quarta-feira, novembro 30, 2011

Post 2268 Quarta-feira,30.11.11

Um Método Perigoso (A Dangerous Method) de David Cronenberg ("eXistenZ", "Crash"), com Michael Fassbender, Viggo Mortensen e Keira Knightley, é baseado na peça "The Talking Cure", do dramaturgo e argumentista inglês, nascido nos Açores, Christopher Hampton, inspirada na obra de John Kerr. A história inicia-se em 1907, onde encontramos Sigmund Freud e Carl Jung e algum tempo depois Sabina Spielrein, uma jovem russa de 18 anos internada no Hospital Psiquiátrico de Burgholzli, com diagnóstico de psicose histérica e tratada através dos recentes métodos da psicanálise, ela irá ser paciente e amante de Jung e mais tarde colega de Freud, e também psicanalista. Gostei dos textos das cartas que imagino serão reais e muito reveladores das relações que entre os três se estabeleceram, das paisagens e recriação da época. Não gostei muito da interpretação de Sabina, sobretudo no início porque me pareceu exagerada.

Post 2267...ou Isto não é um Post III ou Existem alienigenas e eles estão entre nós

Depois de um dia constipada e congelada em local de trabalho sem aquecimento, saí para a noite escura e fria, moderadamente agasalhada, com camisola interior de lã, camisola, casaco fino e kispo (praticamente o mínimo dos mínimos para uma temperatura de 8º) e dei alguns passos apressados para tentar descongelar enquanto andava, mas eis que sou ultrapassada por alguém, ou melhor algo, que parecia um jovem humano, com calças de ganga e uma tshirt de manga curta...

segunda-feira, novembro 28, 2011

Isto não é um post - II

Quarta-feira (quando espero estar já plenamente recuperada, nem que tenha de reforçar a dose de sumo de laranja amarga para dois copos por dia) terá início o Curso “VIOLÊNCIA E PAIXÃO” em Serralves, e os primeiros livros são: "O Calafrio" de Henry James e "As Flores do Mal" de Charles Baudelaire.

Isto não é um post

Como protesto por estar engripada (apesar de todos os copos de sumo de laranja que habitualmente ando a tomar) não vou postar mais nenhum post até melhorar (ou pelo menos deixar de andar com voz de constipada). Há por isso a possibilidade de se seguirem neste blogue mais "não-posts".

domingo, novembro 27, 2011

Post 2264

Ontem, também estive a experimentar umas calças de ganga que me deixavam espectacularmente magra...depois apercebi-me que era o espelho (e não o vendiam).

Post 2263

Passei pela Fnac no 1º e no 2ºdia do aderente. No primeiro dia, dezenas, centenas ou direi mesmo milhares de pessoas tiveram a mesma ideia. Foi muito difícil conseguir aproximar-me dos livros que queria encontrar e aguentar nas longas filas, sobretudo porque por lá estava muito calor e não consegui o 1º item da lista...Seria óptimo se arranjassem mais dias destes, mas com maiores descontos, menos calor e menos aderentes.

sábado, novembro 26, 2011

Post 2262 Sábado, 26.11.11

The Ides of March (Nos Idos de Março) de George Glooney com Evan Rachel Wood, George Clooney, Jeffrey Wright, Marisa Tomei, Max Minghella, Paul Giamatti, Philip Seymour Hoffman, Ryan Gosling. Gostei do filme

Sexta-feira, 25.11.11


The Twilight Saga: Breaking Dawn - A Saga Crepúsculo: Amanhecer, 1ª Parte, de Bill Condon
Gostei do filme, sobretudo a partir do intervalo (mas gosto de FC)

sexta-feira, novembro 25, 2011

Post 2260

Mistério deixado em comentário pelo Pedro Coimbra do blogue Devaneios a Oriente


"Dia de vento intenso, chuva torrencial, trovões que faziam tremer a casa.A janela da sala, aberta, ia-se esmagando na parede.No chão, no meio de uma poça de água e vidros, o George. Morto. Como morreu o George?


Com uma pista deixada pelo Funes, o memorioso do blogue blogue Funes, el memorioso
"os «caçadores de mitos» demonstraram no canal «Odisseia» que não podia ser uma bala. O calor gerado no processo de disparo fá-la-ia derreter antes de atingir o alvo."



Capítulo I de Livro (talvez policial)

Um dia igual aos outros

O despertador tocou pelas oito, mas já tinha acordado uns minutos antes e desligou-o. Levantou-se, tomou um duche tépido, vestiu-se, com a roupa separada na noite anterior e saiu. Não quis perder tempo a esperar pelo elevador um pouco lento daquele velho prédio e desceu os dois lances das escadas largas. Lá fora, o dia começava com buzinas, aceleras e travagens, a marcar o ritmo também daqueles que seguiam a pé para os empregos e escolas. Desceu as escadas na sua estação do Metro em modo automático, virou à direita para apanhar a sua linha, a tempo de entrar numa carruagem cheia, de onde saiu três paragens depois. Subiu de novo para a luz e calor lá fora e parou por momentos ao balcão da pastelaria da esquina para o garoto habitual. Faltavam cinco minutos para as nove quando entrou no edifício onde trabalhava e aí apanhou o elevador para o 10º andar e chegou pontual ao seu gabinete. Tudo como habitualmente. Meia hora depois o seu corpo chocava contra o asfalto da avenida, falhando por pouco uma senhora que passava com uma criança pela mão.

Post 2257

Tenho até terça-feira para pensar que livro gostaria de escrever e como seria o primeiro capítulo.

Post 2256


Sobre o dia que termina e do que vi na televisão sobre a "greve geral". Fazer greve é um direito, não um dever, e não gosto de piquetes de greve em que uns querem obrigar outros a fazer greve. Em geral, não gosto lá muito de grupos exaltados, porque me parece que nestes se perde a nossa identidade e surge um monstro colectivo capaz de excessos e atrocidades. Não gostei de ver os manifestantes a empurrar os guardas, porque estes são igualmente funcionários que perderam também os subsídios e pela sua profissão arriscam a vida para os proteger . Não gosto das sucessivas más notícias, de como os problemas económicos trazem ao de cima, muitas vezes, o pior de nós, como quando se acusam os funcionários públicos de privilegiados (até eu me senti "indignada" quando foi revelado o valor de algumas subvenções de políticos). O problema não estará tanto em alguém ganhar um valor elevado (assim por exemplo os jogadores de futebol dos grandes clubes ganham mais) mas em haver tantos que ganham tão pouco ou que nem conseguem um emprego. As diferenças salariais, o desemprego, a recessão económica, tudo parecem sinais do falhanço da sociedade actual. O problema estará em poder não haver uma solução por a própria natureza humana ser a sua causa. A haver um outro caminho, penso que teria de passar pela solidariedade. Em vez de procurar e acusar os outros que imagino estarem em melhor situação, ver os que estão pior e ajudar.

quinta-feira, novembro 24, 2011

Post 2255 Pequena lista para quando for à Fnac amanhã

- O Livro "eu + tu =1" de Paula Santos (para saber mais sobre este livro ver aqui;
- O último policial de Camilla Läckberg;
- Um livro de Richard Zimler que ainda não tenha;
- Um livro de Aharon Appelfeld em francês que pedi para guardarem;
- Tinta para impressora;

Post it

O dia aderente Fnac é já amanhã!

Post 2253 - Resposta ao desafio de escrita do Post 2232

Resposta ao desafio de escrita do Post 2232 (escrever sobre um trauma por um acontecimento do passado, real ou imaginário, com ideias e emoções fortes, mas sem nos referirmos directamente a essas emoções e evitando lugares comuns) de Olinda P. Gil © do blogue A Casa do Alfaiate ou http://acasadoalfaiate.blogspot.com/: Ver aqui ou em http://acasadoalfaiate.blogspot.com/2011/11/rua.html


"A Rua


Preferia nunca passar por aquela rua, mesmo que passar por lá fosse o caminho mais perto. Não se importava de andar mais, de dar uma volta muito grande para chegar ao seu destino. Mas passar por aquela rua estava totalmente fora de questão.
Não gostava de nenhuma pessoa daquela rua. Eram todas pessoas falsas, que um dia pareciam muito simpáticas, mas que no outro estavam dispostas a destruir a vida de alguém. Especialmente as mulheres, que gostavam de falar umas com as outras em voz baixa, mas sempre a dizer muito mal de outras pessoas. Os homens e rapazes, tornados matrofões por aquelas mulheres, agiam como malfeitores, nunca se podendo confiar neles. Se fossem objectos desapareciam, se fossem pessoas eram espancadas.
Uma amiga sua casara com um homem daqueles, e nunca a foi visitar. Vi-a às vezes na praça, e achava sempre que ela estava muito magrinha. Passava fome, pois o marido deveria gastar tudo em bebida. Nunca percebera porque a amiga nunca dera razão às suas palavras, e tivera que casar com um homem daquela rua. Com tão bons rapazes que havia na aldeia. Moços rectos, trabalhadores, respeitadores. Que até os senhores doutores cumprimentavam.
Nunca iria passar por aquela rua, nem mesmo quando fosse velhinha, e aquele caminho permitir que se cansasse menos."

quarta-feira, novembro 23, 2011

Post 2252 Aviso importante na sequência do post anterior

A experiência descrita não deverá ser tentada em casa, em particular, numa sala com tapetes ou alcatifa e sem a supervisão de um especialista em plasticina!

Post 2251 - Em que é finalmente revelado o incrível segredo de como fazer cabelo em bonecos de plasticina

Quando tinha seis ou sete comecei a descobrir as incríveis potencialidades da plasticina.

Lembro-me de quando tive sarampo, por ter recuperado primeiro que as minhas irmãs, tive de brincar sozinha e andei a fazer palhaços. Com a prática fui aprimorando a técnica. Misturando paus brancos e rosas ou laranjas conseguia tons mais aproximados para a cor da pele. Como não tinha muita matéria prima, os bonecos tinham de ser pequenos, para poderem ser muitos, e assim foram nascendo pequenos homens, mulheres e crianças. Para conseguir prender as cabeças redondas aos pequenos corpos, inventei a técnica de um pequeno pedaço de palito. E para fazer cabelos - será agora revelado pela primeira vez e publicamente o grande segredo - resolvi utilizar linhas, cobertas por plasticina, o que permitia fazer cabelos compridos e de todas as cores. Tinha um grande orgulho nos bonecos. Quando aos doze anos mudámos de casa, de Gondomar para o Porto, os bonecos vieram também numa caixa, onde ainda hoje estarão, algures na casa dos meus pais. Entretanto, não voltei a vê-los, pelo que um destes dias ainda posso vir a ter um terrível choque, se encontrar a caixa e vier a constatar que os bonecos são horríveis...

Post 2250

Sobre o 3º passo - pensar em três tópicos ou temas sobre os quais sabemos muito, tive alguma dificuldade porque me parece que não sei muito de nada.
Com essa restrição presente, lembrei-me então do seguinte:
- Como atender telefonemas para consultas.
- Actividade profissional ou livros de ficção científica (que comecei a adorar ler desde os dez anos).
- Fazer cabelos em bonecos de plasticina.
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A ideia será depois escrevermos um texto que poderá ser de ficção e no qual poderemos utilizar algum ou vários dos itens em que pensámos.
Num próximo post (como habitualmente só irei transpor para post o texto que escrevi se algum comentador seguir também o desafio) irei revelar o segredo de como fazer cabelos em bonecos de plasticina.

Post 2249 Desafio para exercício de escrita

Primeiro, devemos enumerar cinco coisas que nos tornem felizes.

Segundo, enumerar cinco coisas de não gostamos.

Terceiro, temos de pensar em três tópicos ou temas sobre os quais sabemos muito.

terça-feira, novembro 22, 2011

Post de 22.11.11 - Em construção

(porque gosto de capícuas no dia de hoje terá de haver pelo menos um post...)

segunda-feira, novembro 21, 2011

Post de 20.11.2011



Acabei de ler "Os Anagramas de Varsóvia" de Richard Zimler e comecei a ler "À Procura de Sana" do mesmo autor.

Sobre o primeiro livro:

Qualificado como thriller histórico.

Na capital da Polónia, no Outono de 1940, na "ilha" em que os nazis encerraram quatrocentos mil judeus, Erik Cohen investiga o homicídio do seu sobrinho-neto Adam.

É um livro arrepiante, triste e imensamente bem escrito.

Post Informativo

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No próximo dia 25.11.11, será dia do aderente na Fnac!


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domingo, novembro 20, 2011

Post 2242 Visto na televisão

Num programa da manhã, não sei de que canal, um Astrólogo conhecido indicava as previsões para os signos no ano de 2012. Entre os peixes , os felizardos que tiverem nascido entre 25 de Fevereiro e 1 de Março, vão andar durante o ano apaixonados e felizes, a dar piruetas. O Astrólogo aconselhava até quem conhecesse peixes naquelas condições que os observasse. Pois. Estou mesmo a ver...

Serralves, Sábado, 19.11.11






Sábado, 19.11.11 - Breve registo

Visita à Igreja S. Francisco, ao Clube Literário do Porto (exposições de Pat e de José Rodrigues - desenhos de escritores portugueses), ao Hard Rock Café, à Capa Negra II (francesinha e prego no pão), à Casa da Música (parque, bar de artistas aberto ao público e bilheteira - a esplanada só está aberta no Verão), à exposição no prédio da Fundação EDP - Remade in Portugual, Exposição de Design Ecológico e Artes Plásticas, Retrospectiva, e e à exposição em Serralves de Thomas Struth, Fotografias 1978-2010 (ruas, famílias, museus, públicos, lugares de culto, novas imagens do paraíso e novos trabalhos) e passagem pelo Teatro Helena Sá e Costa, onde quase comprámos os bilhetes para irmos ver as peças de Harold Pinter, Vozes Familiares (Landscape + Famiy Voices).

(Thomas Struth - Vegas - imagem retirada do Google)

(Thomas Struth - Paraíso 29)

Compilação de memórias I -


O meu avó paterno esteve na 1ª Grande Mundial. Tinha 19 anos. Esteve na frente de Lille e a sua missão era levar mensagens de bicicleta.


Quiseram promovê-lo a cabo, mas ele conseguiu evitar essa promoção, evocando não ter a 4ª classe (se fosse promovido teria de ir mesmo para a frente combater). Numa altura em que estavam a recuar, uns colegas recusaram-se a deixá-lo ficar no abrigo por estar cheio. Teve de prosseguir à procura de um outro abrigo. Os que estavam naquele primeiro abrigo foram feitos prisioneiros pelos alemães.


Quando regressou a sua namorada (noiva) não tinha esperado por ele e estava casada com outro. Ele casou com a irmã mais nova dela.


Foi gaseado, o que no Inverno contribuía para que ficasse sempre doente


O meu avô materno tinha vinte e um anos quando começou a primeira Guerra Mundial, trabalhava como representante comercial e na altura fazia viagens de barco para a Madeira e para os Açores, viagens que foram restringidas.


No início da Guerra Civil em Espanha (1936-39) o meu pai tinha 11 anos. Morava em Argoselo com os seus pais e lá ouviam os tiros das batalhas travadas ao lado. Os que tentavam fugir para Portugal eram apanhados e entregues às tropas franquistas. Na pequena igreja havia ainda lugares reservados, os da família do meu pai ficavam do lado dos cristãos novos (antes pela tradição uma corda separava os dois lados, mas entretanto retiraram a corda).


O meu pai e a minha mãe tinham 14 e 7 anos quando começou a 2ª Guerra Mundial.


A minha mãe morava em Lisboa com os seus pais e andava no Colégio Alemão (nessa altura era loura e nos retratos aparece com tranças compridas). Irmãos dos seus colegas combateram e morreram (os pais de um dos seus colegas, professores no Colégio, quando o filho mais velho morreu, não vestiram luto porque o filho tinha morrido pela pátria). Quando ia a casa dos colegas com pais, ou a mãe ou o pai alemão, gostava de como eram práticas (sem os naperons e bibelots das casas portuguesas) e de beber cacau quente.


Em Lisboa, seguiam-se as instruções para pintar os vidros de azul e colocar protecções para que no caso de um bombardeamento os vidros não se partissem e entrassem para o interior das casas, ferindo os seus ocupantes.


Houve racionamento, com senhas. A minha avó tentou fazer pão, mas o resultado não foi muito feliz, saíram uns pãezinhos meio insonsos e apesar do meu avô ter dito que a culpa era do forno, não voltou a repetir a tentativa.


Surgiu um novo penteado feminino, "à refugiada", cabelo preso, em rabo de cavalo ou numa banana, ou curto, penteado pela própria, sem ir ao cabeleireiro.


Quando da 2ª Guerra Mundial, em Argoselo, não houve falta de comida. Já em Bragança, onde o meu pai foi para frequentar o liceu, passou fome.


Em Lisboa, para onde foi frequentar a universidade, foi ainda foi pior. Durante meses, na pensão em que estava, as refeições consistiam em sopa, couve e batata cozidas, e metade de uma carcaça.


Por essa altura viu muitos estrangeiros, sobretudo artistas, que tinham fugido e queriam ir para os Estados Unidos.

quinta-feira, novembro 17, 2011

Post 2235

Andar com sono pode ser muito complicado (e comigo isso sucede quando não posso dormir o mínimo dos mínimos que serão aí umas nove ou dez horas). Ontem quando fui à casa de banho em local de trabalho, comecei a admirar a porta. É uma porta em madeira com um encaixe também em madeira, e não tem nada escrito. Impede a luz, a chuva e o frio de entrarem, ou impediria se em vez de interior, desse para a rua, e transforma o espaço num limitado cubículo. Uma criança consegue movê-la, mas quando está fechada, imagino que só alguém muito forte conseguiria deitá-la abaixo. Vou interromper esta reflexão para tentar descobrir quem terá sido o incrível génio que inventou a porta... (...). Não consegui encontrar a resposta no Google. Terá sido um sábio desconhecido...

Post 2234

Quando era muito pequena, havia duas viagens que costumávamos fazer em cada ano: à casa na aldeia/vila em Trás-os-Montes dos meus avós paternos e à casa da minha avó materna em Lisboa.

A capital parecia-me o centro do mundo, pelos prédios antigos e bonitos, ruas com árvores, o Jardim Zoológico e o Parque Eduardo VII, com as casinhas do nosso tamanho. E havia também as livrarias da baixa, onde pareciam aguardar por nós livros que não se encontravam em nenhum outro lado. Com o passar dos anos, esta expectativa começou a reduzir-se gradualmente. Hoje em dia, em cada livraria das grandes, ou até pela net, parecem poder encontrar-se apenas os mesmos livros: as novas edições e os livros mais vendidos. Raridades tornaram-se quimeras. Por isso, ter conseguido encontrar na livraria do Corte Inglês, um livro que aparecia como esgotado em todos os sites, deixou-me particularmente feliz. Seria óptimo se voltassem a haver livrarias especiais, com livros únicos.

Post 2233

Há dias, descobri no Continente que existem bananas-pão. Fui até lá com a ideia de comprar bananas. Não havia nem uma. Contudo, num cesto pertinho do sítio onde costumam estar as bananas verdadeiras, estavam três os quatro cachos de bananas-pão. À primeira vista pareciam bananas normais, mas uma observação mais atenta revelou a sua estranheza. Pareciam bananas alienígenas, prontas a atacar assim que as levasse para casa comigo... Ainda não tive a coragem de adquirir e experimentar uma. Talvez um destes dias...


Post 2232 Desafio de escrita

Escrever sobre um trauma por um acontecimento do passado (real ou imaginário) com ideias e emoções fortes, mas sem nos referirmos directamente a essas emoções e evitando lugares comuns (a ligação deste post com o anterior é capaz de ser bastante evidente...como não gostei do texto que escrevi vou também tentar responder de novo a esta desafio).

Post 2231

Tenho dois problemas (objectivos?) a resolver na minha escrita: 1º a "frieza", deveria descrever ideias e emoções fortes sem me referir directamente a elas, e depois, deveria cortar o que estivesse a mais e evitar lugares-comuns.

quarta-feira, novembro 16, 2011

Post 2230

Estou finalmente a conseguir melhorar da dependência dos chocolates e dos rebuçados de limão...mas a ficar viciada em sugos (comer uma embalagem deles de seguida é capaz de não ser muito boa ideia e deixar-nos ligeiramente enjoados...talvez esteja a precisar de mais alguns para melhorar).

Post 2229 Recapitulando

Quem morar na, ou perto da, Moita, ainda poderá correr até à Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, (em frente aos correios) onde, às 19h00, poderá assistir à apresentação do livro: "eu + tu = 1" de Paula Santos do blogue Marshmallow and Lilypad

Post 2228 Nova rubrica (que se poderá esgotar só com este post, ou não) Como a vida de cada dia pode copiar episódios de filmes

Ontem, aproveitei a hora do almoço para ir fazer umas compras rápidas ao Mini-Preço. Estava já na caixa para pagar quando ouvi um ruído como de uma pancada. As duas senhoras à minha frente pareciam preocupadas, a menina da caixa começou a gritar pela colega, até que vi também o que causava tal agitação. Uma pomba tinha entrado pela porta aberta do estabelecimento e tentava agora sair indo contra os vidros. Fê-lo por três vezes até desistir e optar por pousar no chão e sair andando pela porta por onde entrara. Pareceu-me que tal já ocorrera antes e por isso a menina da caixa gritou pela colega. Eventualmente numa vez anterior terá sido precisa a intervenção da colega para apontar a saída à pomba...talvez com uma vassoura. Não sei se dessa vez terá ido também contra alguém, embora o quase pânico que se gerou induzisse tal dedução (de qualquer forma fui salva de qualquer receio por estar com sono o que me transformou em meio inerte observadora).

terça-feira, novembro 15, 2011

Post 2227

Entretanto, estou a descobrir o site de Ricard Zimler: www.zimler.com

Post 2226

Próximos livros a procurar:


- "Home" de Marilynn Robinson;


- "Casei com um comunista" de Philip Roth;


- "Ébano - Febre Africana" de Ryszard Kapuscinski;


- "Fragmentos de uma vida" de Ahron Appelfeld;

Post 2225

E em resposta ao desafio de se escrever uma carta:

Carta da Luísa do blogue À Esquina da Tecla ou http://aesquinadatecla.blogspot.com/ que pode também ser lida aqui


"Decidi escrever-te uma carta anónima.

Pensei se havia de escrever à mão, disfarçando a letra, ou à máquina. Optei pela máquina porque à mão nunca mais era sábado.

Ora, o que é que se escreve numa carta anónima?

Depende.

Pode ser uma ameaça. Pode ser chantagem. Mas isso é nos filmes policiais, ou mesmo em filmes que não são policiais, para criar suspense, complicar o enredo, envolver o espetador Na vida real também pode acontecer. Pois é claro! Mas, aqui, entre nós, não é possível. Não há inimizade nem história que grite vingança.

Assim sendo: hipótese arquivada.

Numa carta anónima também se fazem declarações de amor.Aquelas pessoas muito tímidas que não conseguem “atacar” de frente escolhem desvios, dão várias voltas… A carta anónima pode ser uma delas. Já imaginaste: poder dizer o que nos vai na alma sem medo de rejeição. Expandir sentimentos no papel que, imaginamos, farão vibrar o outro. Bom… mas a carta anónima de amor não pode ser assim tão anónima. Tem que jogar na ambiguidade. Há que deixar uma pista ao menos, por muito ténue que seja. Claro. O amor vive de esperança. E se a carta anónima é um desvio, se ela é um caminho sinuoso, ela é no entanto um caminho, um desvio que tem uma meta bem definida. A carta de amor anónima quer uma resposta. E para isso tem que deixar o rabinho de fora.

Ora, esta carta anónima não quer deixar o rabinho de fora. Portanto não será uma carta anónima de amor.

Paciência. Arquivo com ela.

Então que raio de carta anónima será esta?

Um desafio, talvez? Um desafio. Sim. É aliciante. É engraçado.

Ora pensa: tu, agora, vais dar voltas e voltas à cabeça para descobrir a origem da carta. Sim, que o bicho homem é um poço de curiosidade. Eu, sei que se recebesse uma carta anónima ia ficar bem impaciente.

Bom, se calhar vais tentar sondar os teus amigos. Mandar umas bocas, observar reações. Ou até mostrar a carta. Mas que incerteza vais viver! Imagina, mostrar a carta a fulano de tal tentando descobrir o mais pequeno indício na sua atitude. E ficar a pensar: “este tipo, se foi ele, deve estar a encher o papinho de gozo”. Mas será alguém do teu círculo de amizades ou será algum louco que se lembrou de enviar cartas anónimas ao Deus dará?Tentar adivinhar. Oh que sina! Que fascínio também. Pôr em prática um sexto sentido. Apostar em alguém. Cá está o desafio.

Sim. Finalmente esta carta anónima pode ser um desafio.

Imagina que sicrano escreveu esta carta. E então decides responder-lhe. Agora, se não foi sicrano, imagina a confusão que a tua resposta à carta anónima vai gerar na cabeça dele. Percebes a ideia? Um gozo! Bom se calhar não achas gozo nenhum. Também … se não achares, não é lá muito grande a perda. Basta-me o gozo que me deu escrever esta carta anónima. Posso também dizer-te que tens a honra de receber a primeira carta anónima que escrevi na minha vida.

Chegando ao fim, tenho que cumprir o formulário das despedidas. Mas desde já te digo: se pensas que o carimbo postal desta carta te vai ajudar a descobrir quem sou, desiste já. É evidente que, como é de praxe fazer-se com as cartas anónimas, eu vou pedir a alguém que coloque esta carta no correio de uma localidade completamente distinta daquela onde vivo.

Diverte-te.

Bom, e as cartas anónimas (parece-me) também se assinam. Então aqui vai:

Beltrano, aquele que vem depois do fulano e do sicrano."

Post 2223 Um pensamento preocupante

Os livros que são agora publicados em português seguem o novo acordo ortográfico...

Post 2222


Primeiro ouvi na rádio, depois na televisão, com a publicidade ao CD, acho incrível a forma como o som da voz se parece ou confunde com um instrumento musical: http://www.youtube.com/watch?v=px7zyOHObMg

segunda-feira, novembro 14, 2011

Post 2221

No Domingo 27.11.11, quem estiver no Sul, poderá assistir à palestra, durante o almoço a partir das 13.00 horas, no restaurante Sabores de Goa, na Rua do Zaire, nº 17, em Lisboa, que terá por título Xeque-mate a Goa, Damão e Diu, por ser o cinquentenário da entrada das forças indianas, por Henrique ANTUNES FERREIRA do blogue A Minha Travessa do Ferreira ou http://aminhatravessadoferreira.blogspot.com/


domingo, novembro 13, 2011

Post 2220

Na próxima quarta-feira, dia 16 de Novembro, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita (em frente aos correios da Moita) às 19h00, irá ser a apresentação do livro: "eu + tu = 1" de Paula Santos que tem o blogue Marshmallow and Lilypad ou http://marshmallowandlilypad.blogspot.com/

Post 2219

Haverá alguma forma quando elaboramos um post, de formatar o texto, e conseguir que o espaço entre os parágrafos não fique maior do que pretendíamos?

Na sequência de dois posts anterior sobre o desafio de se escrever uma carta


E porque um corajoso comentador e bloguista respondeu ao desafio e escreveu uma carta - ver aqui , irei de seguida "postar" as duas cartas que escrevi.


Carta de declaração de amor a um desconhecido fascinante


Meu querido. Não é nada fácil escrever-te esta carta. Não sei sequer o teu nome. Sei que conheces a irmã da Luísa e será à Luísa que irei pedir que te faça chegar esta carta.


Ontem à noite disseste que o meu cabelo parecia chuva. Ficámos os dois mais para trás e olhámo-nos nos olhos. Senti que já te conhecia, sem nunca te ter visto antes, e foi o que tu me disseste, adivinhando o que eu pensava. Quando estava contigo, percebi como tudo fazia sentido, tudo o que antes sonhava fazer, quero fazê-lo contigo. Por isso, se sentes o mesmo hoje, responde.


Carta a cortar uma relação com alguém:


Caríssimo


Hesitei muito em escrever-te como deverás calcular.


E nem sei se chegarás a ler esta carta ou irás rasgá-la antes por saberes que é minha. Imagino no entanto que a curiosidade te levará a ler algumas frases e também por isso quero dizer-te logo o mais importante. Não foi por não te amar que te traí.


Ao escrever-te não é minha intenção alimentar qualquer ilusão, minha ou tua, de um recomeço, mas antes colocar um ponto final em toda esta história que a certa altura se tornou tão sórdida. Muito cedo senti que te adorava, tudo no meu pequeno universo passou a girar à tua volta. Foi fácil incluir-te naquilo que gostava de fazer. Nessa altura adoraria ter feito contigo as viagens de que falámos. Seguir-se-ia para qualquer lado e nem chegaria sequer a ver outra opção. E tu sabias disso. Primeiro sentiste-te feliz com a tua fácil conquista, mas rapidamente me tomaste por certa. A minha dependência, sim porque nessa altura o amor que sentia era mais uma doença, começou a corroer-me como um veneno. Sufocava lentamente quando percebi que se não fizesse algo drástico, destruir-me-ias e fá-lo-ias com toda a tua odiosa inconsciência. Foi por isso que te traí, para me libertar, porque só assim não poderia haver um regresso. Perdoa-me por não ter conseguido encontrar uma outra forma de o fazer.


Daquela que já não é, e nunca deveria ter sido, tua

Post 2216 - Filmes no Cinema e em DVD

Sexta-feira e Sábado, 11 e 12.11.2011

Sem tempo ("In Time") de Andrew Niccol, com Amanda Seyfried, Cillian Murphy, Justin Timberlake e Olivia Wilde.
Ela é fácil ("Easy A") escrito por Bert V. Royal e dirigido por Will Gluck, com Emma Stone.

Gostei dos dois filmes.


Post 2215 - Porque é que gosto de ateliés de escrita

Como resposta a um desafio da Olinda P. Gil © do blogue A Casa do Alfaiate ou http://acasadoalfaiate.blogspot.com/


Porque é que gosto de ateliés de escrita
Desde o primeiro atelier de escrita, a sensação no início de cada um, equivale um pouco ao que sentia, quando andava na escola, antes do início das aulas e da minha disciplina favorita.

Havia a expectativa de saber quem seria o Professor e quem seriam os colegas e qual seria o livro adoptado.
Em todos os ateliés que estive, os que o dirigiam tinham livros publicados e uma grande capacidade de diálogo e de empatia, além de ideias interessantes e diferentes sobre o que é e como "escrever".
Fala-se de escrita, mas também de livros, alguns que já li, outros que fico com a intenção de ler.
Depois existem também os colegas. À partida teremos em comum o gostar de escrever e o gostar de ler, mas pelo que pude constatar, as idades, profissões, experiências e personalidades serão muito diferentes.
Finalmente, temos o desafio de escrita, o sermos desafiados a escrever no momento, duma forma, ou sobre temas, nos quais poderíamos nunca ter pensado. De alguns textos que escrevi assim, gostei muito, de outros nem tanto, ou mesmo nada. E é também muito interessante ouvir os colegas ler o texto que escreveram, verificar como a mesma ideia ou frase podem inspirar e conduzir a textos tão diferentes. Acho fascinante aqueles que escrevem com poesia em prosa.
Por tudo isto, gostei de todos os ateliés a que fui e espero poder vir a frequentar muitos mais.

sábado, novembro 12, 2011

Post 2214

Acabei de chegar da apresentação dos livros de Jorge Fallorca "A Cicatriz do Ar" e "A Mulher Descalça" na Gato Vadio, por Claudia de Sousa Dias...] e gostei de tudo, da Gato Vadio, que ainda não conhecia, onde ofereceram castanhas assadas quentes e que cheiravam bem, da apresentação feita por Claudia de Sousa Dias, que falou sobre o escritor e dos livros, suscitando uma maior vontade de os ler (se algum dia escrevesse um livro, seria óptimo se conseguisse convencê-la a apresentá-lo, embora no meu caso corresse o risco da apresentação ser melhor do que o livro, à semelhança do que acontece neste blogue, com alguns posts e comentários...) e de ouvir o Jorge Fallorca, confirmando o que já imaginava, de como é em pessoa, fascinante e interessante.


fotografia retirada daqui

Sábado, 12.11.11

Portanto, hoje, na Gato Vadio, Rua do Rosário, 281, Porto, temos a apresentação dos livros de Jorge Fallorca, a Cicatriz do Ar e A Mulher Descalça, pelas 17 horas.

Estou a planear ir até lá (esperemos que não chova...e consiga encontrar um lugar para estacionar perto...) e depois poderei escrever um novo post sobre como foi.

sexta-feira, novembro 11, 2011

Curso de escrita


Oficina de escrita no Porto, no DolceVita, Antas, nos dias 25 e 26 de Novembro, sexta-feira das 18 às 20h30 e sábado das 10h às 13h, com a Patrícia Reis. Ver aqui http://vaocombate.blogs.sapo.pt/

Post 2211 de 11.11.11

Ainda sobre o post anterior do desafio de escrita: já redigi duas cartas, a de declaração de amor a um estranho desconhecido recentemente conhecido, e a terminar uma relação, mas só irei aqui postá-las, se algum(a) comentador(a) também apresentar uma...

quinta-feira, novembro 10, 2011

Post 2210 - 10.11.11 - Outono






Hoje andei sobre tapetes de folhas (podem não ser ainda muitas folhas, mas já conta como tapete) enquanto um adolescente à minha frente ia chutando com o pé que "tinha mais à mão" uma pobre folha.

Post 2209 - 1ª Prenda para este Natal



Post 2208 Aviso

Vão seguir-se vários posts sem conteúdo - mais precisamente dois - porque quero ver se na sexta-feira chego ao post 2211.

Post 2207 - Desafio de escrita para o fim-de-semana:

Escrever uma carta de declaração de amor a um(a) desconhecido(a) fascinante que acabámos de encontrar ou uma carta a terminar uma relação.

quarta-feira, novembro 09, 2011

Post 2206

Também a caminho e em cidade de local de trabalho, há imensas árvores vestidas de Outono, com verdes, amarelos, laranjas, castanhos e vermelhos:
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(espaço reservado para as fotografias que não consegui tirar porque estava a conduzir)

Post 2205 Ontem

Ontem, apesar do frio, tive um dia quase perfeito (tive a 1ª sessão de novo atelier/workshop de escrita, estive com duas amigas, vi de novo o filme O Feitiço do Tempo, etc.).

E só por essa razão é que apesar de continuar quase congelada vou continuar a postar.

terça-feira, novembro 08, 2011

Post 2204

Está frio, em local de trabalho não há aquecimento e neste momento estou a lamentar não ter trazido comigo uma pequena manta, ou uma grande manta, ou uma manta de qualquer tamanho (algum erro/lapso nas palavras deste post será devido a ter caido congelada sobre o computador enquanto escrevia).

segunda-feira, novembro 07, 2011

Post 2203

Passei de novo pela Galeria "Porto da Arte" (que fica na Rua de Costa Cabral, nº 513) ainda com quadros de João Marrocos, mas também de Amélia Queiroz, César Abbott, José Costa (ver mais aqui), Damaso, Alzira Braga e Teixeira Mota.

(imagem de quadro de Amélia Queiroz, tirada do Google)
(imagem de quadro de César Abbott, tirada do Google)

Post 2202 - 7.11.11 Perto de, e na Praça Velasquez




Post 2201

Pela revista de Domingo do DN ou JN, a Notícias Magazine, fiquei a saber que existirá uma "guerra literária" como reacção à publicação num intervalo de meses de dois livros: "As Luzes de Leonor" de Maria Teresa Horta e "Marquesa de Alorna" de Maria João Lopo de Carvalho. Como não aprecio assim muito os romances históricos, não estava a pensar em ler nenhum dos dois, mas agora fiquei curiosa...

domingo, novembro 06, 2011

Post 2200 - Próximo projecto

Ir à apresentação dos livros de Jorge Fallorca, a Cicatriz do Ar e A Mulher Descalça, no dia 12 de Novembro, às 17 horas, na Gato Vadio, Rua do Rosário, 281, Porto.



Post 2199, Domingo, 6.11.11





Post 2198 Ciria - O Mito de Prometeo, Sábado, 5.11.11

Fui à inauguração da exposição "Ciria - O Mito de Prometeo", na Galeria Cordeiros, e ainda deu para passar de novo pelas exposições de Armanda Passos e de Harold Edgerton e de ficar a conhecer o café, com sushi, chá e scones que fica atrás. Prometeu era um titã que roubou o fogo a Zeus para o dar aos homens e foi por aquele castigado, sendo amarrado a uma rocha enquanto uma grande águia comia o seu fígado que crescia novamente no dia seguinte (mas felizmente foi salvo por Hércules).

Post 2196 - Abduction - Identidade Secreta - Sexta-feira, 4.11.11

Identidade Secreta (Abduction) John Singleton, com Taylor Lautner, Lily Collins e Alfred Molina. Filme de acção.

sábado, novembro 05, 2011

Post 2195

O Prémio Goncourt foi atribuído a Alexis Jenni, pelo livro L'Art Français de la Guerre. Este prémio foi já atribuído a Marcel Proust, Simone de Beauvoir e Marguerite Duras, e tem o valor simbólico de 10 € (mesmo sendo simbólico, penso que poderia ter um valor um pouco mais elevado).

sexta-feira, novembro 04, 2011

Post de Protesto

Três dos filmes que gostaria de ir ver, não estão em cinemas do Porto ou do grande Porto, mas apenas em Lisboa:

- Pequenas Mentiras entre Amigos (já esteve no Porto, mas por muito pouco tempo);

- Os apaixonados Anónimos - Les Emotifs Anonymes de Jean-Pierre Améris; e

- Os encantos do 6º Andar - Les Femmes du 6ème étage de Philippe Le Guay (estrearam apenas em Lisboa e receio que nem cheguem a estrear por cá...).

Poderei eventualmente estabelecer um plano intrépido de acordar de madrugada (para aí, pelas seis ou sete da manhã, ao fim-de-semana), apanhar um comboio para Lisboa, e correr entre Centros Comerciais para conseguir ir a sessões dos três, com tempo para regressar no último comboio ao Porto...

Post 2193


Com o final das férias e a chegada do frio aumentou o spam (imagino que será a vingança dos "spamistas" antes felizes a passear pela praia, e agora forçados a ficar em casa por causa da chuva).

Post 2192

Neste próximo Sábado (5.11.11, até 3.12.11) inauguração da exposição de "Ciria - O Mito de Prometeo, na Galeria Cordeiros, pelas 17.00 horas.
Talvez tente ir.

quarta-feira, novembro 02, 2011

Post 2191 - Sobre um post anterior de que já não me lembro o número

Apesar de ter começado duas vezes, ainda não fui capaz de finalizar um texto sobre as minhas experiências em ateliés de escrita...Por isso, resolvi fazer um bocadinho de batota e aceitam-se (mais exactamente, pedem-se) sugestões: contemplando-se a hipótese de ler algo sobre experiências em ateliés de escrita, o que gostariam de ler/saber?

Post 2190 - Post de protesto e reivindicativo do Verão de S. Martinho

Está frio (ainda que a mínima e máxima previstas sejam de 13º e 19º, está frio) está a chover muito e está demasiado vento, do género de fazer carrinho abanar. Em consequência, carros na auto-estrada circulam a velocidades inferiores às habituais (com algumas excepções de condutores intrépidos ou muito atrasados) mas nas ultrapassagens enchem vidros de carros ultrapassados de água. Parece-se que já seria altura de chegar o Verão de S. Martinho, sem chuva nem vento, com algum calor e castanhas assadas.

terça-feira, novembro 01, 2011

Post 2189 Outono



Post 2188 - Também no dia 1.11.11

Livro que estou a ler agora (ou mais exactamente, antes e logo a seguir a este post):

Post de 1.11.11

Projecto Falhado - Ir a exposição de Cristina Palandri - Apesar de publicitada como estando aberta todos os dias, não estava aberta hoje (feriado), e eventualmente também não estará aos Domingos e aos Sábados. Com um horário entre as 14.00 horas e as 18.00 horas, não vai ser fácil conseguir ver esta exposição...