quinta-feira, junho 28, 2018

Post 6752 - Quinta-feira, 28.6.18 - Carne guisada (receita da P.)

- Numa panela, azeite, cebola e alho picados, pedacinhos de carne, ervilhas, cenoura e batata, água, sal, pimenta, tomilho, louro, cravinho;


Post 6751 - Quarta-feira, 27.6.18


Massa com frango:
- Numa panela, massa (lacinhos tricolor) a cozer com água e sal;
- Noutra panela, cebola picada, azeite, pedacinhos de peito de frango, antes temperado com sumo de limão, alho, sal e pimenta, pedacinhos de linguiça e chouriço, e de cenoura e pimento vermelho e ervilhas, tomate triturado, um pouco de vinho branco, queijo para gratinar;
- Em tijela, misturamos natas, queijo ralado e um ovo;
- Misturamos tudo.

Post 6750 - Terça-feira, 26.6.18 - Arroz de frango (receita repetida, um pouco alterada) e empadão (receita da P.)



Arroz de Frango (receita repetida, um pouco alterada)
- Numa panela cozer o frango em pedacinhos, com água, sal, meia cebola, ervilhas, e cenoura aos pedacinhos;.
- Noutra panela, azeite, cebola picada, bacon, salpicão, chouriço, linguiça cortados em pedacinhos, arroz, pimento vermelho, tomate triturado, juntamos conteúdo da primeira panela de pois de tirarmos a cebola, sal, pimenta, um pouco de vinho branco;


Empadão - receita da P.
- Numa panela azeite, cebola picada, pedacinhos de salpicão, linguiça e bacon, tomate triturado, depois juntar o resto da carne assada;  - Varinha mágica;
- Noutra panela água, batata e cravinho, um pouco de manteiga;
- Pirex, por cima fatias de queijo, um ovo inteiro mexido e uma tirinha de pimento vermelho;

Post 6749 - Livros 2018 (48 e 49) Tiger de Laurann Dohner (r) e À luz da meia noite de Sherrilyn Kenyon (r)

Tiger de Laurann Dohner (r)

À luz da meia noite de Sherrilyn Kenyon (r)

Post 6748 - Segunda-feira, 25.6.18

Massa Carbonara 
- Cozer com água e sal, massa fusili tricolor
- Noutra panela, azeite, cebola, bacon;
- Em tijela juntar natas, um ovo e queijo ralado;
- Juntar tudo
(estive a cozinhar durante o início do jogo Portugal/Irão)
(jantámos os seis)

Post 6747 - Desafio de Escrita 5/10 - Mentir


  
Ela queria dizer-me que também me amava, mas como não era verdade, não pôde.
Eu queria dizer-lhe que não fazia mal, que podia amar pelos dois, mas como não era verdade, não pude dizê-lo.
Separámo-nos.
Não conseguirmos mentir torna tudo mais complicado e mais simples.

No final do século XXI a humanidade evoluiu para o homo telephaticus.
Adquirimos a capacidade de comunicar o que pensamos sem serem precisas palavras.
Não conseguimos é mentir. Mentir, enquanto afirmação do que sabemos falso, negação do que sabemos verdadeiro ou por omissão.
Continuam a existir mentiras, enquanto afirmações ou negação do que não corresponde ou corresponde à realidade, mas como podem existir várias verdades conforme o que percepcionamos, não serão mentiras enquanto acreditamos no que afirmamos ou negamos.
Mantém-se as relações assentes em verdades, afectuosas ou não.
Também podemos mentir na escrita, no registo sonoro ou audiovisual, desde que não haja um interlocutor que leia o que pensamos, na altura em que o escrevemos ou o dizemos.
Continua a ser possível a televisão e o cinema. O teatro poderá não recuperar. A plateia em silêncio ouve as palavras, mas “lê” os pensamentos dos actores enquanto representam, dificultando a concentração na peça.
Entretanto a Audi que deixou de produzir veículos automóveis após o escândalo com a produção dos híbridos-poluentes, lançou-se na exploração de capacetes-vedantes. Não se têm revelado muito populares porque os potenciais interessados não querem emitir mas querem receber (e também porque o seu volume deixa os utilizadores a parecer imensamente cabeçudos).
Escrevo este texto no alto do Everest onde subi sem ajuda ou oxigénio no tempo recorde absoluto de vinte minutos. Posso escrevê-lo porque ao meu redor não se encontra ninguém que saiba o que penso (e vou deixá-lo protegido numa cápsula de tempo para as gerações futuras, quando chegar o homo telephaticus-extra).

terça-feira, junho 26, 2018

Post 6746 - Desafio de Escrita (OE) 8/10 - Carta


Minha querida ex

O que é que nos aconteceu?
Foi uma surpresa tão grande e boa encontrar-te ontem. Estás lindíssima, sempre o foste mas é incrível como me pareces familiar e diferente, uma mulher elegante e interessante que queria conhecer e a mulher com quem estive casado mais de vinte anos, e já não via há dois.
Vi-me a convidar-te para jantares comigo, com o nervosismo dos primeiros tempos de namoro. Adorei que tivesses aceite. Voltámos ao restaurante que era o nosso preferido – já lá não ia há mais de cinco anos. Lembravam-se de nós. Não sabiam do divórcio. Não lhes dissemos nada. Fingimos os dois que continuávamos juntos.
Estar contigo, conversar contigo, lembrou-me como era nos nossos primeiros anos. Tivemos tantos bons momentos.
Quando nos despedimos, não queria deixar-te ir. Só o consegui porque combinámos almoçar no dia seguinte…que já é hoje, daqui a algumas horas.
Cheguei a casa e não tinha sono, não conseguiria dormir. Lembrei-me de te escrever.
Nos primeiros tempos trocávamos cartas mesmo quando estávamos juntos. Guardei todas as tuas cartas.
Olho para trás e penso em porque razão nos separámos. Não houve traições ou deslealdades, zangas ou agressões. Caímos na rotina e afastámo-nos. Disseste-me que te sentias presa. Vi-o como uma crítica. Devia era ter fugido contigo.
Nestes dois anos fui eu que me senti preso a uma vida que não quero ter.
Perguntei-te, não resisti, sobre se tinhas alguém especial na tua vida. Quando me disseste que não, senti-me a sair de um vale de sombras. Tenho andado meio-morto e não sabia.
Dos anos que estivemos juntos, do que conheço de ti do que conversámos, senti que poderei voltar a ser para ti esse alguém especial.
Não quero esperar que o sol nasça para te perguntar, queres namorar comigo?

Teu, espero, não mais ex

domingo, junho 24, 2018

Post 6745 - Sábado, 23.6.18, mini-lanche e receita repetida

(dividir mini nata)
Lombinho de porco com batatas e castanhas

Post 6744 - Sexta-feira, 22.6.18 Esparregado de espinagres

Esparregado de espinafres (1ª tentativa) ao almoço
- Cozer espinafres como água, depois escoar água e salteá-los com manteiga, sal e pimenta, varinha mágica, juntar leite e farinha maizena

 Arroz de estrugido (ao jantar)
- Cebola picada, azeite, arroz, depois água e sal

Post 6743 - Quinta-feira, 21.6.18

Ervilhas com cenoura, batata, salpicão, chouriço, bacon e ovos

Post 6742 - Livros 2018 (47) Na Sombra do Perigo de J. R. Ward, Volume IX



Na Sombra da Perigo de J. R. Ward (Payne e Manello) Volume IX

Bertrand.pt - Na Sombra do Perigo

quinta-feira, junho 21, 2018

Post 6741 - Hoje no Google




Solstício de Verão

Post 6740 - Desafio de Escrita - 4/10 - Casa


Os dias sucediam-se, cinzentos e iguais. Ao frio sucedera o calor e ambos a cansavam.
 A rotina simultaneamente tranquilizava-a e incomodava-a.
Queria mais dias assim…não suportava mais a modorra em que caíra.
Contudo, tinha sido ela a fugir para ali, a refugiar-se na aldeia fantasma, como a chamavam nas povoações vizinhas.
Há muitos anos, tinham construído casas para os operários que trabalhavam na Fábrica. Perfilavam-se sombrias na rua que conduzia às Instalações Fabris, Rua Central, assim nomeada, única rua na verdade. Quando a Fábrica encerrou, nada mais havia para segurar os seus operários e famílias. 
Aquelas casas vazias como que a cercavam e vigiavam. Queria pensar que a protegiam.
O sítio ideal para alguém enjoado de qualquer contacto, mentiu a si mesma, sabendo que fora antes o medo que a trouxera ali, tão longe de todos os sítios onde tinha vivido.
Arrendou uma das casas. Uma vez por mês ia até à Venda na Vila vizinha. De resto só saía para passear Ripley, o seu cão e companheiro imaginado.
Aquele parecia um dia como os outros, diferente apenas pela chuva forte que caíra há pouco. Calhou olhar para o chão e chamar-lhe a atenção um objecto inesperado, paralelepípedo negro. Confirmou quando se aproximou. Era um telemóvel, parecido com o seu.
Olhou em redor assustada. Não viu ninguém, nada lhe pareceu diferente. De quem seria?
Por breves instantes pensou que ele poderia tê-la encontrado e tudo iria recomeçar. Pensou se ao invés de continuar a fugir, deveria enfrentá-lo.
Depois caiu em si. Se ele a tivesse descoberto seria como das outras vezes. Viria ter com ela, não lhe daria avisos, não deixaria o telemóvel no chão como armadilha ou por esquecimento.
Olhou mais atentamente para o telemóvel, confirmou que era o seu, guardou-o e seguiu para a sua casa.

Post 6739 - Quarta-feira, 20.6.18

De manhã, parece-me que está tanto calor que é certo optar por levar um vestido para cidade local de trabalho e chove...
Na hora do almoço, no pequeno restaurante a que fomos estão todos virados para a televisão, menos eu (acho muito enervante ver jogo, prefiro ouvir no final que Portugal ganhou). Senhora que nos atende tem até uma pequena bandeirinha de Portugal pintada na cara. Por lapso, a televisão está no canal errado e perdemos o início do jogo...
No centro da Praça instalaram uma televisão gigante e uma espécie de tribuna para a assistência,  com todos os lugares preenchidos e a animação de dia de festa.