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Vamos lá então "postar" sobre o tema sinceridade.
No início, nem estava a planear "postar" de uma forma profunda. Mesmo agora, muito provávelmente não o vou fazer, mas fugir para o lado, na primeira oportunidade.
A ideia surgiu-me após ler um artigo de Pedro Mexia na revista deste Sábado do DN, que tem por título "Contra a sinceridade" (da mesma forma que o citei quando escrevi sobre os "blind dates", no longínquo início deste blog).
Ora, apesar de se afirmar como sincero, desaconselha-o, afirmando que ao ser-se sincero se perdem os melhores amigos e a pessoa que se ama.
É que eu tinha e tenho ideias precisamente opostas. Penso que é com os melhores amigos e com as pessoas que amamos que podemos ser sinceros, aumentando a sinceridade com o grau de proximidade, até ao ponto de se adivinhar o que o outro pensa sem serem precisas palavras.
Eu sou bastante reservada, mas procuro ser verdadeira no que digo. Está bem que falo pouco... e tenho também presente o conselho que a mãe do Tambor (o coelhinho amigo do Bambi do Disney) lhe deu: que quando não tivesse nada agradável a dizer, ficasse calado, mas gosto de pessoas que falam o que pensam, mesmo que às vezes falem de mais.
Por isso este é um post a favor da sinceridade (e também o Pedro Mexia, apesar do título do artigo será a favor e não contra, senão porquê afirmar que não pode, não quer e não muda?).
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