leva até à América Central, ao canal do Panamá, onde chega de barco um casal francês, recém-casado, Jo e Germaine Dupuche. Ele um jovem engenheiro com a expectativa de assumir um posto de engenheiro-chefe é confrontado com a falência da empresa que o tinha contratado. Ela consegue um emprego num hotel cujas regras a obrigam a separar-se do marido e arranja também um admirador rico. Ele encontra a Verónique.
Nesta mesma colecção li há vários anos A Sonsa (e também gostei muito desse livro).