segunda-feira, outubro 23, 2017

Post 6440 - Escrever - Divulgação



Passatempo "A tua história começa aqui". A Bertrand dá palco à tua escrita.
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sábado, outubro 21, 2017

Post sem número

Do not stand at my grave and weep 
I am not there. I do not sleep. 
I am a thousand winds that blow. 
I am the diamond glints on snow. 
I am the sunlight on ripened grain. 
I am the gentle autumn rain. 
When you awaken in the morning's hush 
I am the swift uplifting rush 
Of quiet birds in circled flight. 
I am the soft stars that shine at night. 
Do not stand at my grave and cry; 
I am not there. I did not die. 



Native American Prayer“:


(que será uma adaptação do poema de Mary Elizabeth Frye e não uma antiga oração dos indios na América até por não estar de acordo com as suas crenças)

I give you this one thought to keep 

I am with you still 
I do not sleep.

I am a thousand winds that blow,

I am the diamond glints on snow,

I am the sunlight on ripened grain,

I am the gentle autumn rain.

When you awaken in the morning’s hush,

I am the sweet uplifting rush,

of quiet birds in circled flight.

I am the soft stars that shine at night.

Do not think of me as gone 

I am with you still in each new dawn.



E do comentário de MJ FALCÃO do blogue O Falcão de Jade
Emily Dickinson:

“Caíram como neve,
caíram como estrelas
ou pétalas de rosa
quando de súbito, em Junho,
o vento lhes tocou.”

“A minha única imagem do Paraíso é um grande céu azul mais azul e mais vasto do que o maior céu azul de Junho. Nele estão todos os meus amigos.”

O Quarto Ao Lado

A morte não é nada  ... Eu apenas fui para o quarto ao lado. Eu sou eu, e tu és tu. Seja o que for que tenhamos sido um para o outro continuamos a ser
Chama‑me pelo meu nome de sempre, conversa comigo da forma espontânea que sempre usaste.
Não uses um tom diferente, não faças um ar forçado de solenidade ou mágoa.
Ri como sempre rimos das pequenas brincadeiras que nos divertiam aos dois.
Brinca … ri … pensa em mim … reza por mim.
Deixa o meu nome continuar a ser o nome familiar que sempre foi, deixa-o ser falado sem ênfase, sem qualquer sombra.
A vida tem todo o significado que sempre teve. É a mesma que sempre foi
Não houve nenhuma quebra de continuidade.
O que é a morte além de um pequeno acidente?
Porque deveria ficar fora do teu coração só porque estou fora da tua vista? Eu estou à tua espera, este é só um intervalo.
Algures muito próximo, logo a seguir à esquina.
Está tudo bem.

De um Sermão feito pelo Canon Henry Scott Holland no Domingo de Ramos de 1910

Para Sempre
Carlos Drummond de Andrade

Por que Deus permite
Que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite
É tempo sem hora
Luz que não apaga
Quando sopra o vento
E chuva desaba
Veludo escondido
Na pele enrugada
Água pura, ar puro
Puro pensamento
Morrer acontece
Com o que é breve e passa
Sem deixar vestígio
Mãe, na sua graça
É eternidade
Por que Deus se lembra
- Mistério profundo -
De tirá-la um dia?
Fosse eu rei do mundo
Baixava uma lei:
Mãe não morre nunca
Mãe ficará sempre
Junto de seu filho
E ele, velho embora
Será pequenino
Feito grão de milho

quinta-feira, outubro 19, 2017

Post 6437 Hoje no Google



Subramanyan Chandrasekhar (19.10.1910/ 21.8.1995) foi um físico indiano, naturalizado cidadão dos Estados Unidos. Recebeu o Nobel de Física de 1983, por estudos teóricos de processos físicos referentes à estrutura e à evolução das estrelas. - Wikipédia

Post... Desafio de escrita 6/10 O Bilhete


Ana não sabia o que a fez ver e apanhar do chão, do meio da rua, aquele bilhete meio rasgado.
Ia a atravessar sem ser pela passadeira, mas ciente que o pouco movimento não a colocava em perigo – só de quando em quando passava algum carro e era quase sempre alguém perdido, hesitante em velocidade reduzida antes de inverter a direcção – quando o viu. Teria sido empurrado para ali pelo vento e aprisionado pelos paralelepípedos até que uma rabanada mais forte dali o levasse ou que com o tempo se desintegrasse e para sempre desaparecesse.
O papel era de qualidade, pela espessura e cor, e alguém lá tinha escrito algo, não impresso, mas manuscrito com uma letra muito bonita:

Minha querida
Não quero nem consigo dizer-te adeus.
Diz-me se poderei ter alguma esperança e esperarei por ti.
Se não me responderes, ir-me-ei embora para sempre.

Nada mais se percebia, água ou lama tinha diluído a tinta.
Nunca o Jaime lhe tinha escrito nada manuscrito, tinham apenas trocado sms e emails, mas não teve dúvidas que o papel era dele. Ele devia ter colocado o bilhete no seu carro quando se tinham despedido na noite anterior. Imaginou-o a prendê-lo no pára-brisas. Perturbada como estava, ela não reparara nele e o papel voara até ficar preso ali. Já hesitava e se arrependia da sua decisão de terminarem, e aquele gesto tão romântico foi decisivo. Com aquela fachada de indiferença ele era afinal romântico e sensível.
Ligou-lhe.
Não ficou tudo resolvido mas conseguiram retomar de onde estavam.
E viveram mais ou menos felizes por um ano e meio até ela descobrir uma lista que ele fizera de itens para a oficina.
A letra não era a mesma.


quarta-feira, outubro 18, 2017

Post 6435 - Hoje no Google


"Para assinalar o 66º aniversário do Estúdio de Música Eletrónica WDR. conhecido como o primeiro estúdio de música moderna, tornou-se um paraíso para músicos e produtores inovadores em todo o mundo. Foi aqui que os sons sintetizados eletronicamente foram misturados para criar um género de música totalmente novo que muitos amaram e ainda amam." Visto aqui